<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484</id><updated>2012-01-30T20:33:10.815-04:00</updated><category term='sex-positive'/><category term='sexualidade'/><category term='sexo'/><category term='estudos de gênero'/><category term='misoginia'/><category term='anti-feminismo'/><category term='backlash'/><category term='teoria queer'/><category term='revolução sexual'/><category term='crimes sexistas'/><category term='femicídio'/><title type='text'>O PESSOAL É POLÍTICO</title><subtitle type='html'>O PESSOAL É POLÍTICO. Seu corpo é um campo de batalha: Sou meu próprio ativismo. A única revolução verdadeira é o FEMINISMO.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>91</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-9145357416873701560</id><published>2009-10-19T12:56:00.004-04:00</published><updated>2009-10-19T14:21:06.716-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='backlash'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='revolução sexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sex-positive'/><title type='text'>Como as Políticas do Orgasmo Sequestraram o Movimento Feminista</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;u&gt;Como as Políticas de Orgasmo se Apoderaram do Movimento Feminista&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/StyZ2ujj2uI/AAAAAAAAByE/hFykxIebEMg/s1600-h/sexposanim.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394355619172178658" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 247px; CURSOR: hand; HEIGHT: 248px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/StyZ2ujj2uI/AAAAAAAAByE/hFykxIebEMg/s320/sexposanim.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Por que o orgasmo seduziu tantas feministas – até a revista Ms. – a uma contra-revolução interna?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Sheila Jeffreys &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A edição de novembro/dezembro de 1995 da revista Ms., com o título de capa SEXO QUENTE E ESPONTÂNEO, mostrava o close de uma mulher negra lambendo seus lábios pintados. A despeito de todo esforço feminista que tem sido feito nos últimos 25 anos para criticar e contestar a construção supremacista masculina do sexo, nenhum dos quatro artigos da revista fazia menção a todos os outros aspectos da vida e do status social da mulher. Em destaque em um dos artigos estava uma frase do livro de Barbara Seaman de 1972, intitulado Livre e Mulher: “O orgasmo livre é um orgasmo que você gosta, em qualquer circunstância”. Julgando por essa edição de Ms., e pelas prateleiras de contos eróticos para mulheres em livrarias feministas, uma política de orgasmo irreflexiva parece ter se estabelecido. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No final da década de 1960 e no começo da década de 1970, acreditava-se amplamente que a revolução sexual, ao libertar a energia sexual, tornaria todos livres&lt;/strong&gt;. Eu me lembro de Maurice Girodias, que publicou A História do O em Paris pela Olympia Press, dizendo que a solução para regimes políticos repressivos seria postar pornografia em todas as caixas de correio. Orgasmos melhores, proclamou o psicanalista austríaco Wilhelm Reich, criariam a revolução. &lt;strong&gt;Naqueles tempos inebriantes, muitas feministas acreditavam que a revolução sexual estava intimamente ligada à libertação das mulheres, e elas escreviam sobre como orgasmos poderosos trariam poder às mulheres. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dell Williams é citado em Ms. como tendo aberto uma sex shop em 1974 exatamente com essa idéia, a de vender brinquedos sexuais para mulheres: “&lt;em&gt;eu queria transformar as mulheres em seres sexuais poderosos... Eu acreditava que mulheres orgásmicas poderiam mudar o mundo.” &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde os anos 60, &lt;strong&gt;sexólogos, libertários sexuais e empresários da indústria do sexo&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;procuraram discutir o sexo como se fosse completamente dissociado da violência sexual e não tivesse nenhuma relação com a opressão de mulheres.&lt;/strong&gt; Enquanto isso, &lt;strong&gt;teóricas feministas e ativistas anti-violência aprenderam a analisar o sexo politicamente.&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Nós vimos que o domínio masculino sobre os corpos de mulheres, sexualmente e reprodutivamente, provê a base da supremacia masculina, e que a opressão na sexualidade e através dela diferencia a opressão de mulheres da de outros grupos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Se nós temos alguma chance de libertar as mulheres do medo e da realidade do abuso sexual, a discussão feminista da sexualidade deve incorporar tudo que sabemos sobre violência sexual ao que pensamos sobre sexo.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Mas atualmente conferências feministas oferecem workshops separados, em locais diferentes, de como aumentar o “prazer” sexual e de como sobreviver à violência sexual – como se esses fenômenos fossem isolados.&lt;/strong&gt; Mulheres que se intitulam feministas agora afirmam que a prostituição pode ser benéfica às mulheres, para expressar sua “sexualidade” e fazer escolhas de vida empoderadoras. Outras promovem às mulheres práticas e produtos da indústria do sexo com fins lucrativos, na forma de striptease lésbico e parafernália de sadomasoquismo. Existem agora setores inteiros de comunidades femininas, lésbicas e gays onde &lt;strong&gt;qualquer análise crítica da prática sexual é vista como um sacrilégio, estigmatizada como “conservadorismo&lt;/strong&gt;”. &lt;em&gt;A liberdade é representada como a conquista de orgasmos mais intensos e melhores por qualquer meio possível&lt;/em&gt;, incluindo “leilões sexuais”, prostituição de mulheres e homens, e danificação física permanente como branding.&lt;strong&gt; Formas tradicionais de sexualidade supremacista masculina baseadas na dominação e submissão e a exploração e objetificação da classe escravizada de mulheres estão sendo celebradas por suas possibilidades excitantes e “transgressoras”. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, a pornografia está nas caixas de correio, e os artefatos para orgasmos cada vez mais poderosos estão prontamente disponíveis através da indústria internacional do sexo. &lt;strong&gt;E em nome da libertação feminina, muitas feministas hoje em dia estão promovendo práticas sexuais que – longe de revolucionar e transformar o mundo – estão profundamente envolvidas nas práticas do bordel e da pornografia. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Como isso pode ter acontecido? Como pode a revolução das mulheres ter entrado em curto-circuito? Eu sugiro que há quatro razões. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Razão Número 1&lt;br /&gt;Vítimas da indústria do sexo tornaram-se “experts” do sexo. &lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O capitalismo sexual, que encontrou uma forma de transformar em bem consumível praticamente todo ato de subordinação sexual imaginável, encontrou até mesmo uma forma de remodelar e reciclar algumas de suas vítimas. Como resultado, um grupo de &lt;em&gt;mulheres que têm uma história de abuso e aprenderam sua sexualidade servindo aos homens na indústria do sexo agora podem, frequentemente com o patrocínio de empresários homens da indústria do sexo, promover-se como educadoras sexuais nas comunidades lésbicas e feministas.&lt;/em&gt; Algumas dessas mulheres “bem-conceituadas” – &lt;em&gt;que dificilmente representam a maioria das vítimas da indústria do sexo&lt;/em&gt; – conseguiram lançar revistas como a On Our Backs (para praticantes de 'sadomasoquismo lésbico') e montar negócios de striptease e pornografia. Muitas mulheres aceitaram erroneamente essas mulheres, antes prostituídas, como “experts” sexuais. Annie Sprinkle e Carol Leigh, por exemplo, reintroduziram práticas misóginas da indústria do sexo em comunidades femininas. &lt;em&gt;Essas mulheres lideraram a ridicularização direcionada àquelas de nós que disseram que o sexo pode e deve ser diferente&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, algumas mulheres que lucraram com o livre mercado capitalista nos anos 80 exigiram igualdade sexual e econômica em relação aos homens. Elas escaparam, e agora querem usar as mulheres como homens o fazem, então consomem pornografia e demandam por clubes de striptease e bordéis onde mulheres as sirvam. Essa não é uma estratégia revolucionária. Não há aqui uma ameaça ao privilégio masculino, ou uma chance de libertar outras mulheres de seu status sexual subordinado. E, mais uma vez, os homens se tornaram o padrão para todas as práticas sexuais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mulheres anteriormente prostituídas que promovem o sexo da prostituição – mas que agora são pagas para palestrar e publicar – passam uma mensagem que até mesmo algumas feministas consideraram mais palatável que todas as visões e idéias que nós compartilhamos sobre como transformar o sexo, como nos amarmos em igualdade como base para um futuro no qual as mulheres poderiam ser realmente livres. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Razão Número 2&lt;br /&gt;O sexo da prostituição foi aceito como o modelo padrão para sexo.&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nós não podemos construir uma sexualidade que torne possível que mulheres vivam sem terrorismo sexual sem abolir o abuso de mulheres pelos homens na prostituição. Dentro do movimento feminino, no entanto, o sexo da prostituição tem sido defendido e promovido. Shannon Bell em Reading, Writing and Rewriting the Prostitute Body (1994) argumenta que a &lt;em&gt;mulher prostituída deve ser vista como “trabalhadora, curadora, representante sexual, professora, terapeuta, educadora, minoria sexual e ativista política.” &lt;/em&gt;Nesse livro a representante das Prostitutas de Nova Iorque Veronica Vera é citada dizendo que deveríamos &lt;em&gt;pensar as profissionais do sexo como “praticantes de um ofício sagrado”&lt;/em&gt;, afirmando que sexo (presumidamente qualquer tipo de sexo incluindo o sexo da prostituição) é uma &lt;em&gt;“ferramenta de poder curativo e construtivo”.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Mas na verdade o mecanismo mais poderoso hoje em dia para a construção da sexualidade masculina é a indústria do sexo. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A prostituição e sua representação na pornografia criam uma sexualidade agressiva que requer a objetificação de uma mulher.&lt;/strong&gt; Ela é transformada em uma coisa que não merece o respeito que é devido a outro indivíduo senciente. A prostituição mantém uma sexualidade na qual é aceitável para o cliente obter &lt;strong&gt;“prazer” às custas de e no corpo de uma mulher que se dissocia para sobreviver. &lt;/strong&gt;Esse é o modelo de como o sexo é concebido na sociedade supremacista masculina, e sexólogos construíram suas carreiras sobre esse modelo. Masters e Johnson, por exemplo, desenvolveram suas técnicas de terapia sexual a partir das práticas de mulheres prostituídas que eram pagas para fazer com que homens idosos, bêbados ou simplesmente indiferentes tivessem ereções e pudessem penetrá-las. Como Kathleen Barry apontou em A Prostituição da Sexualidade&lt;strong&gt;, a prostituição constrói uma sexualidade de dominação masculina/submissão feminina em que a identidade e o bem-estar da mulher, sem mencionar seu prazer, são vistos como irrelevantes&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;A prostituição é um negócio poderoso que está rapidamente se tornando globalizado e industrializado. &lt;strong&gt;Mais da metade das mulheres prostituídas em Amsterdã, por exemplo, são traficadas, ou seja, levadas para lá, muitas vezes após serem enganadas, de outros países e são frequentemente mantidas em condições de escravidão sexual.&lt;/strong&gt; Mulheres australianas são traficadas para a Grécia; mulheres russas para boates de striptease em Melbourne; mulheres burmesas para a Tailândia; e mulheres nepalesas para a Índia. Milhões de mulheres em países de Primeiro Mundo e muitas mais nos países de Terceiro Mundo são submetidas ao abuso de terem seus corpos violados por mãos e pênis indesejados.&lt;strong&gt; Mulheres prostituídas sentem-se tão mal vivenciando esse abuso sexual quanto qualquer outra mulher.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Elas não são diferentes.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Espera-se que mulheres e crianças prostituídas suportem muitas das formas de violência sexual que feministas consideram inaceitáveis no ambiente de trabalho e em suas casas. &lt;strong&gt;Assédio sexual e intercurso sexual indesejado são a base do abuso, mas mulheres prostituídas devem receber ligações obscenas de tele-sexo também&lt;/strong&gt;. Elas trabalham de topless em lojas, lava-carros e restaurantes. &lt;em&gt;Ao mesmo tempo que outras mulheres estão buscando dessexualizar seu trabalho de forma que possam ser vistas como algo além de objetos sexuais, a demanda de mulheres na prostituição e “entretenimento” sexual está aumentando. A prostituição de mulheres pelos homens reduz as mulheres de quem abusam e todas as outras mulheres ao status de corpos a serem vendidos e usados. Como feministas podem esperar eliminar práticas abusivas de suas camas, ambientes de trabalho e infância se os homens podem simplesmente continuar a adquirir o direito a essas práticas na rua ou, como em Melbourne, em bordéis licenciados pelo Estado?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Striptease é um tipo de prostituição que tornou-se aceitável em países ricos como uma forma de “entretenimento”. (Em países pobres dependentes de turismo sexual, toda prostituição é vista como entretenimento.) Junto de outras mulheres da Liga Contra o Tráfico de Mulheres, eu recentemente visitei uma boate de striptease em Melbourne chamada A Galeria dos Homens [The Men's Gallery]. Umas 20 ou 30 mulheres estavam “dançando” em cima de mesas. Uma fileira de homens – adolescentes de bairros nobres, homens que pareciam palestrantes e professores de faculdade, avôs, turistas – estavam sentados a essas mesas com seus joelhos escondidos sob elas. Geralmente em duplas, esses homens requisitavam à mulher que tirasse a roupa. Ao fazer isso, ela apoiava suas pernas nos ombros dos homens, ginasticamente mostrando-lhes sua genitália depilada, de frente e de costas e em posições diferentes por 10 minutos enquanto os homens colocavam dinheiro em sua cinta-liga. A genitália da mulher ficava a centímetros do rosto dos homens, e eles olhavam fixamente, suas faces com uma expressão de prazer admirado e culpado, como se eles não pudessem acreditar que possuem tal domínio.&lt;strong&gt; Será que os homens estavam excitados sexualmente pela incitação de seu status fálico dominante?&lt;/strong&gt; Será que a simples exibição da genitália feminina, que demonstra o status subordinado das mulheres, era excitante por si só? Para nós observadoras mulheres, era difícil compreender a excitação e entusiasmo dos homens. Muitos deles deveriam ter filhas adolescentes, não diferentes daquelas mulheres, muitas das quais eram estudantes e cujas genitálias dançavam perante seus olhos hipnotizados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A dança de striptease nos ensina algo que devemos entender sobre “sexo” como construção da supremacia masculina: Os homens se unem e criam vínculos através da degradação compartilhada das mulheres.&lt;/strong&gt; Os homens que frequentam esses clubes &lt;strong&gt;aprendem a acreditar que mulheres adoram seu status de objeto sexual e adoram provocar sexualmente enquanto são examinadas como escravas em um mercado.&lt;/strong&gt; E as mulheres, como eles nos dizem, simplesmente não se envolvem no que estão fazendo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Razão Número 3&lt;br /&gt;Lesbianas têm imitado homens gays.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O questionamento feminista do modelo sexual da prostituição tem encontrado resistência especialmente por parte de muitos homens gays e lesbianas que os imitam. Como Karla Jay escreve, aparentemente de forma não-crítica, em Dyke Life:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Atualmente, lesbianas estão no limite do radicalismo sexual... Algumas lesbianas agora reivindicam o direito a uma liberdade erótica que já foi associada a homens gays. Algumas cidades grandes possuem clubes de sexo e bares de sadomasoquismo para lesbianas, e revistas e vídeos pornográficos produzidos por lesbianas para outras mulheres têm proliferado nos Estados Unidos. Nossa sexualidade tornou-se tão pública quanto as tatuagens e piercings em nossos corpos”.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na cultura gay masculina nós observamos o fenômeno de uma sexualidade de auto-mutilação e escravidão, de tatuagem, piercing e sadomasoquismo, transformada no próprio símbolo do que significa ser gay. &lt;/em&gt;Interesses comerciais gays investem de forma pesada na exploração dessa sexualidade de opressão como constitutiva da identidade gay. Grande parte do poder do capital rosa [gay] desenvolveu-se a partir do fornecimento de locais para eventos, bares e saunas nos quais a sexualidade da prostituição pudesse ser praticada, embora atualmente na maioria das vezes não paga. A influência cultural da resistência masculina gay aos questionamentos feministas da pornografia e prostituição tem sido profunda, financiada fortemente na mídia gay pela publicidade da indústria do sexo gay.&lt;br /&gt;Alguns homens gays contestaram a sexualidade de dominação/submissão que prevalece na comunidade gay masculina, mas poucos até agora se aventuraram a publicar suas idéias a fim de não provocar a ira de seus irmãos. Homens gays, criados na supremacia masculina, ensinados a venerar a masculinidade, também precisam lutar para superar sua erotização das hierarquias de dominação/submissão se eles desejam se aliar ao feminismo.&lt;br /&gt;O sexo da prostituição é central à construção da identidade gay devido ao papel da prostituição na história gay. Tradicionalmente, a homossexualidade masculina era expressa, por homens de classe média, através da compra de homens e garotos mais pobres – como foi feito por Oscar Wilde, Andre Gidé, Christopher Isherwood. Esse não era o modelo da prática lésbica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na década de 1980, à medida que as lésbicas perderam a confiança nas suas próprias opiniões, forças e possibilidades – uma vez que o feminismo foi atacado e a indústria do sexo se fortaleceu enormemente – muitas tomaram os homens gays como os seus modelos e começaram a se definir como “párias sexuais”.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Elas desenvolveram uma identidade completamente contrária àquela do feminismo lésbico. Feministas lésbicas celebram o lesbianismo como o apogeu do amor entre mulheres, como uma forma de resistência a todas as práticas e valores da cultura supremacista masculina, incluindo a pornografia e a prostituição. As lesbianas liberais que vieram a público com o intuito de caluniar o feminismo dos anos 80 atacaram as feministas-lesbianas por “dessexualizarem” o lesbianismo e optaram por se identificar como “pró-sexo”. Mas as práticas dessa postura “pró-sexo” acabaram por replicar a versão do lesbianismo que foi tradicionalmente oferecida pela indústria do sexo. As admiráveis novas lesbianas “transgressoras” eram as mesmas construções sadomasoquistas e butch/femme que já têm sido por muito tempo constituintes básicos da pornografia masculina heterossexual. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Essas lesbianas adotaram as práticas da indústria do sexo como constitutivas de quem elas realmente são, a fonte de sua identidade e de seu ser.&lt;/span&gt; Porém, a todo tempo elas se sentiam deficientes, uma vez que &lt;em&gt;seu ideal de sexualidade radical e vigorosa, praticada por alguns homens gays, parecia sempre fora de alcance. &lt;/em&gt;Em publicações como a revista Wicked Women de Sydney, no trabalho de Cherry Smyth e Della Grace no Reino Unido e Pat Califia nos Estados Unidos, &lt;em&gt;essas lesbianas lamentavam suas inadequações no sexo em banheiros, nos encontros casuais, em conseguirem sentir-se sexualmente atraídas por crianças.&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Terapeutas sexuais para lesbianas, como Margaret Nicholls, tornaram-se parte importante de uma nova indústria do sexo lesbiano. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente há uma tendência em revistas feministas e nas revistas femininas de representar a &lt;em&gt;sexualidade lesbiana da prostituição como um prato tentador para mulheres heterossexuais provarem e consumirem. &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Lesbianismo “transgressor”&lt;/strong&gt;, derivado da indústria do sexo e mimetizando a cultura masculina gay, é agora apresentado como uma &lt;strong&gt;sexualidade “feminina” progressiva, um modelo para como mulheres heterossexuais poderiam e deveriam ser. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Razão Número 4&lt;br /&gt;Subordinar-se pode ser excitante. &lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não existe um prazer sexual “natural” que pode ser liberado. Aquilo que provê sensações sexuais a homens ou mulheres é construído socialmente a partir da relação de poder entre homens e mulheres, e isso pode ser mudado. &lt;strong&gt;No sexo, a própria diferença entre homens e mulheres, supostamente tão “natural”, é de fato criada. No “sexo”, as próprias categorias “homens”, pessoas com poder político, e “mulheres”, pessoas da classe subordinada, tornam-se carne. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sexo é tampouco uma mera questão privada. Na concepção masculina liberal, o sexo foi relegado à esfera privada e visto como um domínio de liberdade pessoal no qual as pessoas podem expressar seus desejos e fantasias individuais. Mas a cama está longe de ser privada; ela é uma arena na qual a relação de poder entre homens e mulheres é atuada de forma mais reveladora. A liberdade ali é usualmente a dos homens de realizarem-se através de e nos corpos das mulheres.&lt;br /&gt;Sentimentos sexuais são aprendidos e podem ser desaprendidos. A construção da sexualidade em volta da dominação e submissão é suposta como “natural” e inevitável porque homens aprendem a operar o símbolo de seu status de classe dominante, o pênis, em relação à vagina de forma que assegure o status subordinado da mulher. Nossos sentimentos e práticas do sexo não podem ser imunes a essa realidade política. E eu sugiro que é a afirmação dessa relação de poder, a asserção de uma distinção entre “os sexos” por meio de comportamentos de dominação/submissão que proporcionam ao sexo sua saliência e a intensa excitação geralmente associada a ele na supremacia masculina.&lt;br /&gt;Desde o começo dos anos 70, teóricas feministas e pesquisadoras têm revelado a extensão da violência sexual e de como a vivência e o medo dela castram as vidas e oportunidades das mulheres. O abuso sexual infantil diminui a habilidade de mulheres de desenvolver relações fortes e afetuosas com seus corpos e com outras pessoas, e criar confiança para enfrentar o mundo. O estupro na idade adulta, incluindo estupro no casamento e namoro, produz efeitos semelhantes. Assédio sexual, voyeurismo, exposições e perseguições diminuem as oportunidades igualitárias das mulheres na educação, no trabalho, em suas casas, nas ruas. &lt;em&gt;Mulheres que foram usadas na indústria do sexo desenvolvem técnicas de dissociação para sobreviver, uma experiência compartilhada por vítimas de incesto, e lidam com danos à sua sexualidade e relacionamentos. A consciência da ameaça suprema obscurecendo as vidas das mulheres, a possibilidade do assassinato sexual, nos é exposta regularmente através de manchetes de jornais sobre as mortes de mulheres.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Os efeitos cumulativos de tais violências geram o medo que faz com que as mulheres limitem aonde elas vão e o que fazem, ter o cuidado de olhar para o banco de trás do carro, trancar portas, usar roupas “seguras”, fechar cortinas.&lt;/strong&gt; Como mostram estudos feministas como o de Elizabeth Stanko em Everyday Violence (1990), &lt;strong&gt;mulheres têm consciência da ameaça de violência masculina e modificam suas vidas por conta desse medo, mesmo que elas não tenham vivenciado um assédio mais grave. Em contraste com essa realidade cotidiana das vidas das mulheres, a noção de que um orgasmo “em qualquer circunstância” poderia aniquilar esse medo e vulnerabilidade reafirmada é talvez a falácia mais cruel do pseudofeminismo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A violência sexual masculina não é trabalho de indivíduos psicóticos, mas o produto da construção normativizada da sexualidade masculina em sociedades como a dos Estados Unidos e Austrália atualmente – como a prática que define o status superior dos homens e subordina as mulheres. Se nós realmente queremos acabar com essa violência, não devemos aceitar essa construção como o modelo do que “sexo” realmente é.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;O prazer sexual para mulheres é uma construção política também&lt;/strong&gt;. A sexualidade feminina bem como a masculina foi forjada no modelo de dominação/submissão, como um artifício para satisfazer e servir à sexualidade construída nos homens e para eles. &lt;strong&gt;Enquanto que garotos e homens foram encorajados a direcionar todos os seus sentimentos à objetificação do outro e são recompensados com o “prazer” pela dominação, mulheres aprenderam seus sentimentos sexuais em uma situação de subordinação.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Garotas são treinadas através de abuso sexual, assédio sexual, e desde muito cedo com encontros sexuais com garotos e homens assumindo um papel sexual reativo e submisso. Nós aprendemos nossos sentimentos sexuais da mesma forma que aprendemos outras emoções, em famílias de dominação masculina e em situações nas quais nós não possuímos poder, cercadas de imagens de mulheres como objetos na publicidade e em filmes.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O maravilhoso livro de 1994 escrito por Dee Graham, Loving to Survive, retrata a heterossexualidade feminina e a feminilidade como sintomas do que ela chama de Síndrome de Estocolmo Social.&lt;strong&gt; Na apresentação clássica da Síndrome de Estocolmo, reféns aterrorizados criam vínculo com seus captores e desenvolvem cooperação submissa a fim de sobreviver. Manuais para aqueles que podem ser feitos reféns, como aquele que me foi dado quando eu trabalhei numa prisão, descrevem táticas de sobrevivência que lembram os conselhos oferecidos em revistas femininas sobre como conquistar homens.&lt;/strong&gt; Se você for tomado como refém, dizem esses manuais, você deve falar sobre os interesses e família do captor para fazê-lo compreender que você é uma pessoa e ativar sua humanidade.&lt;strong&gt; A Síndrome de Estocolmo desenvolve-se naqueles que temem por suas vidas, porém dependem de seus captores&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Se o captor demonstra qualquer gentileza, mesmo quando mínima, é provável que o refém desenvolva um vínculo com seu captor até mesmo ao ponto de protegê-lo de perigos e adotar plenamente seu ponto de vista acerca do mundo. Graham define a violência sexual rotineira que as mulheres vivenciam como “terrorismo sexual”. Em face desse terror, Graham aponta, mulheres desenvolvem Síndrome de Estocolmo e criam vínculos com homens.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Uma vez que a sexualidade feminina se desenvolve nesse contexto de terrorismo sexual, nós podemos erotizar nosso medo, nosso vínculo aterrorizado. Toda excitação sexual e liberação não é necessariamente positiva. Mulheres podem ter orgasmos ao serem sexualmente abusadas na infância, no estupro ou na prostituição. &lt;strong&gt;Nossa linguagem possui apenas palavras como prazer e gozo para descrever sentimentos sexuais, e nenhuma palavra para descrever os sentimentos que são sexuais mas dos quais não gostamos, sentimentos que vêm da experiência, sonhos ou fantasias sobre degradação ou estupro e que causam angústia apesar da excitação.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O “sexo” promovido por revistas femininas e até mesmo feministas, como se esse fosse dissociado da realidade do status subordinado da mulher e experiência de violência sexual, &lt;em&gt;não oferece nenhuma esperança de desconstrução e reconstrução das sexualidades tanto masculinas como femininas&lt;/em&gt;.&lt;strong&gt; Sadomasoquismo e cenas de “fantasia”, por exemplo, nos quais as mulheres procuram se “perder”, são frequentemente utilizados por mulheres que foram abusadas sexualmente. &lt;/strong&gt;A excitação orgástica experimentada nesses cenários simplesmente não consegue ser sentida nos corpos dessas mulheres se e quando elas permanecem alertas e conscientes de quem elas realmente são.&lt;strong&gt; O orgasmo da desigualdade – longe de encorajar as mulheres à busca da criação de uma sexualidade proporcional à liberdade que feministas visualizam – simplesmente recompensa mulheres com o prazer da dissociação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Muitas mulheres, incluindo feministas, limitaram suas visões de como tornar as mulheres livres e decidiram focar-se em ter orgasmos mais poderosos de qualquer forma possível. A busca pela orgasmo da opressão funciona como um novo “ópio para as massas”. Ela desvia nossas energias das lutas necessárias contra a violência sexual e a indústria globalizada do sexo.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Questionar-se sobre como esses orgasmos são experimentados, o que significam politicamente, se são obtidos através da prostituição de mulheres na pornografia, não é fácil, mas também não é impossível. Uma sexualidade de igualdade adequada à nossa busca pela liberdade ainda precisa ser construída e defendida se nós desejamos libertar as mulheres da sujeição sexual.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;A habilidade de mulheres de erotizar sua própria subordinação e “gozar” a partir da sua própria degradação e de outras mulheres ao status de objeto impõe um grande obstáculo. Enquanto mulheres receberem alguma recompensa no sistema sexual atual – enquanto elas sentirem prazer dessa forma – por que elas desejariam mudar?&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;Eu sugiro que é impossível imaginar um mundo no qual mulheres são livres ao mesmo tempo que se protege a sexualidade baseada precisamente na sua ausência de liberdade. &lt;strong&gt;Nosso impulso sexual deve se igualar ao nosso entusiasmo político pelo fim de um mundo sustentado por todas as hierarquias abusivas, incluindo raça e classe. Somente uma sexualidade de igualdade, e nossa habilidade de visualizar e batalhar por tal sexualidade, torna a liberdade das mulheres possível. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394353964126129458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/StyYWZB1TTI/AAAAAAAABx8/0De6bZwqgHU/s320/3878064452_46996b33ef.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-9145357416873701560?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/9145357416873701560/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=9145357416873701560&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/9145357416873701560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/9145357416873701560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2009/10/como-as-politicas-do-orgasmo.html' title='Como as Políticas do Orgasmo Sequestraram o Movimento Feminista'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/StyZ2ujj2uI/AAAAAAAAByE/hFykxIebEMg/s72-c/sexposanim.gif' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-4679763297909621382</id><published>2009-02-24T17:31:00.006-04:00</published><updated>2009-02-24T17:45:38.938-04:00</updated><title type='text'>Sobre a importância, para todas as mulheres, da experiência do amor lésbico</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SaRng-QM8LI/AAAAAAAABxc/OcLNeEw7Y7g/s1600-h/ATgAAAAyIqDL6O--wOdR1fSkbo2LnDGDah59kzByPaB7NTWS1AdEKJ1JoT0hjME2ZM-GHoI2sMP-2PDmrFA85nZb7jTVAJtU9VAsl1V1pDMtdf5hZSXhBziItR1lEQ.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306480077113716914" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 246px; CURSOR: hand; HEIGHT: 185px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SaRng-QM8LI/AAAAAAAABxc/OcLNeEw7Y7g/s320/ATgAAAAyIqDL6O--wOdR1fSkbo2LnDGDah59kzByPaB7NTWS1AdEKJ1JoT0hjME2ZM-GHoI2sMP-2PDmrFA85nZb7jTVAJtU9VAsl1V1pDMtdf5hZSXhBziItR1lEQ.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;"Todas as relações heterosexuais são corrompidas pelo desequilíbrio de poder entre o homem e a mulher.&lt;/strong&gt; Para manter a superioridade os machos precisam alimentar a ansiedade emocional e a submissão econômica da mulher. Para sobreviver numa ordem social de supremacia masculina, a mulher se enfraquece de modo a construir o ego masculino. A mulher não pode se desenvolver plenamente num contexto heterosexual devido ao efeito sufocante dessa cultura e aos papéis prejudiciais que ela é forçada a desempenhar.É mais provável que as relações entre mulheres estejam livres das forças destrutivas que tornam tais defesas necessárias. As normas institucionais e as limitações de uma cultura orientada para o poder, claro, também influenciaram as mulheres; entretanto, os níveis dominação-subordinação que as mulheres às vezes trazem para as relações lésbicas não podem obscurescer a igualdade essencial das pessoas envolvidas. Além disso, muitas das reações cultivadas nas mulheres são extremamente propícias a uma interação não-exploradora. Sensibilidade aos sentimentos e inclinações dos outros, cuidado, delicadeza, estão entre as qualidades que são mais cultivadas nas mulheres do que nos homens...Como os homens ocupam uma posição social superior e são ensinados a disputar o poder de modo a manter essa posição, dificilmente aceitam os outros como iguais, especialmente as mulheres. Os co&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SaRn6EzpYiI/AAAAAAAABxk/Ygnv5LLrCmg/s1600-h/ATgAAADYNsrtJIX0x8izzs24O3al445aWVmnZsqB8-Qy1_ZS7BhtA2H3mlwlKwFi5B-X6mgfXkisqLfxir0T1LEoVEYBAJtU9VBbAn8I3VC9x_Ux7SrBYhkg1zZM_A.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306480508369723938" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 242px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SaRn6EzpYiI/AAAAAAAABxk/Ygnv5LLrCmg/s320/ATgAAADYNsrtJIX0x8izzs24O3al445aWVmnZsqB8-Qy1_ZS7BhtA2H3mlwlKwFi5B-X6mgfXkisqLfxir0T1LEoVEYBAJtU9VBbAn8I3VC9x_Ux7SrBYhkg1zZM_A.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ntatos humanos têm de ser dispostos hierarquicamente, e as mulheres têm que estar no nível mais baixo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Quando uma mulher recusa-se a aceitar essa posição precisa ser 'posta em seu devido lugar' e a tensão é inevitável.&lt;/strong&gt; Contrariamente a isso, as mulheres estão aptas a começar numa base de igualdade e dedicar suas energias à criatividade e ao desenvolvimento em vez de lutar para manter a identidade contra a destrutividade do tradicional papel feminino."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Janis Kelly em Sisters in Love: An exploitation of the need for homossexual experience&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-4679763297909621382?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/4679763297909621382/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=4679763297909621382&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/4679763297909621382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/4679763297909621382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2009/02/sobre-importancia-do-amor-entre.html' title='Sobre a importância, para todas as mulheres, da experiência do amor lésbico'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SaRng-QM8LI/AAAAAAAABxc/OcLNeEw7Y7g/s72-c/ATgAAAAyIqDL6O--wOdR1fSkbo2LnDGDah59kzByPaB7NTWS1AdEKJ1JoT0hjME2ZM-GHoI2sMP-2PDmrFA85nZb7jTVAJtU9VAsl1V1pDMtdf5hZSXhBziItR1lEQ.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-2241222473315015788</id><published>2008-12-23T03:43:00.004-04:00</published><updated>2008-12-23T03:53:13.899-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SVCYi5QrAUI/AAAAAAAABss/cGB3TuOLHhI/s1600-h/solanas060308.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282890088159314242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 291px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SVCYi5QrAUI/AAAAAAAABss/cGB3TuOLHhI/s320/solanas060308.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="smller"&gt;Up Your Ass&lt;/h3&gt;&lt;p class="smller"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="smller"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="para"&gt;(trecho da peça de Valerie Solanas)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Bongi: Há uma pequena máxima bem engenhosa - enquanto a mão está balançando o berço ela não balançará o barco.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Ginger: Existem muitas mãos masculinas por aí para fazer qualquer tumulto necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Eu encontrei relativamente várias mãos masculinas peludas e velhas no meu dia, e não é o barco que elas querem agarrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cat: Por que deveria ser? É um mundo de homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Apenas por descuido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginger: Descuido ou não, eu acho que é maravilhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cat: Claro, em um mundo de homem vocês largadas tem a última arma - sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Então por que nós nunca tivemos 1 presidente sexy?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cat: (para Bongi) Por que você não se candidata a presidente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Nah, eu gosto de pensar grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginger: Pessoalmente, eu odiaria ver uma mulher presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cat: Por quê? Mulheres são tão boas quantos os homens em todos os aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Eu já tive o bastante dos seus insultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginger: Bem, quer elas sejam ou não, nós nunca teremos uma. Nunca! Nós nunca tivemos... ("aquela" voz) ...e nunca teremos. Teremos, Russell?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Russell: É impensável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Talvez ser presidente não seria uma idéia tão má: eu poderia eliminar o sistema monetário, e deixar as máquinas fazerem todo o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cat: Obrigada pelo aviso. Terei certeza de não votar em você. Claro, eu gostaria de não precisar de ganha-pão - eu não desejo ter de combinar casamento e uma carreira - mas as largadas podem precisar dele. Você sabe o S no símbolo de dólar? Aquilo significa sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginger: Na verdade, há algo a ser dito pelo sistem de Bongi; homens precisam de tempo ocioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cat: O que eu farei com todo o ócio? Deitar por aí com uma grande ereção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginger: É um pecado amarrar os homens aos trabalhos. Homens são os caçadores...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cat: É, eu tenho feito isso bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ginger: ...os aventureiros; eles deveriam ser livres para sair e inventar e explorar, voar para o desconhecido. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;Russell: E deixar as crianças com as mulheres? Corroer meu filho com femininidade? Nunca! Quando mães não estão competindo estão servindo de mães; você tem que manter o olho nelas de perto. Eu quero que meu filho seja o melhor possível de todos os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Você quer dizer uma mulher mal-feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Russell: Quando ele crescer eu quero ser capaz de apontar para ele e dizer: "Aí vai meu filho - o homem." Eu quero viver em uma cultura masculina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Essa é uma contradição de termos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Russell: Eu quero um ambiente forte, viril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Então por que você não vai se exibir no ginásio YMCA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cat: A guerra dos sexos - ela vem se intensificando por séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Eu sei como nós podemos eliminá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cat: Como?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Já ouviu falar de determinação de sexo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Russell: Nunca! Nunca! Não é natural. Sempre existirão dois sexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Homens são totalmente irracionais; eles não podem ver porque deveriam ser eliminados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Russell: Não! O sistema de dois-sexos precisa estar certo; ele tem sobrevivido por centenas de milhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Assim como a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Russell: Vocês não podem apenas determinar nosso fim. Nós não permitiremos; nós nos uniremos; nós lutaremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Você também pode resignar-se: eventualmente a expressão "fêmeas da espécie" será uma redundância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Russell: Você não sabe o que uma fêmea é, sua monstruosidade assexuada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bongi: Completamente o contrário, eu sou tão fêmea que sou subversiva&lt;/span&gt;. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-2241222473315015788?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/2241222473315015788/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=2241222473315015788&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/2241222473315015788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/2241222473315015788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2008/12/up-your-ass-trecho-da-pea-de-valerie.html' title=''/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SVCYi5QrAUI/AAAAAAAABss/cGB3TuOLHhI/s72-c/solanas060308.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-3790746922726892381</id><published>2008-11-23T15:33:00.007-04:00</published><updated>2009-10-19T13:06:46.681-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='backlash'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anti-feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estudos de gênero'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teoria queer'/><title type='text'>Quando Feministas Tomam Conta de Homens</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SSm9uwv65BI/AAAAAAAABQY/mlQ2XyCdako/s1600-h/ATgAAAD_ezN3n1gis7DFwSdcD6dXT3nUBkVQKXJHDedruZk39f81XAreBDbytL9I_s1M4LfBMAIZwvTT-gIkAxC0pYhzAJtU9VBGasBSK0n1NT7WASrXyGsrZ2kZRw.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271953449871402002" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SSm9uwv65BI/AAAAAAAABQY/mlQ2XyCdako/s320/ATgAAAD_ezN3n1gis7DFwSdcD6dXT3nUBkVQKXJHDedruZk39f81XAreBDbytL9I_s1M4LfBMAIZwvTT-gIkAxC0pYhzAJtU9VBGasBSK0n1NT7WASrXyGsrZ2kZRw.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fesministas tomam conta de homens (e o mundo tal como criado e visionado por homens, realmente):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Quando elas emprestam crédito ou dão mais peso para o que é falado por um feminista que nasceu homem do que para uma feminista que nasceu mulher assim como o patriarcado faz;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Quando questões específicas para aquelas nascidas mulheres são de menor significância, interesse ou importância para elas do que questões específicas para aqueles nascidos homens, apenas como é a verdade das instituições patriarcais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Quando elas escolhem alianças com homens que se auto-identificam como feministas ou pró-feministas à alianças com mulheres feministas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Quando elas falharam em prezar, defender e protejer espaços reservados especificamente para o restabelecimento, construção coletiva e libertação daquelas nascidas mulheres e mulheres marginalizadas dedicadas a essas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Quando elas falharam em distinguir entre essencialismo biológico e acontecimentos encobertos, iluminação e interrogação da única e específica opressão daquelas nascidas mulheres sobre a hetero-supremacia masculina;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Quando elas marginalizam, silenciam ou atacam mulheres que se dedicaram para as questões e interesses daquelas nascidas mulheres, assim como o patriarcado faz;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Quando elas defendem e protegem a criação da pornografia e prostituição e tráfico de mulheres (as quais elas podem chamar de alguma coisa diferente, apenas como o patriarcado faz);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Quando elas vêem noção de irmandade e solidariedade entre mulheres como antiquadas, passadas e retro(ativas) e não protegem e defendem a comunidade das mulheres, comunidade lésbica em particular;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Quando elas participam dos acontecimentos rasurados do "L" em "GLBT" (QDA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Quando elas não vêem nenhum problema com a liderança masculina e/ou a cooptação de organizações feministas, instituições, eventos e estudos e ignoram, silenciam ou atacam mulheres feministas que objetam envolvimento macho e liderança;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Quando elas endossam ou suportam a suplantação de programas, instituições e recursos de 'estudos de mulheres' , com programas, instituições e recursos de estudos de "gênero";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Quando elas falham em reconhecer e vigorosamente advogar por e mentorar jovens brilhantes pessoas nascidas mulheres e ao invés, encorajam e advogam por aqueles nascidos homens;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Quando elas minimizam a significância e importância de separatismo lésbico, separatismo radical feminista, e comunidades separatistas de mulheres em geral, sua importância pro movimento de libertação de mulheres, e então participam em sua tachação e eliminação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Quando elas usam o termo 'o que há no meio das pernas' de uma forma a minimizar ou apagar a significancia e sentido das experiências daquelas nascidas mulheres sob supremacia masculina;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Quando elas rejeitam, silenciam ou anulam, silenciam ou apagam as vidas de mulheres feministas e womanistas que são anciãs e falham em respeitar honrar e defendê-las quando necessário;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Quando falham em reconhecer que mulheres são um povo colonizado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Quando elas falham em investigar e iluminar os mecanismos, dinâmicas e história de colonização emocional, física, espiritual e histórica colonização e subordinação daquelas nascidas mulheres por aqueles nascidos homens;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.Quando elas desacreditam ou minimizam a significância da cultura de mulheres;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Quando elas participam das divisões no meio das mulheres feministas que são causadas em um caminho continuado por auto-identificados homens feministas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. Quando elas são lesbofóbicas, separatista fóbicas e radfem fóbicas.&lt;br /&gt;&lt;img id="m1221882263123" style="CURSOR: default" height="500" alt="" src="http://images.orkut.com/orkut/albums2/ATgAAACTI77xu7sa2X6QvmqlcqCNL37EjO7bXazkeCuAIYsqJ8uBjGgNzXZMDmnuarhIa8uh9rStZJ5UhxPZ4ThYsyVOAJtU9VC_fdHR3enIC_tslAj9_CGa92ABjQ.jpg" width="407" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heart&lt;br /&gt;http://womensspace.wordpress.com/2006/05/12/all-the-ways-feminists-take-care-of-men-1/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-3790746922726892381?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/3790746922726892381/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=3790746922726892381&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/3790746922726892381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/3790746922726892381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2008/11/quando-feministas-tomam-conta-de-homens.html' title='Quando Feministas Tomam Conta de Homens'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SSm9uwv65BI/AAAAAAAABQY/mlQ2XyCdako/s72-c/ATgAAAD_ezN3n1gis7DFwSdcD6dXT3nUBkVQKXJHDedruZk39f81XAreBDbytL9I_s1M4LfBMAIZwvTT-gIkAxC0pYhzAJtU9VBGasBSK0n1NT7WASrXyGsrZ2kZRw.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-6068704870524359348</id><published>2008-10-20T20:36:00.005-04:00</published><updated>2009-10-19T13:01:37.196-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='misoginia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='femicídio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crimes sexistas'/><title type='text'>Eloá E Nayara: mais duas mulheres vítimas da política de Femicídio patriarcal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SP0lcAuyejI/AAAAAAAABPw/cXkEJS9Izjk/s1600-h/eloanayara.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259401103001418290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SP0lcAuyejI/AAAAAAAABPw/cXkEJS9Izjk/s320/eloanayara.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" equiv="Content-Type"&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Generator"&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Originator"&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPAOLO%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Pela segunda-feira a tarde no Estado de São Paulo um rapaz de 22 anos invade o apartamento da ex-namorada armado, portando dois revolveres e uma sacola cheia de balas (munição). No apartamento se encontrava além da ex-namorada Eloá, sua amiga Naiara ambas de 15 anos de idade e dois outros colegas de escola que se encontravam fazendo um trabalho escolar.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Na mesma noite os dois rapazes reféns foram soltos do cativeiro e a amiga Naiara no dia seguinte. Este é considerado o mais duradouro cárcere privado/seqüestro atualmente no Brasil, passando de mais de cem horas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Segundo o próprio seqüestrador o principal motivo que o levou a praticar o crime é que anteriormente em outra situação ele havia acabado o relacionamento com a mesma e ela teria ameaçado se matar colocando uma faca no pescoço exigindo a volta do namoro com ele e ele teria atendido ao seu pedido reatando o relacionamento que já estava se encaminhando para os três anos de namoro. Neste momento Eloá teria acabado o relacionamento e não teria atendido aos pedidos de Lindenberg de voltar com ele, deixando-o revoltado por que quando ela precisou do seu apoio ele teria dado e ela agora não teria feito o mesmo com ele.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Sobre o seqüestro em si a policia afirmou que o rapaz batia frequentemente na garota, a mantinha amarrada e na mira de uma arma, mas como o ato estava sendo considerado um crime passional as autoridades preferiram não tomar nenhuma decisão drástica para não botar em risco a vida de ambos, tanto do seqüestrador, quanto da seqüestrada.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Por se tratar de um crime passional como já foi dito antes, a policia decidiu deixar que a amiga de Eloá (Naiara) voltasse ao cativeiro para que a negociação de libertação da moça fosse agilizado, ato jamais visto em qualquer outra negociação do mundo (a volta de uma refém “menor de idade” para o cativeiro) com todos os riscos de vida eminente.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Após escutar um suposto tiro dentro da casa no final da semana a policia decide invadir o apartamento utilizando uma bomba para a explosão da fechadura da porta, o que teria dado chance e tempo para o seqüestrador atingir as duas garotas a tiros. Eloá foi baleada na área da virilha e na cabeça e sua amiga Naiara no rosto.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Ao final da operação da policia as duas moças foram levadas para o hospital e Lindenberg preso depois de ter resistido brutalmente à prisão. O advogado que o acompanhava durante as negociações abandou o caso dizendo que Lindenberg não cumpriu com a palavra de libertar a ex-namorada quebrando assim a confiança que se estabelecia até então entre eles. O rapaz pode pegar mais de 35 anos de prisão por vários crimes.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;A bala que se alojou no rosto de Naiara foi retirada e a moça se encontra em observação ainda no hospital; já Eloá acabou falecendo de morte cerebral no dia de hoje 19-Outubro-2008, por ter perdido parte da massa encefálica, se sobrevivesse a moça entraria em estado vegetativo para o resto da vida, hoje ainda pela manha sua família toma a decisão de doar seus órgãos. &lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.45pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: right"&gt;Isis dos santos 19-10-2008&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATERIAIS: (panfletos, cartazes) &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SP0mCasUNQI/AAAAAAAABQI/KR3_gZ60CYk/s1600-h/ATgAAACp2Xl2JVPaK3EWItmovgFYriADyq-0Mhg5P_xRGV_KBjwqdmun_zmGOpngr7hknu_yx61fzWKQWwYJ6DttxJNOAJtU9VAwQfYv-Nnqx1RraoEYXm0E7ohK2Q.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259401762805396738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SP0mCasUNQI/AAAAAAAABQI/KR3_gZ60CYk/s320/ATgAAACp2Xl2JVPaK3EWItmovgFYriADyq-0Mhg5P_xRGV_KBjwqdmun_zmGOpngr7hknu_yx61fzWKQWwYJ6DttxJNOAJtU9VAwQfYv-Nnqx1RraoEYXm0E7ohK2Q.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-6068704870524359348?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/6068704870524359348/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=6068704870524359348&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/6068704870524359348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/6068704870524359348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2008/10/elo-e-nayara-mais-duas-mulheres-vtimas.html' title='Eloá E Nayara: mais duas mulheres vítimas da política de Femicídio patriarcal'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SP0lcAuyejI/AAAAAAAABPw/cXkEJS9Izjk/s72-c/eloanayara.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-2243887450675363856</id><published>2008-10-16T02:27:00.003-04:00</published><updated>2008-10-16T02:31:38.155-04:00</updated><title type='text'>Como começa o feminismo 'sexpositive' para Catherine Mackinnon</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;“Começa com a idéia de que as pessoas, mesmo as pessoas que com&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SPbfcl1gDNI/AAAAAAAABOg/bg07Kf0W3QU/s1600-h/1996-Worship-Manhood-LilithAdler.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257635297287474386" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SPbfcl1gDNI/AAAAAAAABOg/bg07Kf0W3QU/s320/1996-Worship-Manhood-LilithAdler.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;o um grupo são pobres e impotentes, fazem o que elas fazem voluntariamente, assim mulheres que posam para a Playboy estão lá por vontade própria. Esquecem as realidades da situação sexual/econômica das mulheres. Quando mulheres expressam nosso livre arbítrio, nós abrimos nossas pernas para uma câmera.Implícito aqui, também, está a idéia de que um corpo físico natural existe, anterior à sua construção social através da observação, o qual pode ser capturado e fotografado, mesmo ou especialmente, quando “em poses atraentes” – essa é uma citação da Filosofia Playboy. Então nos dizem que criticar isto é criticar “idéias”, não o que está sendo feito tanto para mulheres na revista ou para mulheres na sociedade como um todo. Qualquer crítica do que é feito é então taxada de crítica moral, o qual, como liberais sabem, pode envolver quaisquer opiniões ou idéias, e não fatos sobre a vida. Esta edificação defensiva inteira, por ilógico que pareça, depende completamente e coerentemente nas cinco dimensões cardinais do liberal&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;ismo: individualismo, naturalismo, voluntarismo, idealismo, e moralismo. Ou seja: membros de grupos que não têm escolha a não ser viverem a vida como membros de grupos são tomados como se fossem indivíduos únicos; as características sociais são então reduzidas a características naturais; preclusão de escolhas se torna livre arbítrio; realidade material é transformada em “idéias sobre” a realidade; e posições concretas de poder e impotência são transformadas em julgamentos relativos de valor, aos quais pessoas razoáveis podem formar preferências diferentes mas igualmente válidas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;O que eu acabei de descrever é a defesa ideológica da Pornografia. Dadas as conseqüências para as mulheres desta estrutura teórica formal, conseqüências que vivemos diariamente como desigualdade social (sem mencionar sua postura inerente de culpe-a-vítima), eu não acho que possa ser dito que o Feminismo Liberal é feminista. O que ele é, é liberalismo aplicado às mulheres.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;- Catherine McKinnon, Feminism Unmodified: Discourses on Life &amp;amp; Law ( Ed. Catherine MacKinnon., Cambridge: Harvard University Press, 1987, p. 136)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-2243887450675363856?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/2243887450675363856/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=2243887450675363856&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/2243887450675363856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/2243887450675363856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2008/10/como-comea-o-feminismo-sexpositive-para.html' title='Como começa o feminismo &apos;sexpositive&apos; para Catherine Mackinnon'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SPbfcl1gDNI/AAAAAAAABOg/bg07Kf0W3QU/s72-c/1996-Worship-Manhood-LilithAdler.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-638548484019229450</id><published>2008-07-21T04:50:00.006-04:00</published><updated>2008-07-21T05:05:50.759-04:00</updated><title type='text'>Celibato Apaixonado por Sally Cline e A Nova Mulher e a Moral Sexual de Alexandra Kollontai - Trechos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SIROhPhyIuI/AAAAAAAABNQ/iceMJ0CmPGg/s1600-h/Diana%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SIROhPhyIuI/AAAAAAAABNQ/iceMJ0CmPGg/s320/Diana%5B1%5D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225387800667497186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;"Muitas de nós perdemos largas porções de nosas vidas ligadas a alguém, acreditando em outros para nossa validação, nosso valor próprio, nossa estabilidade emocional. Que um alguém, aqueles significantes outros, são muitas vezes parceiros sexuais. É difícil pra mulheres jogarem fora a noção de que nós somos completadas por estarmos atachadas a outro ser humano. . . Para muitas mulheres que escolhem celibato, é em um senso crítico sobre estar só. Sobre estar apta a fazer decisões para uma mesma sem referenciar a alguém mais; para viajar luzes sem ônus sexuais; aprender auto suficiencia e factua o que pode muitas vezes parecer assustador solidão por acreditar em si mesma para achar o caminho que se precisa."&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;"Celibato Passional é uma forma de sexualidade feminina. É a escolha de estar sem um parceiro sexual por razões positivas de caráter pessoal, politico, ou de crescimento espiritual, liberdade e independência. Celibato Passional é uma singularidade que permite mulheres a definir a elas mesmas autonomamente, enquanto que continuando a reter uma rede de conexões, particularmente em termos de outra pessoa e seus ou suas necessidades. É uma forma de prática sexual sem as lutas de poder de um relacionamento sexualmente ativo, que não é nem mantido por nem suporta o mito genital."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;h3 class="smller" style="font-weight: normal; color: rgb(153, 0, 0);"&gt; &lt;/h3&gt; &lt;div class="para"&gt; &lt;i style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;"Nós parecemos viver em uma sociedade sexual, mas não genuinamente sexual, porque uma verdadeira sociedade sexual oferecendo escolhas livres tanto para homens quanto para mulheres seria injuriante para a elite em poder. O que a gente vive é em uma soci&lt;/i&gt;&lt;i style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;edade genital-fixada que comunica mensagens para mulheres que muda de acordo com seu tempo para servir à ordem social. Essas são o que chamo 'mensagens genitais' . Homens prescrevem o que é feminino, o que é sexy, os ditames para o comportamento sexual de mulheres. Em diferentes momentos mulheres são ditas para serem mães quentes, chicas liberadas, ou putas frígidas. Em nenhum momento pode uma mulher livremente escolher estar em regime celibatário como uma forma de comportamento sexual, porque em momento algum pôde uma mulher livremente estar permitida a escolher seu próprio modo de atividade sexual. Homens sempre sublinharam o que era apropriado, decidiram o que era desejável."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Através do celibato uma mulher aprende a controlar sua própria vida, a tomar riscos, a crescer, fazer decisões, a viver por sua própria conta, a valorizar outras mulheres, a ver homens como possíveis amigos e potenciais iguais e não apenas como meramente amantes ou inimigos."&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;"No fim do período vitoriano quase uma entre três mulheres adultas eram solteiras e uma em cada quatro eram não desejosas de se casar."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;traduzido de:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(153, 0, 0);" href="http://www.pinn.net/%7Esunshine/book-sum/celibacy.html" target="_blank"&gt;http://www.pinn.net/~sunshine/book-sum/&lt;wbr&gt;celibacy.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);" id="caption" name="caption"&gt;"É preciso que se abram para a mulher as  múltiplas portas da vida. É preciso endurecer seu coração e foijar sua vontade.  Já é hora de ensinar à mulher a não considerar o amor como a única base de sua  vida e sim como uma etapa, como um meio de revelar seu verdadeiro eu. É  necessário que a mulher aprenda a sair dos conflitos do amor, não com as asas  quebradas e sim como saem os homens, com a alma fortalecida. É necessário que a  mulher aceit&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);" id="caption" name="caption"&gt;e o lema de Goethe: “Saber desprezar o passado no momento em que se  quer e receber a vida como se acabasse de nascer”. Afortunadamente, já se  distinguem os novos t&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);" id="caption" name="caption"&gt;ipos femininos, as mulheres celibatárias para as quais os  tesouros que a vida pode oferecer não se limitam ao amor".&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);" id="caption" name="caption"&gt; (Alexandra Kollontai,  A Nova Mulher e a Moral Se&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);" id="caption" name="caption"&gt;xual)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);" id="caption" name="caption"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);" id="caption" name="caption"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;...para terminar, a nossa sempre queridíssima &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Andrea Dworkin&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SIRRJbP1VpI/AAAAAAAABNY/uY5pisafENk/s1600-h/ATcAAAA_U9gGNLre90ok7tEOY9Iz6vJBQsI79P5Nj7i6V9sp7IGaRge9baLAXX8iqKGdEXmA1yhUUz2ENi18iX8VNR7lAJtU9VBhTSx7j3sH70cmklTdnum20dxtWQ.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SIRRJbP1VpI/AAAAAAAABNY/uY5pisafENk/s400/ATcAAAA_U9gGNLre90ok7tEOY9Iz6vJBQsI79P5Nj7i6V9sp7IGaRge9baLAXX8iqKGdEXmA1yhUUz2ENi18iX8VNR7lAJtU9VBhTSx7j3sH70cmklTdnum20dxtWQ.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225390690031457938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);" id="caption" name="caption"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;div style="color: rgb(0, 51, 0);" class="para"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Um amor romântico, tanto na pornografia quanto na vida real, é a  mítica celebração da negação feminina. Para uma mulher, o amor é definido como  sua boa vontade para se submeter a sua própria aniquilação. A prova de amor é  que ela está disposta a ser destruída por aquele &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;que ela ama, pelo seu bem. Para  as mulheres, o amor é sempre auto-sacrifício, sacrifício de sua identidade,  desejo e integridade de seu corpo; para que satisfaça e se redima diante da  masculinidade de seu amado".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-638548484019229450?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/638548484019229450/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=638548484019229450&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/638548484019229450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/638548484019229450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2008/07/celibato-apaixonado-por-sally-cline-e.html' title='Celibato Apaixonado por Sally Cline e A Nova Mulher e a Moral Sexual de Alexandra Kollontai - Trechos'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SIROhPhyIuI/AAAAAAAABNQ/iceMJ0CmPGg/s72-c/Diana%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-5353006619834987248</id><published>2007-12-31T02:18:00.001-05:00</published><updated>2008-07-21T05:09:39.617-04:00</updated><title type='text'>O Eunuco Feminino</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SIRSR19Ue6I/AAAAAAAABNg/HXVAUb2V7SU/s1600-h/corpointerrogativa.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SIRSR19Ue6I/AAAAAAAABNg/HXVAUb2V7SU/s400/corpointerrogativa.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225391934152145826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 255);font-family:'Futura Bk BT';" &gt;"Afinal, qual é o problema? Quem sabe eu não pudesse fazê-lo. Quem sabe eu não tenha um belo sorriso, bons dentes, bonitos seios, longas pernas, bunda bochechuda, voz sensual. Quem sabe eu não saiba como lidar com os homens e aumentar meu valor no mercado, de modo que as recompensas devidas ao feminino aumentem. Quem sabe, então, eu esteja enjoada da mascarada. Estou enjoada de fingir eterna juventude. Estou cansada de disfarçar minha própria inteligência, minha própria vontade, meu próprio sexo. Estou cansada de espreitar o mundo através de pestanas falsas, de modo que tudo que eu vejo está misturado com uma sombra de cabelos comprados; cansada de sobrecarregar minha cabeça com uma juba morta, incapaz de mover livremente o pescoço, apavorada com a chuva, o vento, receosa de dançar com entusiasmo excessivo para que não sue em meus cachos laqueados. Estou nauseada com o Banheiro Feminino. Estou nauseada de fingir que alguns pronunciamentos auto-importantes de homens fátuos são objeto de minha atenção exclusiva, estou cansada de ir a filmes e peças quando outra pessoa quer, e cansada de não ter opinião própria a respeito de nada. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Estou cansada de ser um travesti. Recuso-me a ser a personificação de um ser feminino. Sou uma mulher, não uma castrada. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 255);font-family:'Futura Bk BT';" &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 255);font-family:'Futura Bk BT';" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 255);font-family:'Futura Bk BT';" &gt;April Ashley nasceu homem. Toda a informação fornecida por genes, cromossomos, orgãos sexuais internos e externos afirmavam a mesma coisa. April era um homem. Mas ele aspirava a ser uma mulher. Ele aspirava ao estreótipo, não abraçar, mas ser. Ele desejava tecidos macios, jóias, peles, maquilagem, o amor e a proteção dos homens. Era impotente. Não podia dde modo algum gostar de mulheres, embora aceitasse particularmente bem encontros homossexuais. Não se julgava um pervertido, ou mesmo um travesti, mas uma mulher cruelmente trasnformada, por meio de um desastre, num homem. Tentou morrer, tornar-se a personificação de um ser feminino, mas finalmente descobriu um médico em Casablanca que apresentou uma alternativa mais aceitável. Ele devia ser castrado, e seu pênis usado como forro de uma fenda construida cirurgicamente, que podia ser uma vagina. Seria estéril, mas isso nunca afetou a atribuição de feminilidade. April voltou para a Inglaterra resplendente. Tratamento maciço de hormonios erradicara-lhe a barba, e formara pequenos seios: ele deixara crescer os cabelos e comprara roupas de mulher durante o tempo que trabalhara como um simulacro de mulher. Ele se tornou um modelo e começou a ilustrar o estereótipo feminino como estava perfeitamente qualificado para fazer, pois era elegante, voluptuoso, belamente tratado, e apaixonado pela própria imagem. Num dia desgraçado casou-se com o herdeiro de um par do reino, o Hon. Arhut Corbett, concretizando a mais elevada realização do sonho feminino, foi viver com ele numa vila em Marbella. O casamento nunca se consumou. A incompetência de April como mulher era a que podemos esperar de um castrato, mas não é muito diferente de todo afinal da impotência de mulheres femininas, que se submetem ao sexo sem desejo, apenas com o prazer infantil de carinho e afeição, que é sua recompensa favortia. Na medida em que o estereótipo feminino permanecer a definição do sexo feminino, April Ahsley será uma mulher, não importando a decisão legal decorrente de seu divórcio.&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 255);font-family:'Futura Bk BT';" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Ela é tanto uma causalidade da polaridade dos sexos como nós somos. Desgraçada, a April Ashleu assexuada é nossa irmã e nosso símbolo."&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="right"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 255);font-family:'Futura Bk BT';" &gt;- Germaine Greer, the female eunuch, trecho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-5353006619834987248?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/5353006619834987248/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=5353006619834987248&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5353006619834987248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5353006619834987248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/12/o-eunuco-feminino.html' title='O Eunuco Feminino'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/SIRSR19Ue6I/AAAAAAAABNg/HXVAUb2V7SU/s72-c/corpointerrogativa.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-8177721327317686974</id><published>2007-12-19T04:44:00.001-05:00</published><updated>2007-12-20T22:06:39.128-05:00</updated><title type='text'>Audre Lorde em Sendo uma Feminista Lésbica Negra</title><content type='html'>Karla Hammond: &lt;strong&gt;Como você define ser uma lésbica? &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jrJZF0vfI/AAAAAAAABIg/eX4N90uT2AY/s1600-h/floetry.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145621120857456114" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jrJZF0vfI/AAAAAAAABIg/eX4N90uT2AY/s320/floetry.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Audre Lorde: &lt;strong&gt;Mulheres-identificadas fortemente onde amor entre mulheres é aberto e possível&lt;/strong&gt;, além do físico em todos meios. Há lésbicas, Deus o sabe...se você for a círculos lésbicos nos 40 e 50 em Nova Iorque...que não eram feministas e não se chamariam a si mesmas feministas. &lt;strong&gt;Mas a verdadeira feminista lida com uma consciencia lésbica tenha ou não qualquer vez dormido com uma mulher.&lt;/strong&gt; Isso realmente &lt;strong&gt;não pode ser definido em termos sexuais somente de qualquer forma nossa sexualidade é tão energizante então porque não aproveitar isso também&lt;/strong&gt;? Mas isso traz pra toda a questão do que erotismo é. &lt;strong&gt;Há tantas formas de descrever "lesbica." Parte da consciencia lésbica é um absoluto reconhecimento do erotico em nossas vidas e, tomando um passo mais a frente, lidando com o erótico não somente nos termos sexuais&lt;/strong&gt; . . .Enquanto irmãs Negras não gostam de ouvir isso, &lt;strong&gt;eu devo dizer que todas mulheres Negras são lésbicas porque nós fomos criadas n&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2joQpF0vdI/AAAAAAAABIQ/FpAKPW9G0ms/s1600-h/rwanda_matriarchy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145617946876624338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2joQpF0vdI/AAAAAAAABIQ/FpAKPW9G0ms/s320/rwanda_matriarchy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;os remanescentes de uma sociedade basicamente matriarcal&lt;/strong&gt; não importando quão oprimidas nós tenhamos sido pelo patriarcado. Todas somos dykes, incluindo nossas mommas. Vamos começar realmente a deixar passar os tabus e sensos comuns. &lt;strong&gt;Eles na real não importam. Estar apta a reconhecer que a função da poesia em qualquer arte é enobrecer e empoderar nós de uma forma que não é separando da nossa vivência, essa crença é África em sua origem.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.english.uiuc.edu/maps/poets/g_l/lorde/feminist.htm"&gt;Hammond, Karla. &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.english.uiuc.edu/maps/poets/g_l/lorde/feminist.htm"&gt;"An Interview with Audre Lorde." American Poetry Review March/April 1980: 18-21.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia o encobrimento em relação a hostilidade à lésbicas está sendo usada na comunidade Negra para obscurescer a verdadeira face do racismo/sexismo. Mulheres negras dividindo laços estreitos umas com as outras, politicamente ou emocionalmente, não são os inimigos dos homens Negros. Muito frequentemente, entretanto, alguns homens Negros tentam regular pelo medo aquelas mulheres Negras que são mais aliadas que inimigas. Essas táticas são expressadas como injúrias de rejeição emocional: "Sua poesia não era tão ruim mas eu não pude levar de boa todas aquelas sapatilhas." &lt;strong&gt;O homem Negro dizendo isso é código - alarmando toda mulher Negra presente interessada em um relacionamento com um homem - e muitas das mulheres Negras estão - que&lt;/strong&gt; (1) &lt;strong&gt;se ela quiser ter seu trabalho considerado por ele ela deve evitar qualqu&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2srIJF0vnI/AAAAAAAABJg/H-RNuV3fdu0/s1600-h/AudreLorde.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5146254418080218738" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="186" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2srIJF0vnI/AAAAAAAABJg/H-RNuV3fdu0/s400/AudreLorde.gif" width="162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;er outra aliança que não com ele e&lt;/strong&gt; (2) &lt;strong&gt;qualquer mulher que desejar manter sua amizade e/ou suporte é melhor que não seja contaminada por interesses identificados com mulheres....Tudo também muitas vezes a mensagem vem alta e clara para mulheres Negras de homens Negros: "Eu sou o único prêmio de valor a ter e não há muitos como eu, e relembre-se, eu posso sempre ir a quaquer outro lugar. Então se você me quer, é melhor permanecer em seu lugar que é sempre o de um outro, ou eu vou chamar a você 'lésbica' e vou varrer você embora." Mulheres Negras são programadas a definirem a si mesmas dentro das atenções masculinas e a competir umas com as outras por isso ao invés de reconhecer e se mover por seus próprios interesses.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tática de encorajar hostilidade horizontal para encobrir mais questões de opressão que pressionam não é algo novo, nem limirado a relações entre mulheres. É a mesma tática usada para encorajar separação entre mulheres Negras e homens Negros. Em discussões em torno de contratação e dispensão de faculdade Negra em universidades, o encargo&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jrJZF0veI/AAAAAAAABIY/Tx0X4iPPXdY/s1600-h/nuns.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145621120857456098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jrJZF0veI/AAAAAAAABIY/Tx0X4iPPXdY/s320/nuns.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; é frequentemente ouvido que mulheres Negras são mais facilmente contratadas que homens Negros. Por essa razão, os problemas das mulheres Negras são mais facilmente considerados que os dos homens Negros. Por esta razão,problemas das mulheres Negras de promoção e permanência não são considerados importantes uma vez que elas estão apenas "tomando os empregos dos homens Negros." Aqui novamente, energia está sendo gasta em lutar uns aos outros em cima de lamentável poucas migalhas permitidas a nós ao invés de ser usado, juntando forças para lutar por uma proporção maior de faculdade Negra. O devir poderia ser uma batalha vertical contra polícias racistas da estrutura acadêmica mesma, algo que poderia resultar em verdadeiro poder e mudança. &lt;strong&gt;É a estrutura no topo que deseja imodificação e esta mesma que lucra de aparentes guerras de cozinha sem fim.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.english.uiuc.edu/maps/poets/g_l/lorde/feminist.htm"&gt;Lorde, Audre. "Arranhando a superfície: Algumas Notas nas Barreiras para Mulheres e Amor." Sister Outsider: Essays and Speeches. Freedom, CA: Crossing Press, 1984. 45-52.&lt;/a&gt;)&lt;a href="http://www.english.uiuc.edu/maps/poets/g_l/lorde/feminist.htm" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-8177721327317686974?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/8177721327317686974/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=8177721327317686974&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/8177721327317686974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/8177721327317686974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/12/audre-lorde-em-sendo-uma-feminista.html' title='Audre Lorde em Sendo uma Feminista Lésbica Negra'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jrJZF0vfI/AAAAAAAABIg/eX4N90uT2AY/s72-c/floetry.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-8146391409498925091</id><published>2007-12-19T03:43:00.000-05:00</published><updated>2007-12-19T04:26:46.291-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.thevillager.com/villager_188%20/6th.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 223px; CURSOR: hand; HEIGHT: 352px" height="394" alt="" src="http://www.thevillager.com/villager_188%20/6th.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Não há Hierarquias de Opressão, por Audre Lorde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;[&lt;span lang="EN" style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-: ENfont-family:'Times New Roman';color:#3333ff;"  &gt;&lt;a title="There Is No Hierarchy of Oppressions by Audre Lorde" href="http://hymes.wordpress.com/2007/09/04/there-is-no-hierarchy-of-oppressions-by-audre-lorde/"&gt;There Is No Hierarchy of Oppressions by Audre Lorde&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;]&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Eu nasci Negra, e mulher.&lt;/strong&gt; Eu estou tentando me tornar a pessoa mais forte. Eu posso voltar a viver a vida que me foi dada e ajudar em mudança efetiva em torno de um futuro vivível para essa terra e para minhas crianças. &lt;strong&gt;Como uma Negra, lésbica, feminista, socialista, poeta, mãe de duas crianças incluindo um garoto e membra de um casal interacial&lt;/strong&gt;, eu usualmente acho a mim mesma parte de algum grupo no qual a marjoritariedade define-me como desviante, difícil, inferior ou apenas sendo ´errada´. Pela minha pertença em todos esses grupos &lt;strong&gt;eu aprendi que opressão e intolerância da diferença vem de todas formas e tamanhos e cores e sexualidades:&lt;/strong&gt; e dentre aquelas de nós que dividem os objetivos da libertação e um futuro trabalhável para nossas crianças, onde possa não existir hierarquias de opressão. Eu aprendi que sexismo (a crença em superioridade inerente de um sexo sobre todos outros e então seu direito a dominância) e heterosexismo (a crença na superioridade inerente de um modelo de amor sobre todos outros e então seu direito a dominância) ambos nascidos da mesma fonte como racismo - a crença em superioridade inerente de uma raça sobre todas outras e então seu direito a dominância. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;“Oh - diz uma voz da comunidade Negra: - mas ser negro é NORMAL!” Bem, eu e muitas pessoas Negras da minha idade podem lembrar amargamente os dias quando não costumava ser!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Eu simplesmente não acredito que um&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jb0pF0vaI/AAAAAAAABH4/9AUsxeTcJqo/s1600-h/audre_poster.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145604271700753826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px" height="281" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jb0pF0vaI/AAAAAAAABH4/9AUsxeTcJqo/s320/audre_poster.jpg" width="274" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt; aspecto de mim pode possivelmente lucrar da opressão de qualquer outra parte de minha identidade.&lt;/strong&gt; Eu sei que meu povo não pode possivelmente lucrar da opressão de qualquer outro grupo que deseje o direito a existência pacífica. Ao invés disso, nós diminuimos nós mesmas por negarmos a outros o que nós vertemos sangue para obter para nossas crianças. E aquelas crianças precisam aprender que elas não tem que se tornar iguais umas as outras de forma a trabalhar juntos por um futuro que elas irão compartilhar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Os ataques crescentes sobre lésbicas e homens gays são apenas uma introdução aos crescentes ataques sobre pessoas Negras&lt;/strong&gt;, para onde quer que seja manifestos de opressão em si mesmos nesse país, Pessoas negras são vítimas potenciais. &lt;strong&gt;E esse é o estandarte do cinismo da direita encorajar membros de grupos oprimidos a agir uns contra os outros&lt;/strong&gt;, e por tanto tempo a gente é dividido por causa de nossas identidades particulares nós não podemos juntar-nos todos juntos numa ação política efetiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Dentro da comunidade lésbica eu sou Negra, e dentro da comunidade Negra eu sou lésbica. Qualquer ataque contra pessoas Negras é uma questão lésbica e gay porque eu e centenas de outras mulheres Negras somos partes da comunidade lésbica. Qualquer ataque contra lésbicas e gays é uma questão Negra, porque centenas de lésbicas e homens gays são Negros. Não há hierarquias de opressão. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://www.now.org/store/images/items/bt-ysw.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 195px; CURSOR: hand; HEIGHT: 173px" height="280" alt="" src="http://www.now.org/store/images/items/bt-ysw.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não é acidental que o Ato de Proteção à Família, que é virulentamente anti-mulher e anti-Negro, é também anti-Gay. Como pessoa Negra, eu sei quem meus inimigos são, e quando o Ku Klux Klan vai à corte em Detroit e tenta e força o Conselho de Educação de remover livros o Klan acredita “induzir a homosexualidade,” &lt;strong&gt;quando eu sei que eu não posso me dar o luxo de lutar apenas uma forma de opressão somente.&lt;/strong&gt; Eu não tenho como acreditar que liberdade de intolerância é direito de apenas um grupo particular. &lt;strong&gt;E eu não posso escolher entre as frentes em que eu devo batalhar essas forças da discriminação, onde quer que elas apareçam pra me destruir.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;E quando elas aparecem para me destruir, não durará muito para que depois eles aparecerem pra destruir você.&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jjUJF0vcI/AAAAAAAABII/jbjh_6uKTaY/s1600-h/AudreLorde.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145612509448027586" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 105px; CURSOR: hand; HEIGHT: 122px" height="140" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jjUJF0vcI/AAAAAAAABII/jbjh_6uKTaY/s200/AudreLorde.jpg" width="105" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;(&lt;/em&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Audre_Lorde"&gt;&lt;em&gt;Audre Lorde&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, ativista, poeta e escritora, faleceu em 1992 após 14 anos de luta contra seu câncer de mama, é uma referência maior de uma feminista negra radical e lésbica radical negra. Leia mais no artigo intitulado &lt;/em&gt;&lt;a href="http://enrebeldia.blogspot.com/search?q=A+transforma%C3%A7%C3%A3o+do+sil%C3%AAncio+em+linguagem+e+em+a%C3%A7%C3%A3o%5B1%5D+"&gt;&lt;em&gt;Transformação do Silêncio em Linguagem e Ação&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2ji85F0vbI/AAAAAAAABIA/f61h36hInpQ/s1600-h/AudreLorde.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-8146391409498925091?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/8146391409498925091/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=8146391409498925091&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/8146391409498925091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/8146391409498925091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/12/no-h-hierarquias-de-opresso-por-audre.html' title=''/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R2jb0pF0vaI/AAAAAAAABH4/9AUsxeTcJqo/s72-c/audre_poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-4890183578317459589</id><published>2007-12-11T11:12:00.000-05:00</published><updated>2007-12-11T12:22:57.558-05:00</updated><title type='text'>Tribadismo: A Arte do friccionamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATkJG4AI/AAAAAAAABHI/5U6oA_XMBgQ/s1600-h/lesles2.PNG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142759266855608322" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="141" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATkJG4AI/AAAAAAAABHI/5U6oA_XMBgQ/s320/lesles2.PNG" width="199" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;Tribadismo: A Arte do friccionamento. Uma antigua prática lesbiana &lt;span style="font-size:85%;"&gt;por Valeria Flores&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;* &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;publicado em 23 de outubro de 2003 em safo piensa lista&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R169tEJG34I/AAAAAAAABGI/egOjyqLsrzs/s1600-h/les5.PNG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142756406407389058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="116" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R169tEJG34I/AAAAAAAABGI/egOjyqLsrzs/s320/les5.PNG" width="224" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pouco conhecemos, ou quase nada, acerca de como viviam as mulheres que tinham relações erótico/sexuais/afetivas com outras mulheres, em épocas em que a sexualidade das pessoas não indicava uma sexualidade sexual determinada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Judith Brown[i]&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;concebe que “as dificuldades conceituais que os comtemporâneos tinham com re&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATEJG38I/AAAAAAAABGo/snEA9x7I9g4/s1600-h/47659.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142759258265673666" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="217" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATEJG38I/AAAAAAAABGo/snEA9x7I9g4/s320/47659.jpg" width="156" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;speito a sexualidade lesbiana se refletem na carência de uma terminologia adequada. A sexualidade lesbiana não existia; portanto, tampouco existiam lesbianas. Uma vez que a palavra “lesbiana” aparece uma vez no século XVI na obra de Brantome, não foi de uso corrente até o XIX, e inclusive então foi aplicada antes a certos atos em lugar de uma categoria de pessoas. Ao carecer de um vocabulário e de conceitos precisos, se utilizou uma larga lista de palavras e circunlocuções pra descrever o que as mulheres, ao parecer, faziam: masturbação mútua, contaminação, fornicação, sodomia, corrupção mútua, coito, copulação, vício mútuo, profanação e atos impuros de uma mulher com outra. E no caso de chaamres de algum modo àquelas que faziuam essas terríveis coisas se chamavam ‘fricatrices’, isto é, mulheres que friccionavam umas com as outras ou “tribadistas”[tribades], o equivalente grego a esta mesma ação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Tribadismo significa “&lt;b&gt;ela que roça&lt;/b&gt;” e faz referência a uma prática sexual entre duas mulheres em que elas se apoiam os corpos e pactuam peitos com peitos, vulva com vulva, e começam a contorsear-se, esfregando-se mutuamente os clitóris até chegar ao orgasmo simultâneo. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATUJG3-I/AAAAAAAABG4/RWu5PZqPLLQ/s1600-h/180px-18thcenturylesbian.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142759262560640994" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATUJG3-I/AAAAAAAABG4/RWu5PZqPLLQ/s320/180px-18thcenturylesbian.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso país (Argentina) no século XX, podemos observar a partir de alguns documentos, o temor da expansão do tribadismo. Jorge Salessi, em seu estudo original sobre como operou a homosexualidade na constituição do estado nacionl argentino, diz acerca da homosexualidade feminina, “...nas formas de representação de uma homossexualidade das mulheres, por exemplo, se faz evidente a propagação exagerada de um &lt;b&gt;pânico homossexual&lt;/b&gt;, uma ansiedade cultural produzida, promovida e utilizada para controlar e estigmatizar populações consideradas perigosas pela cultura patriarcal e burguesa hegemônica”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O autor aprofunda em como a educação nacionalista [iv] cumpriu um papel fundamental em combater o erotismo entre mulheres, chamando os naquela época de tribadismo, uranismo e/ou fetiquismo. Segundo Salessi "tribadismo", significava práticas sexuais entre mulheres, ademais de "hábitos" ou comportamentos definidos como incorretos para seu sexo biológico. Esses costumes ou prácticas sexuais eram, segundo os pedagogos e criminólogos argentinos, aprendidas especialmente no meio insalubre das escolas e colégios de monjas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Por exemplo, em José Ingenieros[v] se revela uma aguda preocupação pela ho&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATUJG3_I/AAAAAAAABHA/cFhvnSR3HXc/s1600-h/lesles.PNG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142759262560641010" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="130" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATUJG3_I/AAAAAAAABHA/cFhvnSR3HXc/s320/lesles.PNG" width="163" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;mosexualidade feminina. Ele argumenta que “a homosexualidade se bem não era tão comum na mulher, o era entre mujeres de certa educação”. Ingenieros escreveu: “...a inversão se observa menos frequentemente nas mulheres; a educação e o meio são pouco propícios ao desenvolvimento do 'tribadismo', &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;sendo menos raro entre mulheres independentes de toda trava social&lt;/b&gt; (artistas, intelectuais, etc).&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt; Nas jovens se observa muitas raras vezes, uma vez que a inversão sentimental ou romântica é muito frequentemente nos colégios e internatos femininos&lt;/b&gt;” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Em 1910, Ingenieros ofereceu a historia de una mulher que "no convento onde foi educada contraiu hábitos de tribadi&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R169tUJG35I/AAAAAAAABGQ/KxxoG25QpCk/s1600-h/les.PNG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142756410702356370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 189px; CURSOR: hand; HEIGHT: 116px" height="163" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R169tUJG35I/AAAAAAAABGQ/KxxoG25QpCk/s320/les.PNG" width="246" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;smo que persistiram ao sair dali: era uma maria-macha completa, tratava a suas condiscípulas como se ela fosse um homem e se dedicava a enamorá-las ou seduzí-las, para que se submetem-se a suas práticas tribadistas”. Explica Salessi que a única dessas práticas a que aludiu este criminólogo foi a do "onanismo recíproco" porém sem especificar como se masturbavam essas mulheres entre si. A reticência destes homens da ciência a descrever práticas sexuais entre mulheres (especialmente a comparar-la com a riqueza de detalhes com que descreveram as práticas sexuais entre homens) foi uma característica recorrente do discurso desta ciência sexual argentina&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;. Uma vez mais, as relações eróticas entre mujeres nem sequer foram enunciadas, destinando-as ao campo do impensável, do indizivel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;“No Livro de maneiras, escrito na modernidade precoce, o bispo Etienne de Fougere argumenta que o coito entre mulheres é tão absurdo como abominpavel, outorgando por exemplo de semelhante estupidez o ato de tentar pescar com vara sem ter a vara (o que leva a sentenciar que o ato sexual entre lesbianas não é mais que um esforço inútil, desgaste de energias, ação desnecessária, etc.)” . Esse sem-sentido pode explicar-se parcialmente pelo contexto dentro do qual o "sexual" ha adquirido "sentido”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;O estatu&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R169t0JG37I/AAAAAAAABGg/Z9CO5UgO-l8/s1600-h/1801230584_6121e0b507.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142756419292290994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="219" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R169t0JG37I/AAAAAAAABGg/Z9CO5UgO-l8/s320/1801230584_6121e0b507.jpg" width="280" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;to ontológico de sexo se planta através do duo penis-penetração; portanto, a ausência de tal par nos remete a que a razão de ser do ato "sexual" desaparece em quanto tal. Que estatuto se lhe poderia adjudicar à atividade sexual entre lesbianas?&lt;br /&gt;Se o sexo se tem entendido enquanto equivalente do par penis-penetração, a pergunta que aparece é: que poderiam fazer as lesbianas para que tais atos adquiram o estatuto de "sexuais"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;? Uma forma de começar a desarmar esta pergunta pode consistir em pensar a seguinte fórmula: "Penetrar versus Atritar". &lt;b&gt;Tanto a penetração como a descarga do sêmem tem tido bastante relevância em diversas tradições religiosas e seculares, pelo que se tem entendido que o atritamento entre lesbianas é uma “copulação falida"&lt;/b&gt;. Isto nos leva a revisar a assimetria fundamental que se depreende de outro duo: &lt;b&gt;atividade-passividade, em que a atividade/penetração está associada com o masculino enquanto que a passividade/penetrada ao feminino. As práticas lesbianas como o tribadismo descolocam este sistema categorial, o desloca, e a lesbiana acaba fora da ordem do discurso.&lt;/b&gt; Se pensamos a penetração em termos extra-"pênicos” abrimos interrogantes, como por exemplo, como administrar entre lesbianas o par atividade-passividade sem remeter ao masculino ‘penetrar’ nem ao feminino ‘penetrada’?, ou qual é o estatuto ontológico que se haveria de outorgar a um dildo cuja "masculinidade" (se atributo for adjudicavel) não pertencesse nem a um nem a outra?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R169tkJG36I/AAAAAAAABGY/3BuOUwAgdLc/s1600-h/1800393491_3e0bcb2ba9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142756414997323682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R169tkJG36I/AAAAAAAABGY/3BuOUwAgdLc/s320/1800393491_3e0bcb2ba9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Rastrear na história de silêncios as pistas das relações entre mulheres, da paixão entre mulheres, das formas que se tiveram designado o erotismo entre mulheres, entre as que se encontra o tribadismo, é uma convocatória a redescobrir a dimensão histórica de nosso desejo, suas lutas por sobrevivência e pervivência.&lt;b&gt; É necessário compreender que a proliferação dos prazeres e a difusão de uma economia erótica não-falocêntrica afeta o sistema heteropatriarcal, ele que está intimamente ligado ao capitalismo, cuja base controlada é a família tradicional. O lesbianismo ataca essa base econômica e ademais desestabiliza o controle demográfico, base de suas previsões sociais. Por isso que o oculta e nega, apesar da ignorância a que é submetido o desejo lésbico, há que celebrar que segue palpitando no corpo de muitas mulheres. As mulheres que tiveram expressado sua paixão por outras mulheres, através das épocas, tiveram lutado e foram mortas antes que negar essa paixão.&lt;/b&gt; A síntese do lesbianismo e feminismo (dos movimen&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R169s0JG33I/AAAAAAAABGA/W7ybVbX6y6Q/s1600-h/Franz_von_Bayros_003.jpg"&gt;&lt;/a&gt;tos teórico/políticos centrados e impulsionados por mulheres), intenta-se revelar e acabar com o mistério e silêncio que rodeia o lesbianismo. Esta análise é uma pequena &lt;b&gt;incisão contra essa esfera do silêncio e segredos que apresenta a impossibilidade de adjudicar um espaço discursivo às relações sexuais entre mulheres.&lt;/b&gt; E faço próprias as palavras da feminista afroamericana Cheryl Clarke, “dedico esta obra a todas as mulheres ocultadas pela história cujo sofrimento e triunfo tem feito possível que eu possa decidir meu nome em voz alta. “&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;NOTAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;[i] Brown, Judith (1989). Afetos vergonhosos Sor Benedetta: entre santa e lesbiana. Ed.Crítica, Barcelona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ii] Salessi, Jorge. (2000). médicos, maleantes y maricas. Beatriz Viterbo Editora. Rosario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[iii]A noção de pánico homosexual é citada por Salessi, a quem a retoma de Eve Sedgwick em &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;ct=res&amp;amp;cd=3&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fscielo.php%3Fpid%3DS0104-83332007000100003%26script%3Dsci_pdf%26tlng%3Dpt&amp;amp;ei=FMFeR5rgGpyEgAKv__nIDw&amp;amp;usg=AFQjCNH97pVUiv3ebVU4bkVkCzBSWz0h2A&amp;amp;sig2=rbORnK-4EHa_pZRuod8fEg"&gt;Epistemologia do armário&lt;/a&gt;. Sedgwick explica que especialmente na segunda metade do século desenove, a produção e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt; utilizaçã do pânico homosexual serviu para a perseguição de uma nascente minoria de homens que se identificavan a si mesmos como homosexuais mas também, e especialmente para regular os laços homosociaies &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATEJG39I/AAAAAAAABGw/QEsx9AJUAgw/s1600-h/ATgAAAColealgHESQI8fBqSJIdcZVaQ9ReCC8X8GqFtTKP7mEEvyuSQQnpIpJzja8FF5A4Rq0rHsqL-5BgFXJxkC5LJ6AJtU9VBu-EvxOgriNAx6HeOjvD-Ok1jH6Q.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142759258265673682" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="232" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATEJG39I/AAAAAAAABGw/QEsx9AJUAgw/s320/ATgAAAColealgHESQI8fBqSJIdcZVaQ9ReCC8X8GqFtTKP7mEEvyuSQQnpIpJzja8FF5A4Rq0rHsqL-5BgFXJxkC5LJ6AJtU9VBu-EvxOgriNAx6HeOjvD-Ok1jH6Q.jpg" width="191" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;entre todos los homens, laços que estruturam toda a cultura, o ao menos toda a cultura pública e heterosexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[v] Médico e escritor argentino, 1877-1925.&lt;br /&gt;[vi] “Um passeio por afora do discurso: que fazem as lesbianas na cama?”. Susana Draper. Extraído da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[vii] "Um ato de resistência" por Cheryl Clarke, extraído de la Recopilación sobre lesbianismo y homosexualidad masculina, realizada por Jorge Horacio Raices Montero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;* Valeria Flores &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:valeriaflores@ciudad.com.ar"&gt;&lt;span style="color:#cc00ff;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;valeriaflores@ciudad.com.ar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&gt;&lt;br /&gt;Feminista Lesbiana&lt;br /&gt;Colectiva feminista La Revuelta&lt;br /&gt;Neuquén - Argentina&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DISCUSSÃO:&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu entendo que a negação da sexualidade da mulher cosntitui uma das formas de violência contra ela conforme adrienne rich lista em seu artigo compulsory heterosexuality and lesbian existence. A negação lésbica na história se cosntitui numa estratégia de política de femicidio simbólico, no campo discursivo de acesso de um fenômeno a configuração real, discurso como verbalização e oficialização, reconhecimento e visibilidade, debate. O Não-reconhecimento da sexualidade na mulher ou na lesbiana é uma forma de alienar nossos corpos de nossas buscas de autonomia, é colocar esse corpo sob a validação societal por meio do intercurso, só o intercurso ou uma agencia externa nos define enquanto sexuais, só é sexo e sexualidade se pressupor heterosexualidade ou sua mímica nisso entrando dildos e penetração (não que considere penetração sempre imitação eu mesma não entendia dedada como penetração mas quando vi que muitas lésbicas sentiam dor e não curtiam comecei a pensar sobre as implicações de se compreender dedada como penetração e imposição heterocentrica ou pelo menos hábito influenciado pelo heterocentrismo quando tantas mulheres nao se adaptam a ela...e eu mesma comecei a ver que dedada virou parte do conjunto de estimulos e não a finalidade ou o meio predominante de chegar a orgasmo e várias mulheres tem dificuldade apesar de ser um estimulo ótimo) essas tentativas de cópia dos postulados sexuais normativos onde mulheres não andam se adaptando podem constituir-se numa investida de cidadania primária sexual em que lesbianas e gays se engajam, tentando entrar de alguma forma no estatuto de sexo oferecido, meio que nos fazendo cópias fracas do sexo heterosexual. Ainda mais o sexo lesbiano, que tem toda uma descrença generalizada recaindo sobre ele...Ao mesmo tempo coloca essa coisa misógina entre mulheres, mulheres não se acreditam capazes de satisfazer um corpo feminino, não sentem serem capazes de satisfazer a si mesmas, e dada a pobreza dos modelos de sexualidade oferecidos pela sociedade, a garota fala que é heterosexual por não se interessar pela possibilidade lésbica. Isso porque lesbianidade é propagado como sexualidade quando não se trata de sexualidade embora envolva também isso e sexualidade expresse muita coisa (Wittig diria que mulheres e lesbianas são muito visíveis como seres sexuais porque fomos sempre reduzidas a sexo e função sexual, logo a extrema sexualização lésbica é uma forma de sexismo também mesmo que lésbicas da 3a onda digam que a carência de enfoque na sexualidade lésbica ou em uma sexualidade lésbica agressiva represente a negação da sexualidade da mulher, o igualitarismo como machista por dizer que mulheres são mais doces e seu sexo também, e que politizar lesbianidade é invisibilizá-la por outro lado segundo estas, mas eu considero anti feminismo dizer que o pessoal e privado não é político, sexo pra mim é muito político mas fazer sexo por si só não tá construindo uma grande revolução pra coletividade...). Então frente a tantas dificuldades, lá vão as garotas lutar com o intercurso, tentar se encaixar nisso...Eu acredito que modelo sexualidade lesbiana deveria ser considerada uma das políticas fundamentais de reeducar e recuperar o corpo feminino tão estigmatizado e violentado por séculos de história, as marcas das intervenções colonizatórias. Como essa intervenção não age também num meio tão importante quanto lesbianidade? Eu acho que lesbiandiade deve ser sempre considerado algo sério e debatido por ser uma ferramenta tão importante pra feministas, vejo lesbianidade como um projeto de vida pautado numa ética feminista, lesbianidade pra mim é uma ideologia. As imagens pornográficas atuam distorcendo a parte da lesbianidade que diz respeito a sexualidade (sexualidade é sempre fundamental na vida humana embora não queira dizer que seja compulsório quando digo fundamental, o celibato é uma postura da sexualidade diria muito revolucionária) e assim dificultando ainda mais a cidadania desse corpo. Pra isso recomendo uma olhada e lida no &lt;a href="http://www.kamasutralesbico.net/kamasutralesbico_el_proyecto.pdf"&gt;artigo&lt;/a&gt; do site &lt;a href="http://www.kamasutralesbico.net/index.swf"&gt;KamaSutraLésbico&lt;/a&gt; que é um projeto educativo erótico de visibilidade e promoção de autonomia sexual de mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;outras referências:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(percebi que há quem defina tribadismo como prática de friccionamento clitoral geral, mas há quem diga que isso é para roçamento de genitálias, há também o termo siscoring ou tesourinha mas no portugues já me disseram que é outra coisa)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tribadismo" target="_blank"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tribadismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://songweaver.com/info/bonobos.html" target="_blank"&gt;http://songweaver.com/info/bonobos.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tribadism" target="_blank"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Tribadism&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://answers.yahoo.com/question/index?qid=20071012211100AAoRUSZ" target="_blank"&gt;http://answers.yahoo.com/question/index&lt;wbr&gt;?qid=20071012211100AAoRUSZ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lesbianlife.about.com/od/lesbiansex/f/Tribadism.htm" target="_blank"&gt;http://lesbianlife.about.com/od/lesbian&lt;wbr&gt;sex/f/Tribadism.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lesbianlife.about.com/od/lesbiansex/a/tribadismq.htm" target="_blank"&gt;http://lesbianlife.about.com/od/lesbian&lt;wbr&gt;sex/a/tribadismq.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;orkut também é otimo:&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25356664"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=16945392"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=16945392&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para"&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25356664"&gt;http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25356664&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-4890183578317459589?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/4890183578317459589/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=4890183578317459589&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/4890183578317459589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/4890183578317459589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/12/tribadismo-arte-do-friccionamento.html' title='Tribadismo: A Arte do friccionamento'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R17ATkJG4AI/AAAAAAAABHI/5U6oA_XMBgQ/s72-c/lesles2.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-3901384811332528589</id><published>2007-11-25T07:48:00.000-05:00</published><updated>2007-11-25T07:52:41.556-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Moradores sabiam que menina estava em cela de homens no Pará &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da rua em frente à delegacia de polícia de Abaetetuba, 130 km de Belém, tem-se visão ampla da carceragem, um galpão de 80 metros quadrados, três banheiros minúsculos e uma cela de segurança, separados da cidade livre apenas por um portão de grades enferrujadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi lá que, durante pelo menos 20 dias, uma menina de 15 anos, L., acusada de tentativa de furto, permaneceu encarcerada com mais de 30 homens, submetida a abusos sexuais, violência e estupros seguidos, que só tiveram fim no dia 15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Era um show isso daqui. Todo mundo sabia que a menina estava lá no meio daqueles homens todos, mas ninguém falava nada", disse uma mulher na delegacia, sexta-feira à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Antes de comer, os presos se serviam dela", lembra inflamada outra mulher, falando alto bem em frente à sala do delegado de plantão. Refere-se ao fato de os presos obrigarem a menina a praticar sexo como condição para lhe darem alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ela gritava e pedia comida para quem passava, chamava a atenção para si, e, como ela era conhecida por aqui, não dava para ignorar", afirma outra.&lt;br /&gt;Nos bastidores do governo federal, em Brasília, existe a convicção de que o caso configura-se em uma das mais graves violações dos direitos humanos, uma ofensa ao Estatuto da Criança e do Adolescente, além de ferir os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais constrangedor, porém, é que todo esse horror foi patrocinado por instituição do Estado (a Polícia Civil) comandada pela petista Ana Júlia Carepa, governadora do Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L. não poderia estar no sistema penitenciário, menos ainda sob acusação de tentativa de furto e, pior, presa entre homens. "Só se pode internar um adolescente por violência, grave ameaça ou prática reiterada de delito grave, o que não era o caso", diz a advogada Márcia Ustra Soares, 42, da subsecretaria de promoção dos direitos da Criança e do Adolescente da Presidência da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os presos até que tentaram camuflar a presença daquele corpo estranho no meio de tantos homens. "Minha filha tinha cabelos lindos e encaracolados que iam até o meio das costas", diz a mãe biológica. "Cortaram o cabelo dela com um terçado [facão], para disfarçar que se tratava de uma menina. Cortaram é modo de dizer, escalpelaram a minha filha." Mas não funcionou.&lt;br /&gt;L. continuou vestindo as roupas que usava ao ser presa --sainha curta e blusinha que deixava evidentes os seios adolescentes. Seu corpo mirrado, com menos de 1,40 m, tampouco permitia que ela fosse enfiada nas roupas de seus companheiros de cela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carceragem onde a menina ficou trancada agora está quase vazia --os homens presos que conviveram com ela foram todos removidos para penitenciárias próximas. Apenas um jovem de 19 anos, Landrisson André Santos Mauegi, acusado de tentativa de furto de uma bicicleta, estava detido no local na sexta-feira (ele foi parar lá depois da libertação de L.). A mãe de Landrisson, Maria Santos, 75, vai ao local todos os dias para levar sanduíches, cigarros e conforto ao seu caçula. Nem precisa passar pelo carcereiro. Basta esticar o braço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se era tão flagrante a identidade feminina e quase infantil de L., por que ninguém denunciou antes? "Medo de morrer. Aqui todo mundo tem medo", diz a tia de um dos presos transferidos. "Se a delegada põe uma menina na cela com os homens, e a juíza mantém ela lá, quem sou eu pra denunciar. Aliás, denunciar para quem?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A delegada a que se refere a mulher é Flávia Verônica Pereira, responsável pela prisão em flagrante de L. A juíza é Clarice Maria de Andrade.&lt;br /&gt;No dia 14, finalmente, o Conselho Tutelar de Abaetetuba recebeu uma denúncia. &lt;strong&gt;Anônima&lt;/strong&gt;. A delegada foi afastada de suas funções no dia 20 e a juíza está sendo investigada pela Corregedoria de Justiça. A Folha tentou sem sucesso contatar ambas por telefone na sexta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"quem sou eu pra denunciar. Aliás, denunciar para quem"&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O silêncio no patriarcado é oq o mantém. Pelas milhares de irmãs estupradas, assassinadas, escravizadas, violentadas todos os dias, não abaixes mais a cabeça. O silêncio só fortalece o opressor, não caia mais nas suas mentiras que te fazem conseguir fechar os olhos.&lt;br /&gt;Denuncie, expresse, inconformize-se, liberte, escreva, repudie, reaja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem da folha&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-3901384811332528589?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/3901384811332528589/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=3901384811332528589&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/3901384811332528589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/3901384811332528589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/11/moradores-sabiam-que-menina-estava-em.html' title=''/><author><name>smelly cat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16117018724328789364</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-704853708110165507</id><published>2007-11-20T22:00:00.000-05:00</published><updated>2007-11-20T22:52:43.240-05:00</updated><title type='text'>Prescrutando as fundações do Patriarcado na obra de Marques de Sade</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R0Ofu028LkI/AAAAAAAABFw/jtyVXAS6bmY/s1600-h/sadedraws.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135123626944376386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R0Ofu028LkI/AAAAAAAABFw/jtyVXAS6bmY/s400/sadedraws.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os textos de Sade exploraram os limites mais extremos da sexualidade, que certamente constitui uma das dimensões mais importantes da vida privada, e ainda hoje essas explorações definem os limites da consciência moderna por vários aspectos. Será uma coincidência que as principais obras de Sade tenham sido compostas entre 1785 e 1800 (com algumas outras datando dos anos que antecedem sua morte em 1814)? &lt;em&gt;[*período concomitante à Revolução Francesa].&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:15;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Nos primeiros anos de Donatien Alphonse François de Sade, nada nos permite antever o futuro autor de &lt;em&gt;Justine&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;La Philosophie dans le boundoir&lt;/em&gt; [A filosofia na alcova] e das &lt;em&gt;Cent vingt jounées de Sodome&lt;/em&gt; [Cento e vinte dias de Sodoma]. O jovem Sade estudou em Louis-le-Grand, antes de ingressar no Exército real, à semelhança de muitos jovens nobres e futuros herdeiros de títulos de nobreza. Casou-se aos 23 ans e, nos meses seguintes, ficou preso em Vincennes por ordem régia, devido a "devassidão excessiva",i&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;nício de uma longa carreira de libertinagem pontuada por encarceramentos. Entre 1778 e 1790, ele passou onze anos em Vincennes e na Bastilha, e depois de 1801 não tornaria a sair da prisão (entre 1803 e 1814 ficaria em Charenton). &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Apesar das suas origens nobres, Sade sobreviveu à Revolução de Paris, escrevendo peças e até trabalhando como funcionário (secretário da seção de Piques), antes de permanecer vários meses recluso, em 1794, na mesma prisão em que se encontrava Laclos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Antes de 1789, Sade era um libertino notório, mas, sob a Revolução, se tornou ainda mais audacioso em seus textos: &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Justine&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; teve seis edições no decênio que se seguiu a sua publicação em 1791. O romance original de trezentas páginas se converteu em 1797 em &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;La nouvelle Justine&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; [A nova Justine], com 810 páginas; &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Juliette&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, publicado no mesmo ano, tinha mais de mil páginas. &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Aline et Valcour&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;La philosophie dans le boudoir&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; foram publicados em 1795. Os jornais denunciavam Sade principalmente enquanto autor de &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Justine; La nouvelle Justine e Juliette.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; os outros dois títulos do ciclo de &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Justine&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, acarretariam sua última condenação ao cárcere, de onde nunca mais sairia em vida. A quantidade de edições e a notoriedade duradoura de Justine provam claramente que Sade não era de todo conhecido durante a Revolução. &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Lolotte et Fanfan&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (1788), o romance mais conhecido de Ducray-Duminil, o extravagante autor sentimental que pode ser comparado à romancista inglesa Ann Radcliffe, teve não menos de dez edições, mas Ducray-Duminil era o autor mais popular nesse período. Numa época em que os novos gabinetes de leitura, que começaram a se multiplicar em Paris a partir de 1795, estimulavam uma produção literárea constante (de 4 a 5 mil títulos entre 1790 e 1814, segundo estimativas) e um gosto crescente pelo romance, a obra de Sade contava com um público significativo.&lt;?xml:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" /&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" stroked="f" filled="f" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t"&gt; &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;&lt;/v:stroke&gt;&lt;v:formulas&gt;&lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:formulas&gt;&lt;v:path gradientshapeok="t" extrusionok="f" connecttype="rect"&gt;&lt;/v:path&gt;&lt;o:lock aspectratio="t" ext="edit"&gt;&lt;/o:lock&gt;&lt;/v:shapetype&gt;&lt;/span&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1025" style="WIDTH: 224.25pt; HEIGHT: 178.5pt" alt="" type="#_x0000_t75"&gt;&lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\fernando\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7186/4252/320/948714/sade%201.jpg"&gt;&lt;/v:imagedata&gt;&lt;/v:shape&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DE EROS &lt;i&gt;(do Homem e Cidadão*)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Jean-Jacques Lequeu (1757 - 1825), o mais inspirado dentre os arquitetos visionários de uma época que conheceu muitos deles... Lequeu teve uma intensa produção durante a Revolução, embora sempre mantendo uma posição contestadora. Perturbadora beleza do corpo feminino neste desenho, aliás bastante misterioso (Paris, Biblioteca Nacional)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Os &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Contes philosophiques&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; [Contos filosóficos] de Sade minavam o ideal revolucionário, não por rejeitá-lo, mas por levar sua lógica ao extremo, chegando ao resultado repulsivo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; Segundo Maurice Blanchot, &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;"ele formula uma espécie de Declaração dos Direitos do Erotismo", onde a natureza e a razão servem aos direitos de um egoísmo absoluto.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Ao longo de toda a sua obra, Sade inverte o habitual triunfo da virtude sobre o vício. Ele proclama "Sou em suas mãos apenas uma máquina que ela [a natureza] move a seu bel-prazer".&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; Num mundo novo, de igualdade absoluta, a única coisa que importa é o poder&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;(/*phoder)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;, amíude brutal e cruel.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; O nascimento, os privilégios, as distinções de toda e qualquer espécie desapareciam frente a esse regime revolucionário e sem lei (no sentido usual do termo). A obra de Sade glorificava e ao mesmo tempo desencaminhava a&lt;span style="color:#33ccff;"&gt; liberdade&lt;/span&gt;, a&lt;span style="color:white;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;strong&gt;igualdade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; e até mesmo a &lt;span style="color:#ff6666;"&gt;fraternidade&lt;/span&gt;. A &lt;span style="color:#33ccff;"&gt;liberdade&lt;/span&gt; consistia no direito de buscar o prazer sem consideração pela lei, pelas convenções, pelos desejos dos outros &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';color:#33ccff;"&gt;(e esta liberdade, ilimitada para alguns, significava em geral a escravidão das mulheres escolhidas)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Buscava-se os prazeres na&lt;span style="color:#999999;"&gt; igualdade&lt;/span&gt;, e ninguém tinha direito a eles por nascimento&lt;span style="color:#999999;"&gt;; venciam apenas os mais impiedosos e os mais egoístas (quase sempre homens).&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Haverá exemplo mais claro de &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;fraternidade&lt;/span&gt; do que os quatro amigos das Cent vingt jounées ou da "Sociedade dos Amigos do Crime" em Juliette, cujos regulamentos e rituais parodiam a maçonaria&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e os milhares de Sociedades de Amigos da Constituição (mais conhecidos como jacobinos) da década revolucionária?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7186/4252/1600/896638/sade%202.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;O privado ocupa um lugar muito especial nos romances de Sade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Ele é necessário para os&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;jogos mais extremos e mais cruéis, apresentando-se quase sempre sob a forma de uma prisão &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;(*logo, não parece estranho que a mesma palavra que define privacidade também define privação...)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Como observa Roland Barthes, "o segredo sadiano não é senão a forma teatral da solidão". Cavernas, criptas, passagens subterrâneas, grutas figuram entre os locais prediletos do herói sadiano. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;O lugar supremo dos segredos e da solidão consiste naqueles castelos especialmente escolhidos por estarem apartados do mundo exterior (a sociedade).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; O castelo de Silling, na Floresta Negra, é a locação principal de Cent vingt jounées de Sodome; em Justine, é o castelo de Saintre-Marie-des-Bois. Há pouquíssimos detalhes sobre o extrerior desses castelos. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;O interior é sempre descrito em termos ligados ao encarceramento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: insiste-se sobre a reclusão, mas também sobre a ordem repetitiva. Em Silling, &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;era preciso mandar emparedar todas as portas que davam entrada ao interior e se encerrar totalmente no local como numa cidadela sitiada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;[...]. O conselho foi executado, montou-se uma tal barricada que já nem se poderia reconhecer onde haviam estado as portas, e as pessoas se instalaram no interior". &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Uma vez dentro desse mundo isolado do exterior, esse mundo exclusivamente privado, a insistência recai sobretudo na rigidez da ordem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;(ou *!ordem!)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;A perversão não é sinônimo de anarquia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: é a inversão sistemática de todos os tabus, o enfrentamento regrado e repetitivo de todos os limites, até o ponto em que o prazer exige o crime.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Nesse espaço hiperprivado, os objetos do prazer e da ordem em geral são mulheres&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;: &lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;"Tremam, adivinhem, obedeçam, previnam e [...] talvez vocês não sejam inteiramente infelizes" (Cent Vint Jounées).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Com poucas exceções, as mulheres de Sade não são livres e raramente sentem prazer de plena vontade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; "Todo gozo partilhado diminui."&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;O amor usual e heterossexual constitui uma única exceção: dá-se preferência a outros orifícios em vez da vagina. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;As mulheres são objeto de agressões masculinas e não têm qualquer identidade física. Juliette parece a exceção à regra, mas, para sobreviver, precisa roubar e matar incessantemente.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Por uma espécie de torção tocquevilliana, a&lt;span style="color:#999999;"&gt; igualdade&lt;/span&gt; e a &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';color:#ff6666;"&gt;fraternidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt; entre os homens&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;servem apenas para o despotismo total deles sobre as mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Inúmeras vítimas são aristocratas, &lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;mas o homem do novo mundo sadiano restaura uma espécie de poder&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;(*/phoder)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; feudal no isolamento do castelo, como uma cela.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Não podemos tomar Sade como o verdadeiro repesentante das atitudes em relação às mulheres durante a Revolução; sua obra, porém, chama a atenção para o papel desempenhado por elas enquanto figuras privadas.&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; Nos romances de Sade, o privado é o lugar onde as mulheres (às vezes crianças, inclusive garotos)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;são encarceradas e torturadas para o gozo sexual dos homens. Não se tratará apenas de uma redução ao absurdo, tipicamente sadiana, da concepção dos sans-culottes e dos jacobinos sobre o lugar da mulher mantida no espaço&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;(*ou cárcere)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; privado?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Os revolucionários limitaram o papel das mulheres ao de mãe e irmã - dependendo, para suas identidades, dos maridos e dos irmãos; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Sade as converteu em prostitutas profissionais ou em mulheres cujo papel principal é sua disposição em se deixarem acorrentar pelos homens, tendo como única identidade a de objetos sexuais.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;Nessas duas representações do privado, as mulheres não possuem qualquer identidade própria - pelo menos é o que desejam os personagens masculinos, pois na verdade, elas &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;são representadas como destruidoras em potencial&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;como se fosse mais do que evidente que jamais aceitariam voluntariamente os papéis que lhe são designados.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Se não fosse este o caso, por que os jacobinos, quando as mulheres reivindicaram o direito de desempenhar um papel público, responderam que seria o caos &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;(*KAOS),&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; reagindo com tanto mau humor e, ousamos dizer, tanta histeria?&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt; E por que, então, Sade teria uma tal obsessão pelo castelo fechado? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Para impedir os ataques exteriores não muito temidos e as invasões interiores bem mais temidas"&lt;/span&gt; (Cent Vingt Journées).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: right" align="right"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7186/4252/1600/795803/sade%203.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:'lucida grande';"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;trecho retirado do livro A História da Vida Privada vol. 3&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;.......................................................................................................................................................&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;wikipedia em Marquis de Sade:&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;color:#660000;" &gt;"Numerosos escritores e artistas, especialmente aqueles preocupados com sexualidade, tiveram ambos rebelidos e fascinados com de Sade.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;Simone de Beauvoir&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt; (em seu ensaio &lt;b&gt;Devemos queimar Sade?, &lt;/b&gt;publicado em Les Temps modernes, Dezembro 1951 e Janeiro 1952) e outros escritores tentaram localizar traços de uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;b&gt;filosofia de liberdade radical &lt;/b&gt;nos escritos de Sade, precedendo aquela do existentialismo há alguns &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;150 anos. Ele também foi visto como precursor da psicanalise de Sigmund Freud em seu foco em sexualidade como uma força motivo. Os surralistas admiraram ele como uns de seus predecessores&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;, e&lt;b&gt; Guillaume Apollinaire famosamente o chamou de "o espírito mais livre que já existiu".&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;color:#660000;" &gt;Pierre Klossowski, em seu livro de1947  Sade Mon Prochain ("Sade meu Vizinho"), analisa a filosofia de Sade como &lt;b&gt;precurssora do niilismo de Nietzsche&lt;/b&gt;, negando ambos os valores Cristãos e o materialismo do Iluminismo.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;Um dos ensaios de Max Horkheimer e na de Theodor Adorno Dialetica do Iluminismo (1947) é entitulado "Juliette ou Iluminismo e Moralidade" e interpreta o comportamento calculista e impio de Juliette como o encorporamento da filosofia do iluminismo. Similarmente, psicanalista Jacques Lacan postulou em seu ensaio de 1966 "Kant avec Sade" &lt;b&gt;que a ética de Sadeera a compleição complementar do imperativo categorico originalmente formulado por Immanuel Kant.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;strong&gt;Em as Mulheres de Sade: Uma ideologia da Pornografia (1979), &lt;u&gt;Angela Carter providenciou uma leitura feminista de Sade&lt;/u&gt;, vendo ele como um "pornografo moral" que criou espaços para mulheres&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;strong&gt;. Similarmente, &lt;u&gt;Susan Sontag &lt;/u&gt;defendeu ambos Sade e Georges Bataille &lt;/strong&gt;que escreveu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt; Histoire de l'oeil (História de um Olho) em seu ensaio, "A Imaginação Pornográfica" (1967) que como base seus trabalhos eram textos transgressivos, &lt;b&gt;e argumentou que nenhum deles devia ser censurado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;Em contraste, &lt;u&gt;Andrea Dworkin &lt;/u&gt;viu Sade como um exemplar pornógrafo odiador de mulher, suportando sua teoria que pornografia inevitavelmente leva à violência contra mulher. Um capítulo de seu livro:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nostatusquo.com/ACLU/dworkin/PornAList.html"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;Men Possessing Women &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;(Homens Possuindo Mulheres)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;(1979) é devotado para uma análise de Sade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;a&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: EN-US"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;u&gt;Susie Bright &lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;u&gt;clama que a primeira novela de Dworkin Ice and Fire(Gelo e Fogo), que é prevalente de violência e abuso, pode ser visto como um moderno re-conto de Juliette de Sade&lt;/u&gt;."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-704853708110165507?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/704853708110165507/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=704853708110165507&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/704853708110165507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/704853708110165507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/11/prescrutando-as-fundaes-do-patriarcado.html' title='Prescrutando as fundações do Patriarcado na obra de Marques de Sade'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/R0Ofu028LkI/AAAAAAAABFw/jtyVXAS6bmY/s72-c/sadedraws.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-25796909549891600</id><published>2007-11-10T03:24:00.000-05:00</published><updated>2007-11-10T04:00:47.283-05:00</updated><title type='text'>A MENTIRA DO SADOMASOQUISMO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtHfZxYjI/AAAAAAAABEQ/CuGnoNhoa7A/s1600-h/secretaria-poster01.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131127325914653234" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtHfZxYjI/AAAAAAAABEQ/CuGnoNhoa7A/s320/secretaria-poster01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a title="Permanent Link: Ten Lies About Sadomasochism by Melissa Farley" href="http://www.mediawatch.com/wordpress/?p=21"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:100%;color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Dez mentiras sobre sadomasoquismo por Melissa Farley&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt; — Media Watch &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h5 style="MARGIN: auto 0cm"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;1.Dor é prazer; humilhação é desfrutável; bondage é libertação.&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;2. Sadomasoquismo é amor e confiança, não dominação e aniquilação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;3. Sadomasoquismo não é racista nem antisemitista mesmo quando a gente ´encena´ como senhores de escravos e africanos escravizados, nazistas e judeus perseguidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;4. Sadomasoquismo é consensual; ninguém se machuca se você não quer ser machucado. Ninguém nunca morreu por ´cenas´ sadomasoquistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;5. Sadomasoquismo é apenas sobre sexo. Isso não extende-se pro resto da relação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;6. Pornografia sadomasoquista não tem relação com a sociedade sadomasoquista em que vivemos. “Se isso te faz bem, vá em frente.” “Nós criamos nossa própria sexualidade.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;7. Lesbica “no sadomasoquismo” são feministas, devotadas a mulheres, e uma comunidade só-mulheres. Pornografia lésbica é “por mulheres e para mulheres”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;8. Uma vez que lésbicas são superiores a homens, nós podemos “jogar/atuar” com sadomasoquismo numa forma libertária que heterosexuais não podem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;9. Reatuar o abuso o cura. Sadomasoquismo restaura injúrias emocionais em assalto sexual da infância.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#330033;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;10. Sadomasoquismo é dissidência politica. É progressivo e até “transgressivo” naquilo que quebra as regras da ideologia sexual dominante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Embora formulada por seus atuais advogados como uma questão de libertação sexual, direitos de uma minoria, ou mesmo terapêutico, Eu considero sadomasoquismo lésbico a ser &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtHPZxYgI/AAAAAAAABD4/Mc2VL_fjOOo/s1600-h/pornobjetificaÃ§Ã£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131127321619685890" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="228" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtHPZxYgI/AAAAAAAABD4/Mc2VL_fjOOo/s320/pornobjetifica%C3%A7%C3%A3o.jpg" width="142" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;primariamente uma questão de éticas feministas. Eu acredito que lésbicas que abraçam sadomasoquismo seja teoricamente ou em prática estão suportando o sangue nutriz do patriarcado. “Os símbolos, linguagem e estilo das lésbicas-chic sadomasoquistas são os símbolos, linguagem e estilo da supremacia masculina: violação, impiedade, intimidação, humilhação, força, ridicularização, consumismo.” (De Clarke, 1993) Escolhendo sadomasoquismo, dada nossa opressão, é um ato de profunda deserção. As idéias de que estou escrevendo agora não são novas (por favor veja as referências ao final desse artigo), mas esperançosamente elas vão ser útil sumárioque poderá ser usada por feministas pra que vejam que muito do que sadomasoquistas aclamam simplesmente não são a verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira #1: .Dor é prazer; humilhação é desfrutável; bondage é libertação.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Isso é uma grande mentira. Parte da razão pela qual nós estamos vulneráveis a essa mentira é de que muitas de nós fomos criadas em uma cultura em que noções religiosas de que punição é amor e sofrimento é redempção. Uma jovem conhecida que militava no time da tripulação me mostrou uma camiseta que dizia: “O que não me mata vai me fazer mais forte.” Como mulheres nós somos ensinadas que amor é devoção desprendimento de si a despeito da dor sofrida. Nós acreditamos que amor é dor porque nós continuamos nos machucando nele. Mulheres são ensinadas a não acreditarem em seu senso ou intuição. Nós somos ensinadas que dor, sofrimento e humilhação são desafios pelos quais devemos ansiar porque eles ensinam coisas importanes na vida. Depois disso, o que eles poderão fazer a nós, a que mais não podem eles nos ambientar? Nós aprendemos a “consentir” com subordinação, até nos tornarmos culturalmente subservientes a isso. Se correntes e uma coleira representam rebelião e “estar no controle,” então Madonna é nossa “rebelde” Barbie e Ted Bundy seu Ken. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"  &gt;(from Morgan, 1993)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira #2: Sadomasoquismo é amor e confiança, não dominação e aniquilação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Sadomasoquismo tem a ver com aniquilação. Contrariamente à lenda popular de que sadomasoquismo expande a sexualidade de alguém, acredito que só restringe e em últimas consequências destrói a um ser sexual. Subordinação, humilhação, e tortura são todos sinais de deliberadamente destruir o eu. Eu recentemente li um artigo sobre a forma que o patriarca do Texas Koresh entwined “sexo, violencia, amor e medo” de forma a controlar os membros de culto. Essas técnicas não são novas&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVvG_ZxYlI/AAAAAAAABEg/icCP8A35Wvc/s1600-h/GAYBEDEESSEMEE.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131129516347974226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 153px; CURSOR: hand; HEIGHT: 239px" height="267" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVvG_ZxYlI/AAAAAAAABEg/icCP8A35Wvc/s320/GAYBEDEESSEMEE.jpg" width="153" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;; pessoas têm por muito tempo machucado umas às outras em nome do amor, religião e políticas. O sadomasoquismo lésbico de hoje em dia está todo vestido de uma nova roupagem: o figurino de uma “escolha de estilo de vida,” “minoria oprimida[/marginalizada],” “liberação sexual.” Apesar da violência que revira meu estômago, Eu aprecio a can&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVr4PZxYbI/AAAAAAAABDQ/-AEB_hTbqw4/s1600-h/mogul06.jpg"&gt;&lt;/a&gt;dura de Jan Brown’s que dá recorte à retórica liberal sobre os prazeres do sadomasoquismo, e atinge o chão da matéria. Num artigo de Outlook, 1990, entitulado, “Sexo, Mentiras e Penetração, uma Butch Finalmente ‘admite,” Brown escreve: “Sexo que é gentil, passivo, igualitário, não nos move. [Lembram-se quando nós] emfatizavamos a simples diferença entre fantasia e realitdade? &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"  &gt;Bem, nós mentimos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;O poder não é a habilidade de controlar uma imagem violenta. Ele está na volúpia de ser&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;sobrempoderado, forçado, machucado, usado, objetificado. Nós nos masturbamos com o estuprador, Hell’s Angel, papai, o nazi, o policial. Nós sonhamos com o sangue de alguém nas nossas mãos, com risos e choros por piedade. Algumas vezes, nós queremos nos abdicar nas mãos do enforcador. Nós queremos ter liberdade pra ignorar o ‘não’ ou ter nosso próprio ‘não’ ignorado.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira #3: Sadomasoquismo não é racista nem anti semitistamesmo que nós “atuemos” como proprietários de escravos e africanos escravizados, nazis vs judeus perseguidos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Meu silêncio sobre sadomasoquismo lésbico terminou quando eu vi duas sadomasoquistas antisemitistas num festival de mulheres. Uma das mulheres que vestia um yarmulke estava caminhando como um cachorro numa coleira em seu pescoço por uma mulher em “couros” nazistas. Quando eu protestei, a mulher em couro polidamente ouviu e concordou em remover sua própria insignia nazista e yarmulke do seu cativo. Eu tive a impressão de que ela nunca sequer considerou&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtHPZxYhI/AAAAAAAABEA/yJmp7lp1_SY/s1600-h/gfdsw.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131127321619685906" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 232px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px" height="144" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtHPZxYhI/AAAAAAAABEA/yJmp7lp1_SY/s320/gfdsw.jpg" width="320" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; as implicações políticas, isto é, o anti semitismo, da “cena” que ela estava atuando. Identificar-se como/com um/a nazi (seu uniforme) em qualquer contexto, é se identificar não somente como um sadista sexualmente dominante, mas também como alguém que odeia judeus, alguém que quer que judeus sofram e sejam aniquilados. Ao mascarar-se como um judeu, (vestindo um yarmulke), preso à uma correia, não somente é se identificar como masoquista sexualmente submissivo. É também abraçar a humilhação e a tortura dos judeus sob nazi e antisemitismo: o judeu é aquele que se machuca, e aqui, veja como ela gosta disso. Alguns jornais gays liberais “censuram” anúncios da KKK, mas ainda publicam anúncios pessoais para leitores procurando por negros, ou latinos ou asiáticos escravos sexuais. Racismo parece ser mais aceitável a eles se este é erotizado. De alguma forma, se erotizada, a humilhação, sadismo e tortura do racismo e anti semitismo se torna aceitável. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"  &gt;Tortura sempre tem um componente sexual para isso. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Se uma feminista radical está para desafiar o mesmo jornal na questão do sadomasoquismo, nós seremos chamadas de “censuradoras.” Toda a questão de censura é usada pra intimidar-nos e silenciar diálogo crítico sobre sadomasoquismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira #4: Sadomasoquismo é consensual; ninguém se machuca se você não quer ser machucado. Ninguém nunca morreu por ´cenas´ sadomasoquistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtG_ZxYfI/AAAAAAAABDw/Svk4ojdkw_w/s1600-h/mulherenforcada.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131127317324718578" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 155px; CURSOR: hand; HEIGHT: 105px" height="145" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtG_ZxYfI/AAAAAAAABDw/Svk4ojdkw_w/s320/mulherenforcada.jpg" width="155" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;“Esse é o foco no desejo do bottom (o abaixo) que distingue sadomasoquismo de assalto.” (Califia, 1992) É alguma vez OK consentir com a própria humilhação e vitimização de alguém? &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"  &gt;Eu não creio. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Só porque nós “consentimos” à dominação ou abuso, não significa que esta não é opressiva. “Têve uma mulher que fugiu de um assalto sexual pelo seu pai e acabou fazendo proprama por uma sobrevivência consentido? Têve uma mulher que aprendeu lições sexuais do incesto consentido com uma sexualidade na qual ela não obtém nenhum prazer uma vez que ela não possui poder?” (Cole, 1989) Teve um sobrevivente de abuso ritual, tendo passado por sua própria Inquisição na infância, consentido quando ela re-actua tortura sexual na idade adulta o que gatilha suas memórias como uma adulta? A habilidade de palavras pra machucar não deveria ser subestimada. A injúria do estupro é trazida denovo pelas palavras, armas, que nos definem como objetos e que nos dizem que nós merecemos qualquer coisa que tomamos. O auto-ódio das mulheres resulta tanto de assaltos verbais como de físicos. Alguma forma de abuso verbal está envolvida na maior parte das cenas sadomasoquistas. Quando essas palavras viciosas são transportadas pra um contexto de excitação sexual, elas possuem um impacto poderoso. Palavras sexuais sadistas contribuem para a auto-depreciação da mulher. Sadistas falam da boca pra fora de consenso, ignoram os sistemas poderosos que criam desigualdade e tornam consenso significativo impossível. Nessa cultura nós não temos experiência de relacionamentos de poder igual. “Não é o reconhecimento de todo o sadomasoquismo que ainda há em nossas psiques que conflitua com feminismo, o que nós temos problema é a falta de vontade de refletir seus significados políticos.“ ( Fritz, 1983) Violência extrema algumas vezes ocorre durante “jogos” sadomasoquistas. Eu fui informada de muitas instâncias onde palavras de “segurança” foram ignoradas durante “cena” sadomasoquista. Eu também soube que mulheres já morreram durante atividades sadomasoquistas e que essas mortes somente são abafadas - elas não são amplamente reconhecidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira #5: Sadomasoquismo é apenas sobre sexo. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"  &gt;&lt;strong&gt;Isso não extende-se pro resto da relação&lt;/strong&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Sadomasoquismo tem tudo a ver com sexismo, racismo e classe no mundo real. É muito relacionado à auto-hostilidade internalizada. Um membro Samois escreveu:” Para ser um bom bottom [masoquista], para agradar minha amante, é um sentimento muito poderoso. As lições que aprendi na minha cama, elas podem levar a outros aspectos da minha vida e ver como isso me faz poderosa…para aproveitar cada momento do que eu estou fazendo.” (Linden et al., 1982) Eu vejo lésbicas abraçando a hierarquia de dominancia/submissão que feministas gastaram suas vidas todas tentando eliminar nas relações heterosexuais. Assim como o racismo e anti-semitismo são erotizados no sadomasoquismo, a dominação e sexismo em si mesmo são erotizados nas relações sadomasoquistas. A relacionamento sexual sadista estabelece o tom pro resto da relação. Submetendo e desistindo durante um desacordo, por exemplo, se torna um ato sexual. E violência física real pode e de fato ocorre como natural extensão de desigualdade na relação sexual. Bater em alguém é usualmente um ato sadista. Assédio e estupro ocorrem em relacionamentos lésbicos - e eles são normalizados pelos modelos sexualmente dados. O sarcasmo coercitivo e dominante do sadista é algumas vezes forçado pra dentro de nossas comunidades. Em 1988, eu postei uma notícia para uma oficina chamada “Os efeitos das práticas sexuais sadistas/violentas em não-partipitantes: um grupo suporte; fechado para participantes sadomasoquistas e advogadores.” Assim que um pequeno grupo de nós sentou no chão e começou a conversar, seis ou sete mulheres com chicotes vieram e ficaram, de braços cruzados, atrás de nós. Elas não disseram nada; a intenção de intimidar estava clara. Outro exemplo dos efeitos pervasivos do sadomasoquismo numa comunidade ocorreram em 1990, quando os organizadores de um largo festival de mulheres escreveram sobre como atividade sadomasoquista de algumas mulheres inflingia no direito de outras mulheres de “se moverem livremente e seguramente sem medo e horror.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira #6: Pornografia sadomasoquista não tem relação com a sociedade sadomasoquista em que vivemos. “Se isso te faz bem, vá em frente.” “Nós criamos nossa própria sexualidade.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Nós internalizamos fantasias sadomasoquistas porque esta é a sexualidade que nos foi empurrada pelas gargantas desde o dia em que nascemos. Como mulheres fomos criadas pra sermos os “bottoms:” lésbicas “bottoms” tendem a exceder “tops” [sadistas] de 10 pra 1. “O que te faz bem” é largamente construido pela opressão social: racismo, sexismo, classismo. Nós nascemos com uma sexualidade inata onde nenhum desses elementos são aprendidos ou manipulados. Mesmo que muitos liberais,advogadores pro-pornografia neguem qualquer relação entre sadomasoquismo e a violência no resto da cultura. Já não é mais possível discontar os efeitos causais da pornografia na violência contra mulher. Diana Russell recentemente publicou um sumário de pesquisa sobre as formas em que pornografia foi mostrada pra causar prejuízo à mulheres. (Russell, 1993) Eu acredito que seu argumento pode ser aplicado a pornografia lésbica exatamente da mesma forma: pornografia, seja hetero ou lésbica, promove desigualdade e erotiza os relacionamentos desiguais. Atualmente, assim como nossos hábitos de comer, sexualidade é completamente condicionável. Quando nós ensaiamos abuso sadista na fantasia, pornografia, e jogos sexuais, nós legitimamos sua autoridade em nossas mentes, e podemos acabar ajudando outras autoridades nas nossas vidas a manter-nos em sujeição de outras formas. Sadomasoquismo está por toda parte nessa cultura - só dê uma boa olhada ao seu lugar de trabalho, sua família, sua igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVr3_ZxYaI/AAAAAAAABDI/5J1ybpzkNu4/s1600-h/badgirls1.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131125960115052962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="271" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVr3_ZxYaI/AAAAAAAABDI/5J1ybpzkNu4/s400/badgirls1.jpg" width="168" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Mentira #7: Lesbica “no sadomasoquismo” são feministas, devotadas a mulheres, e uma comunidade só-mulheres. Pornografia lésbica é “por mulheres e para mulheres”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Pat Califía disse que preferia estar fixada numa ilha deserta com um garoto masoquista do que com uma lésbica baunilha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Bottoms são vistos como “genericos, trocáveis, e substituíveis.” (Califia, 1992) Califia está comprometida com a regra do sadista, não com qualquer preferência sexual particular.” Sexo definido como uma commodity/mercadoria [sadomasoquismo] leva ao mercado onde o gênero de uma prostituta e cliente é irrelevante comparado ao tipo e custos dos serviços providos.” (Clarke, 1993) Enquanto lésbicas que estão “no sadomasoquismo”definem a si&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;mesmas como lésbicas, suas práticas sadomasoquistas são bisexuais. Eu não tenho nenhuma crítica política à bissexualidade - o que eu estou criticando é a postura sadomasoquista como sendo a de lésbicas devotadas da comunidade de mulheres. Pornografia pseudolésbica, isso é, fotos de mulheres que estão imitando comportamentos ´lesbians’, tem sindo um elemento favirecido na pornografia masculina heterosexual desde que esta foi primeiramente publicada. Ela vende. Apesar do fato de que esta é muitas vezes promovida como sendo autorada e distribuida por e para mulheres, pornografia “lésbica” vende vorazmente à homens heteros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira #8: Uma vez que lésbicas são superiores a homens, nós podemos “performar” com sadomasoquismo numa forma libertária que heterosexuais estão impedidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Eu não penso que mulheres são biologicamente superiores a homens. De fato, eu vejo essa noção como perigosa e reacionária: “Anatomia é destino” não é exatamente uma idéia feminista. Atitudes e comportamentos sadistas e masoquistas entre lésbicas, de fato, são bom exemplo de como nós internalizamos idéias abusivas assim como todo mundo faz. Nós estamos seduzidas pela dominação masculina - porque nós vemos que é ali que poder reside. A gente ainda se ilude se pensarmos que é possível “encenar” o estuprador sem se tornar o estuprador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira #9: Reatuar o abuso o cura. Sadomasoquismo restaura injúrias emocionais em assalto sexual da infância.&lt;/strong&gt;&lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt;&lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Isso é uma mentira e realmente me perturba. Uma grande porcentagem de mulheres “no &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;sadomasoquismo” tem histórias de assalto sexual na infância, do que aquelas que não são participantes em sadomasoquismo. Mesmo assim, sadomasoquismo obscurece a verdadeira dor e abuso de mulheres.Como pode você dizer que a diferença entre “real” e “fingido” &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;quando alguém tem flashbacks e se torna a criança denovo no meio da tortura sexual “consensual”? Algumas sentem um desejo intenso, até mesmo compulsivo em torno de aniquilação sexual que é expressa em atividade sadomasoquista que espelha o abuso sofrido quando crianças. A noção de que atuar o abuso é terapêutico e o elimina vem da teoria da catarse: faça isso uma vez, traga isso pra fora seu sistema, então você vai sair dele. Não há evidênci&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtHfZxYiI/AAAAAAAABEI/q5w4Av6zVOw/s1600-h/secretaria03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131127325914653218" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtHfZxYiI/AAAAAAAABEI/q5w4Av6zVOw/s320/secretaria03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a de que a catarse trabalhe como uma solução para conflito social ou psicológico, ainda assim essa teoria é usada pra racionalizar a disseminação de pornografia. Pornografia não parece ter servido como uma panela de pressão libertária para homens, fazendo assim com que mulheres se libertem do estupro. Ao contrário, pornografia parece ter funcionado como uma propaganda pro-estupro. Catarse sadomasoquista não parece recuperar o abuso de qualquer forma: uma mulher escreveu “depois de dezesete anos de[abuso sexual infantil], as lésbicas que conheci apenas queriam que eu fizesse mais do mesmo. Eu tive pesadelos e prejuízo de ambos.” (Anonima, 1990) Sadomasoquismo é a repetição, não a terapia, de abuso sexual infantil. Alguns sugeriram que sadomasoquismo pode atualmente ser psicologicamente viciante. Eu ouvi de mulheres descrevendo a si mesmas como estando “em recuperação do sadomasoquismo,” da mesma forma que elas falam de adicção alcóolica. Talvez a adicção física a certos tipos de traumas começa com complexas reações físicas para prolongar o abuso na infância que é então revivido nos relacionamentos sadomasoquistas adultos.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira #10. Sadomasoquismo é dissidência politica. É progressivo e até “transgressivo” naquilo que quebra as regras da ideologia sexual dominante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;A postura de sadistas e masoquistas como “transgressiva” pode estar confundindo aqueles que não são familiar a teoria feminista. Por definição, o objetivo último do feminismo é acabar com sadomasoquismo. Nosso sistema é sadomasoquista ao seu extremo, como celebrar isso pode ser qualquer forma de rebelião verdadeira? (Fritz, 1983). Os valores políticos do sadismo são ofensivamente antifeministas, totalitários e direitistas. Sadomasoquismo é negócio como sempre; relações de poder como sempre; raça, gênero e classe como sempre. Sadomasoquismo é uma versão ritual de dominância e submissão. Sadomasoquismo não é um desvio criativo da norma comportame&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVr5_ZxYeI/AAAAAAAABDo/2gy5pJTm2yc/s1600-h/porn8.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131125994474791394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="239" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVr5_ZxYeI/AAAAAAAABDo/2gy5pJTm2yc/s400/porn8.JPG" width="278" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ntal heterosexual. É a exata definição qualitativa das relações entre homens e mulheres. Sadismo é a extenção lógica do comportamento que surge do poder masculino. ( Wagner, 1982 ) Nós vivemos num mundo misoginista, e mulheres tem tão pouco poder político, que é fácil fantasiar sobre absoluto poder pessoal do que com organização política por mudança. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"  &gt;(Clarke, 1993). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;Muitas jovens lésbicas recentemente disseram pra mim que suas fantasias com sadomasoquismo eram sua “salvação” num mundo onde elas não vêem qualquer possibilidade de obter poder real. Dykes sadomasoquistas jogam-atuam poder e prestígio num mundo que destrói qualquer esforço de organizar por poder real. O jogo-performance ajuda-nos a esquecer o quanto a gente é odiada e prejudicada. E esquecer é que é o real perigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;em&gt;(para contatar a autora escreva: &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:mfarley@prostitutionresearch.com"&gt;&lt;span style="color:#993366;"&gt;&lt;em&gt;mfarley@prostitutionresearch.com&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"  &gt;Referencias:&lt;br /&gt;Anonymous, letter to Lesbian Connection, January-February 1990, Vol. 12, Issue 4, page 11.&lt;br /&gt;Atkinson, Ti-Grace. Amazon Odyssey, 1974.&lt;br /&gt;Brown, Jan. “Sex, Lies, and Penetration, a Butch Finally ‘Fesses Up,” Outlook, 1990.&lt;br /&gt;Califia,Pat. “The Limits of the S/M Relationship,” in Outlook, Winter, 1992, pages 16-21.&lt;br /&gt;Clarke, De. “Consuming Passions: some thoughts on history, sex, and free enterprise,”&lt;br /&gt;in Unleashing Feminism: critiquing Lesbian Sadomasochism in the Gay Nineties,” (Irene Reti, ed.), 1993, HerBooks, Santa Cruz, CA.&lt;br /&gt;Cole, Susan. Pornography and the Sex Crisis, 1989.&lt;br /&gt;Dworkin, Andrea. Pornography: Men Possessing Women, New York, Putnam’s, 1979.&lt;br /&gt;Dworkin, Andrea. Woman Hating, New York, E.P. Dutton, 1974.&lt;br /&gt;Fritz, Leah. “Is there Sex after Sadomasochism?” Village Voice, Nov. 1, 1983, pages 24-25.&lt;br /&gt;Linden, Robin R.; Pagano, Darlene R.; Russell, Diana E.H.; Star, Susan&lt;br /&gt;Leigh (eds.) Against Sadomasochism, a Radical Feminist Analysis, 1982.&lt;br /&gt;Millett, Kate. Sexual Politics, New York, Doubleday, 1970.&lt;br /&gt;Morgan, Robin, Editorial, Ms., May-June, 1993, Vol. III, Number 6&lt;br /&gt;Morgan, Robin. The Demon Lover: on the Sexuality of Terrorism, 1989&lt;br /&gt;Reti, Irene. “Remember the Fire: Lesbian Sadomasochism in a post-Nazi&lt;br /&gt;Holocaust World”, in Unleashing Feminism: critiquing Lesbian&lt;br /&gt;Sadomasochism in the gay nineties, (Irene Reti, ed.), HerBooks,&lt;br /&gt;Santa Cruz, CA.&lt;br /&gt;Russell, Diana E. H. Against Pornography: the Evidence of Harm, Russell&lt;br /&gt;Publications, 2018 Shattuck Ave., Berkeley, CA, 94704, 1993.&lt;br /&gt;Wagner, Sally Roesch, in Linden, et al, Against Sadomasochism, 1982.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;em&gt;(tradução por Janaína/Patriarkill/Veggie)&lt;/em&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#000000;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;strong&gt;QUESTIONÁRIO DE UM BDSMer&lt;/strong&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:'Microsoft Sans Serif';color:#993366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVvG_ZxYkI/AAAAAAAABEY/43qTm3gYIjw/s1600-h/697545.483955.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131129516347974210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVvG_ZxYkI/AAAAAAAABEY/43qTm3gYIjw/s320/697545.483955.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; É o meu fetiche um reflexo ou alimentado por atitudes opressivas (sexismo, racismo, homofobia, ableism, etc) que eu carrego?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; Estou eu usando meu fetiche para ganhar acesso a dinâminas de poder que eu normalmente não tocaria porque são agressivas? Se sim, estou eu usando meu fetiche para subverter estas formas de poder?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; Mais importante, que efeito meu fetiche tem no mundo? BDSM é (entre outras coisas) um set de ferramentas para lidar com poder. Estou eu usando estas ferramentas em uma maneira que resiste formas de opressão, ou estou usando as usando para oprimir? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-25796909549891600?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/25796909549891600/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=25796909549891600&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/25796909549891600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/25796909549891600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/11/mentira-do-sadomasoquismo.html' title='A MENTIRA DO SADOMASOQUISMO'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVtHfZxYjI/AAAAAAAABEQ/CuGnoNhoa7A/s72-c/secretaria-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-1920333463579405289</id><published>2007-11-03T23:58:00.001-05:00</published><updated>2007-11-10T00:45:20.514-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVE8vZxYZI/AAAAAAAABDA/4isVgmBePtE/s1600-h/radlesb1.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131083160765948306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVE8vZxYZI/AAAAAAAABDA/4isVgmBePtE/s400/radlesb1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=33031261"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#6600cc;"&gt;SEPARATISMO FEMINISTA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RylrnAMBjRI/AAAAAAAAA3Q/sfzWtabspj0/s1600-h/radlesb1.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Algumas Reflexões sobre o Separatismo e o Poder- Marilyn Frye (1977)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Tenho &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZQAMBj8I/AAAAAAAAA9M/2y9LIK9sRoM/s1600-h/foto02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128853682108075970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZQAMBj8I/AAAAAAAAA9M/2y9LIK9sRoM/s200/foto02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;estado a tentar escrever algo sobre o separatismo quase desde o principiar da minha consciência feminista; contudo tal sempre foi para mim de alguma forma um assunto difícil, o qual, logo que o tentava agarrar, suavemente se esvaía tomando a forma de outros assuntos tais como a sexualidade, o ódio-aos-homens, a chamada discriminação inversa, o utopismo apocalíptico, etc.&lt;br /&gt;Na minha vida e dentro do feminismo tal como o compreendo, o separatismo não é uma teoria ou uma &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1WHwMBj1I/AAAAAAAAA8U/H9BPffdypws/s1600-h/foto34.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128850241839271762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1WHwMBj1I/AAAAAAAAA8U/H9BPffdypws/s200/foto34.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;doutrina, nem uma exigência de certos comportamentos específicos por parte das feministas, embora esteja inegavelmente ligado ao lesbianismo. O feminismo parece-me ser caleidoscópico -- algo cujas formas, estruturas e padrões se alteram com cada movimento da criatividade feminista; e um elemento que se encontra presente através de todas as mudanças é um elemento de separação. Este elemento tem diferentes papéis e relações em diferentes movimentos do espelho -- esse elemento assume sentidos diferentes, torna-se diferentemente conspícuo, diferentemente determinado ou determinante, dependendo de como os pedaços caem e quem es&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1SKgMBjdI/AAAAAAAAA5U/BpexDbg-1P4/s1600-h/147510156_32cf97c56f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128845891037400530" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1SKgMBjdI/AAAAAAAAA5U/BpexDbg-1P4/s200/147510156_32cf97c56f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;tá a observar.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt; O tema da separação, nas suas variações múltiplas, está presente em tudo desde o divórcio às comunidades exclusivas de separatistas lésbicas, desde os abrigos para mulheres espancadas a círculos de bruxas, desde os programas de Estudos sobre as Mulheres aos bares de mulheres, desde a expansão de centros de cuidados à infância ao aborto livre e dependente da vontade das mulheres. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A presença deste tema é vigorosamente obscurecida, trivializada, mistificada e totalmente negada por muitas apologistas feministas, que parecem achá-lo tema embaraçoso, enquanto que é aceite, explorado, expandido e ramificado pela maioria das teóricas e activistas mais inspiradoras. O tema da separação está visivelmente ausente ou severamente limitado da maioria das coisas que eu entendo como sendo s&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1aqgMBkAI/AAAAAAAAA9s/uJo-qMNQ_4M/s1600-h/foto10.jpg"&gt;&lt;/a&gt;oluções pessoais e projectos penso-rápido, tal como a legalização da prostituição, contratos de casamento liberais, a melhoria do tratamento de vítimas de violação e acção afirmativa.&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt; A natureza antagónica da assimilação e do separatismo parece-me ser uma da&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1cHgMBkHI/AAAAAAAAA-k/eeh2ocGImUo/s1600-h/mujeres+zapatistas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128856834614071410" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1cHgMBkHI/AAAAAAAAA-k/eeh2ocGImUo/s200/mujeres+zapatistas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;s principais coisas que guia ou determina a avaliação de várias teorias, acções e práticas como sendo reformistas ou radicais, como indo à raiz da questão ou sendo relativamente superficial.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Assim a minha questão é esta: &lt;span style="font-size:130%;"&gt;O que contém a separação, em qualquer &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZPwMBj7I/AAAAAAAAA9E/Eh0Zggylwfc/s1600-h/foto44.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128853677813108658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZPwMBj7I/AAAAAAAAA9E/Eh0Zggylwfc/s200/foto44.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ou todas as suas muitas formas e graus, que a torna tão basilar e tão sinistra, tão excitante e tão repelente?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;A separação feminista é, como se sabe, uma separação de vários graus os modos dos homens e das instituições, relacionamentos, papéis e actividades que são definidas-pelos-homens, dominadas-pelos-homens e que operam para o benefício dos machos e a manutenção do privilégio macho -- sendo que esta separação é iniciada ou mantida, de acordo com a sua vontade, por mulheres &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;(O separatismo masculinista é a segregação parcial das mulheres dos homens e dos domínios machos pela vontade dos homens. Esta diferença é crucial.).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;A separação feminista pode assumir várias formas.&lt;strong&gt; O terminar ou evitar relações íntimas ou de trabalho, proibir alguém de entrar na sua casa; excluindo alguém da sua companhia, ou da sua reunião; retirar-se da partici&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1SKwMBjeI/AAAAAAAAA5c/ln0HRR6BGK0/s1600-h/virginia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128845895332367842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1SKwMBjeI/AAAAAAAAA5c/ln0HRR6BGK0/s200/virginia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;pação nalguma actividade ou instituição, ou evitar essa participação; evitar a comunicação e a influência vindas de certos quadrantes (não ouvir músicas com letras sexistas, não ver televisão); recusar empenho ou apoio; rejeitar ou ser malcriada para com indivíduos ofensivos. Algumas separações são subtis realinhamentos de identificação, prioridades e empenhos, ou o trabalho com agendas/programas que apenas por acaso coincidem com as agendas/programas da instituição para a qual se trabalha.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;A cessação da lealdade para com algo ou alguém é um&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1arAMBkCI/AAAAAAAAA98/npvov2uRzsI/s1600-h/foto04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128855245476171810" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1arAMBkCI/AAAAAAAAA98/npvov2uRzsI/s200/foto04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a separação; e a cessação do amor. &lt;/strong&gt;As separações da feminista são rarissimamente procuradas ou mantidas directamente como finalidades últimas, pessoais ou políticas. O que de tal mais se aproxima, penso, é a &lt;strong&gt;separação que representa a repulsa instintiva e auto-perservante da misoginia sistemática que nos rodeia.&lt;/strong&gt; Geralmente as separações ocorrem e são mantidas com vista a alguma outra coisa tal como a independência, a liberdade, o crescimento, a invenção, a sororidade, a segurança, a saúde, ou a prática de costumes novos ou hereges. Frequentemente as separações em questão evoluem, sem premeditação, à medida que seguimos o nosso caminho e achamos que várias pessoas, instituições, ou relacionamentos são inúteis, obstrucionistas ou incomodativos, e os pomos de lado ou os deixamos para trás. Por vezes, as separações são planeadas conscientemente e cultivadas enquanto pre‑requisitos ou condições necessários para dar continuidade aos nossos assuntos. Por vezes, as separações são conseguidas ou mantidas facilmente, ou com um sentimento de alívio, ou mesmo de alegria; por vezes, são conseguidas ou mantidas com dificuldade, à custa de vigilância constante ou com ansiedade, dor ou desgosto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A maioria das&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;feministas, provavelmente todas, praticam alguma separação dos machos e das instituições&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZQAMBj9I/AAAAAAAAA9U/zme56bqWy1Q/s1600-h/215280229_bb40d9c734.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128853682108075986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZQAMBj9I/AAAAAAAAA9U/zme56bqWy1Q/s200/215280229_bb40d9c734.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; por eles dominadas.&lt;/strong&gt; Uma separatista pratica a separação conscientemente,&lt;strong&gt; sistematicamente&lt;/strong&gt;, e provavelmente de uma maneira mais geral do que as outras, e &lt;strong&gt;advoga a completa separação como parte da estratégia consciente da libertação&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;E, contrariamente à imagem da separatista como covarde escapista&lt;/em&gt;, a vida desta é a vida e o &lt;em&gt;programa que inspira a maior hostilidade, depreciação, insulto e confrontação, e geralmente ela é aquela contra quem as sanções económicas operam mais concludentemente.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;A penalização pela recusa de trabalhar com&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1aqwMBkBI/AAAAAAAAA90/ytk-Xzfbfck/s1600-h/mxenge_psd.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128855241181204498" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1aqwMBkBI/AAAAAAAAA90/ytk-Xzfbfck/s200/mxenge_psd.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; ou para os homens costuma se&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1S8wMBjlI/AAAAAAAAA6U/rPaEWh4KPPE/s1600-h/114188.jpg"&gt;&lt;/a&gt;r a fome&lt;/strong&gt; (ou no mínimo, viver sem assistência médica); e se &lt;strong&gt;a nossa política de não-cooperação é mais subtil, o nosso meio de subsistência está constantemente ameaçado&lt;/strong&gt;, uma vez que não somos uma leal partidária, um membro adequado da equipa, ou seja o que for. &lt;strong&gt;As penalidades reservadas à lésbica são o ostracismo, o assédio, e a insegurança de emprego ou o desemprego. A penalização reservada à rejeição dos avanços sexuais dos homens é frequentemente a violação, e talvez ainda mais frequentemente, a perda de coisas tais como oportunidades profissionais ou no emprego.&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;E a separatista vive com o peso adicional de ser tomada por muitos como uma preconceituosa moralmente depravada que odeia homens&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt; Mas aqui encontramos uma pista: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;se estamos a fazer algo tão rigorosamente proibido pelos patriarcas, devemos estar a fazer algo de certo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Há uma ideia a flutuar, quer na literatura feminista, quer na anti-feminista, segundo a qual as mulheres e os homens vivem numa relação de parasitismo, um parasitismo do homem sobre a mulher...que é, regra geral, a força, energia, inspiração e apoio psíquico das mulheres que mantém os homens em actividade, e &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZQQMBj_I/AAAAAAAAA9k/HOfaIhEgFMw/s1600-h/foto35.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128853686403043314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZQQMBj_I/AAAAAAAAA9k/HOfaIhEgFMw/s200/foto35.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;não a força, agressão, espiritualidade e caça dos homens que mantêm as mulheres em actividade.&lt;br /&gt;Por vezes diz-se que o parasitismo é contrário, que a mulher é a parasita. Mas só se consegue imaginar a aparência da mulher como parasita se se tiver uma visão muito estreita da vivência humana -- historicamente provinciana, estreita em relação à classe e à raça, e limitada na concepção daquilo que são os bens necessários. Geralmente, o contributo da mulher para o seu bem estar material é e sempre foi substancial; em muitas épocas e lugares tem sido independentemente suficiente. Podemos e devemos distinguir entre uma dependência material parcial e contingente criada por uma certa economia de dinheiro e estrutura de classe, e a quase ubíqua dependência espiritual, emocional e material dos homens face às mulheres. Presentemente, os homens providenciam, umas vezes sim outras vezes não, uma parcela do apoio material das mulheres, em circunstâncias aparentemente feitas para tornar difícil às mulheres o providenciar por si próprias. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Mas as mulhere&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1SLwMBjgI/AAAAAAAAA5s/oL8jqlRmyKo/s1600-h/_42375454_ap_salesbiancouple250b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128845912512237058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1SLwMBjgI/AAAAAAAAA5s/oL8jqlRmyKo/s200/_42375454_ap_salesbiancouple250b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;s providenciam e geralmente têm providenciado aos homens a energia e o espírito necessários à vida; os homens são apoiados psiquicamente pelas mulheres. E isto é algo que os homens, ao que parece, não podem fazer por si próprios, nem parcialmente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;O parasitismo dos homens face às mulheres é demonstrado pelo pânico, raiva e histeria gerados em tantos deles só de pensarem que vão ser abandonados pelas mulheres. (...)&lt;br /&gt;Se é verdade que um aspecto fundamental das relações entre os sexos é o parasitismo masculino, &lt;em&gt;tal poderá ajudar a explicar por que é que certas questões são particularmente excitantes para os supremacistas patriarcais. Por exemplo, dadas as óbvias vantagens do aborto facilitado para o controlo populacional e diminuição dos custos da segurança social, e para assegurar o acesso sexual dos homens às mulheres, é um pouco surpreendente que os supremacistas se lhe oponham tão inabalavelmente.&lt;/em&gt; Mas vejamos...&lt;br /&gt;O feto vive parasiticamente. É um animal distinto que vive da vida (o sangue) de outra criatura animal. É incapaz de sobreviver por si próprio, de nutrição independente; é incapaz mesmo de simbiose. Se é verdade que os homens vivem parasiticamente das mulheres, parece razoável supor que muitos de&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZQQMBj-I/AAAAAAAAA9c/tDv3UDlK6Aw/s1600-h/suffragettes__f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128853686403043298" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1ZQQMBj-I/AAAAAAAAA9c/tDv3UDlK6Aw/s200/suffragettes__f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;les e daquelas que lhes são leais são de alguma forma sensíveis ao paralelo entre a sua situação e a do feto. &lt;em&gt;Poderiam facilmente identificar-se com o feto.&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;A mulher que se sente livre para ver o feto como um parasita poder-se-á sentir livre para ver o homem como parasita.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A vontade da mulher em cortar a linha-de-vida a um parasita sugere uma vontade de cortar a linha-de-vida a outro parasita.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; A mulher que é capaz (legal, psicológica e fisicamente) de rejeitar um dos parasitas decisivamente, no seu próprio interesse, independentemente, é capaz de rejeitar, com a mesma decisão e independência, o fardo semelhante do outro parasita. Os olhos do outro parasita, a imagem do aborto inteiramente decidido pela mulher, sem sequer uma submissão ritual ao poder masculino do veto, é a imagem especular da morte.(...)&lt;br /&gt;Há outros motivos que levam os supremacistas patriarcais a sentirem-se perturbados pelo aborto segundo a decisão da mulher, sendo um dos principais que tal se tornaria um modo significativo de controlo das mulheres sobre a reprodução, e pelo menos visto de certos&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1S8gMBjiI/AAAAAAAAA58/cT2kElFc4xE/s1600-h/vintage_slide017.gif"&gt;&lt;/a&gt; ângulos, parece que o progresso do patriarcado é o progresso em direcção ao controlo masculino&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1cGwMBkDI/AAAAAAAAA-E/pS6ZxNahN0s/s1600-h/46099.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128856821729169458" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1cGwMBkDI/AAAAAAAAA-E/pS6ZxNahN0s/s200/46099.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; da reprodução, começando com a propriedade de mulheres e continuando através da invenção da obstetrícia e a tecnologia de gestação extra-uterina. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;em&gt;Desistir desse controlo seria desistir do patriarcado. A histeria em torno do aborto explica-se em termos de um pressentimento muito imediato e pessoal de rejeição do útero-mulher.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Estou a discutir o aborto porque me parece ser o campo mais publicamente emocional e mais fisicamente dramático onde actualmente se joga o tema da separação e do parasitismo masculino. Mas há outros campos. &lt;span style="font-size:130%;color:#6600cc;"&gt;Por exemplo, as mulheres que recentemente assumiram uma nova visão da sua realidade tendem a deixar casamentos e famílias, quer completamente através do divórcio, quer parcialmente, negando os seus serviços domésticos e sexuais. Muitas mulheres que estão a acordar tornam-se celibatárias ou lésbicas, e as outras tornam-se muito mais exigentes na escolha de qu&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1VCQMBjtI/AAAAAAAAA7U/fEMoftKLWlU/s1600-h/16054094.jpg"&gt;&lt;/a&gt;ando, onde e em que relacionamentos terão sexo com homens.&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;E os homens afectados por estas separações geralmente reagem com hostilidade defensiva, ansiedade, e culpabilização da mulher, para não falar quando descem ao nível de argumentos ilógicos que equivalem e excedem as suas próprias imagens fantasiosas da irracionalidade das mulheres. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;O meu argumento é que eles têm muito medo porque dependem em demasia dos bens que recebem das mulheres, e estas separações negam-lhes acesso a esses bens.&lt;br /&gt;O parasitismo masculino significa que os homens têm de ter acesso às mulheres; é o Imperativo Patriarcal. Mas o dizer-não feminista é mais do que uma remoção (re-direcção, re-&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1YPwMBj6I/AAAAAAAAA88/PDG4F5cJfCw/s1600-h/foto49.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128852578301480866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1YPwMBj6I/AAAAAAAAA88/PDG4F5cJfCw/s200/foto49.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;colocação) substancial de bens e serviços porque o Acesso é uma das faces do Poder. A negação das mulheres ao acesso masculino às mulheres corta substancialmente uma série de benefícios, mas tem também a forma e o pleno portento do assumir do poder.&lt;br /&gt;As diferenças de poder manifestam-se sempre em acesso assimétrico. O presidente da república tem acesso a quase todos para qualquer coisa que possa querer deles, e quase ning&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1WHQMBjxI/AAAAAAAAA70/qwbj0LK0RSo/s1600-h/odio2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;uém tem acesso a ele. Os super-ricos têm acesso a quase todos; quase ninguém tem acesso a eles. Os recursos do empregado estão à disposição do patrão de uma forma que os recursos do patrão não são acessíveis ao empregado. O pai e a mãe têm incondicional acesso ao quarto da criança; a criança não tem esse acesso ao quarto dos pais. A criança não tem licença para mentir; o pai e a mãe têm a liberdade de excluir a criança com as mentiras que lhes apetecer. O escravo é incondicionalmente acessíveis ao senhor. O poder total é o acesso incondicional; a impotência total é ser incondicionalmente acessível. A criação e manipulação do poder constitui-se pela manipulação e controlo do acesso.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os grupos, encontros, projectos exclusivamente de mulheres parecem feitos para causar controvérsia e confrontos. Muitas mulheres ofendem-se com eles; muitas têm medo de ser aquela que anuncia a exclusão dos homens; é visto &lt;span style="font-size:130%;color:#6600cc;"&gt;com um instrumento cuja utilização carece de muita justificação complicada.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#6600cc;"&gt; Penso que isto é porque a exclusão consciente e deliberada dos homens pelas mulheres, seja do que for, é insubordinação aberta, e gera nas mulheres um medo do castigo e da represália (medo frequentemente justificado). &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A nossa própria timidez e desejo de evitar confrontos geralment&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1SLwMBjhI/AAAAAAAAA50/fLWz2gE3eRU/s1600-h/1000_VictoriaVanDyke-Marriage-2007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128845912512237074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1SLwMBjhI/AAAAAAAAA50/fLWz2gE3eRU/s200/1000_VictoriaVanDyke-Marriage-2007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;e impede-nos de ter muito a ver com grupo e encontros exclusivamente para mulheres. (...)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:180%;color:#6600cc;"&gt;O encontro para mulheres exclusivamente é um desafio fundamental à estrutura do poder.&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;É sempre privilégio do senhor entrar na cabana do escravo. &lt;/strong&gt;O escravo que resolve excluir o senhor da sua cabana está a declarar-se não-escravo. A exclusão dos homens do encontro de mulheres não só lhes retira certos benefícios (sem os quais poderiam sobreviver); é um controlo pelo acesso, daí um assumir de poder. Não é apenas mesquinho, é arrogante.&lt;br /&gt;Torna-se agora claro porque há sempre uma aura de negatividade em torno do separatismo - uma aura que ofende a Pollyanna em cada uma de nós e que soa a uma atitude puramente defensiva àquilo que há de teórica política que há em nós. É o seguinte: Primeiro: qua&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1S8gMBjjI/AAAAAAAAA6E/3VwHywkrNlQ/s1600-h/461.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128846750030859826" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1S8gMBjjI/AAAAAAAAA6E/3VwHywkrNlQ/s200/461.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ndo aqueles que controlam o acesso nos tornaram totalmente acessíveis, o nosso primeiro acto de tomada de controlo tem de ser a negação do acesso, ou tem de ter como um dos seus aspectos a negação do acesso. Isto não se dá porque estamos carregadas de negatividade (não-feminina ou politicamente incorrecta); trata-se da lógica da situação. Quando começamos de uma posição de total acessibilidade tem de haver um &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;aspecto de dizer-não&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt; que é o princípio do controlo, em cada acto ou estratégia efectiva, sendo os actos e as estratégias efectivos precisamente aqueles que deslocam o poder , isto é, actos e estratégias que envolvem a manipulação e o controlo do acesso. Segundo: quer digamos "não" ou não, ou negamos ou rejeitamos, nesta ou noutra ocasião, a capacidade de dizer "não" (efectivamente) é logicamente necessária ao controlo.&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt; Quando estamos em controlo do acesso a nós próprias haverá algum dizer-não&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, e quando estivermos mais acostumadas, quando for mais comum, uma parte vulgar da vida, não parecerá tão óbvio ou esforçado...não pareceremos a nós próprias ou aos outros como sendo particularmente negativas. &lt;span style="font-size:180%;color:#6600cc;"&gt;Neste aspecto de nós próprias e das nossas vidas, parecermos aos nos&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1VCgMBjwI/AAAAAAAAA7s/SIflnf_mg8A/s1600-h/foto18.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128849052133330690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1VCgMBjwI/AAAAAAAAA7s/SIflnf_mg8A/s200/foto18.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;sos próprios olhos agradavelmente, como seres activos com movimento próprio, com suficiente forma e estrutura, com suficiente integridade para gerar fricção. A nossa experiência de dizer-não será um aspecto da nossa experiência, da nossa definição.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Quando os nossos actos ou práticas feministas têm um aspecto de separação estamos a adquirir poder por meio do controlo do acesso, e simultaneamente por meio da aquisição da definição. A escrava que exclui o senhor da sua cabana está por esse meio a declarar-se não-escrava. E a definição é uma outra face do poder.&lt;br /&gt;Os poderosos costumam determinar aquilo que é dito e dizível. Quando os poderosos rotulam ou baptizam algo, esse algo torna-se o que os poderosos lhe chamaram. Por exemplo, quando o Ministro da Defesa chama a algo uma negociação de paz, então seja o que for que ele chamou uma negociação de paz é uma situação de negociação de paz. Se a actividade em questão incidia sobre os termos da troca de reactores nucleares e redistribuições territoriais, incluindo acordos para&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1cHQMBkFI/AAAAAAAAA-U/zXk_3tj2F9c/s1600-h/047n1soc-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128856830319104082" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1cHQMBkFI/AAAAAAAAA-U/zXk_3tj2F9c/s200/047n1soc-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; os resultantes refugiados, isso é negociar a paz. As pessoas aplaudem, e aos negociadores é dado o Nobel da Paz. Por outro lado, quando eu chamo a determinado acto da fala uma violação, o meu "chamá-lo" não o torna violação. Na melhor das hipóteses, tenho de explicar e justificar e tornar claro exactamente o que é que neste acto da fala é agressão e exactamente de que maneira, e então os outros concordam em dizer que o acto foi como uma violação ou poderia em sentido figurado chamar-se uma violação. O meu contra-ataque não será aceite como simples acto de auto defesa.&lt;span style="font-size:180%;"&gt; E aquilo a que eu chamei rejeição do parasitismo, eles chamam a perda das virtudes mulheris da compaixão e do "amor".&lt;/span&gt; E geralmente quando as mulheres rebeldes chamam algo a uma cois&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1S8wMBjkI/AAAAAAAAA6M/3OWSroK7aTs/s1600-h/equalmarriage.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128846754325827138" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1S8wMBjkI/AAAAAAAAA6M/3OWSroK7aTs/s200/equalmarriage.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a e os supremacistas patriarcais chamam-lhe outra coisa, os supremacistas ganham.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Regra geral as mulheres não são as pessoas que definem, e, a partir do nosso isolamento e impotência, não podemos simplesmente começar a dizer coisas diferentes das que os outros dizem e fazer com que os nossos nomes prevaleçam&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Mas, se reformularmos o acesso, podemos definirmo-nos. Ao assumir o controlo do acesso, desenhamos novas fronteiras e criamos novos papéis e relacionamentos. Isto, embora cause tensão, estranheza e hostilidade, está em larga medida dentro das possibilidades de indivíduos e pequenos grupos, contrariamente à redefinição verbal declarada.&lt;br /&gt;Podemos ver o acesso como sendo de 2 tipos, "natural" e humanamente organizado. Um urso num parque tem aquilo a que se pode chamar acesso natural ao cesto da merenda do humano desarmado. O acesso do patrão aos serviços pessoais da secretária é um acesso humanamente organizado; o patrão exerce um poder institucional. Olhadas de determinado âng&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1WHwMBj0I/AAAAAAAAA8M/shcbRYeiK-I/s1600-h/indigena05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128850241839271746" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1WHwMBj0I/AAAAAAAAA8M/shcbRYeiK-I/s200/indigena05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ulo parece-me que as instituições são padrões de acesso humanamente organizadas -- acesso às pessoas e aos seus serviços. Mas as instituições são artefactos de definição. No caso de instituições intencional e formalmente organizadas, isso torna-se muito claro, pois as definições relevantes encontram-se explicitadas em constituições, regulamentos e regras. Quando se define o termo "presidente", está-se a definir presidentes nos termos daquilo que podem fazer e daquilo que lhes é devido por outras instituições, e "aquilo que eles podem fazer" é uma questão do acesso que têm aos serviços dos outros. De modo semelhante, as definições de reitor, estudante, juiz, e polícia classificam padrões de acesso, e as definições de escritor, criança, proprietário e, naturalmente, marido, esposa, e homem e rapariga. Quando mudamos o padrão de acesso, impomos novas utilizações de palavras àqueles/as afectados/as pelas mesmas. O termo "homem" tem de ter uma deslocação de significado quando a violação já não é possível. &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Quando tomamos cont&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1S9AMBjmI/AAAAAAAAA6c/iM5fP3z-BEA/s1600-h/61.gayrally.jpg.image.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128846758620794466" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1S9AMBjmI/AAAAAAAAA6c/iM5fP3z-BEA/s200/61.gayrally.jpg.image.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;rolo do acesso sexual a nós próprias, do acesso ao nosso apoio psíquico e à nossa função reprodutiva, acesso ao ser-mãe e ao ser-irmã, redefinimos a palavra "mulher".&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;A deslocação da utilização da palavra é imposta aos outros por uma mudança na realidade social; não aguarda o seu reconhecimento da nossa autoridade de definir. &lt;span style="font-size:180%;"&gt;Quando as mulheres separam (se retiram, se reagrupam, transcendem, empurram para o lado, migram, dizem não), &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;estamos simultaneamente a controlar o acesso e a definir. Somos duplamente insubordinadas, uma vez que nem uma nem outra destas coisas é permitida. E o acesso e a definição são ingredientes fundamentais na alquimia do poder, portanto somos duplamente, e radicalmente insubordinadas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assim, se&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1VCAMBjsI/AAAAAAAAA7M/UeHEtp2Zec0/s1600-h/getimage.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128849043543396034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1VCAMBjsI/AAAAAAAAA7M/UeHEtp2Zec0/s200/getimage.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; estas são algumas das maneiras em que a separação se encontra no cerne da nossa luta, isso ajuda-nos a explicar porque é que a separação é um tópico tão quente. Se há algo que as mulheres temem é a tomada de poder. Desde que nos fiquemos aquém desse ponto, os patriarcas terão, na maioria dos casos uma atitude indulgente. Temos medo daquilo que nos acontecerá quando realmente os assustarmos. Este não é um medo irracional. É nossa experiência no movimento de mulheres que o elemento defensivo, violento, hostil e irracional da reacção ao feminismo tende a corresponder com o grau de ostentação do elemento de separação na estratégia ou projecto que despoleta a reacção. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;As separações que advêm quando as mulheres deixam casa, casamentos e namorados, separações de fetos, e a separação do lesbianismo são todas bastante dramáticas. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Isto é, são dramáticas e ostensivas quando percebidas de dentro da estrutura erigida pela mundivisão patriarcal e pelo parasitismo masculino. &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Os assuntos ligados ao casamento e ao divórcio, ao lesbianismo, e ao aborto tocam homens individuais (e suas simpatizantes) porque eles sentem a relevância em relação a si próprios desses assuntos -- eles sentem a ameaça de que poderão ser os próximos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128847682038763138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1TywMBjoI/AAAAAAAAA6s/v2KNnb9mmfI/s200/dyke_march_marshals.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Assim, a heterossexualidade, o, casamento, e a maternidade, que são as instituições que mais obvia e individualmente mantêm a acessibilidade das mulheres pelos homens formam a tríade central da ideologia anti-feminista, e os espaços, organizações, encontros, aulas exclusivamente para mulheres são ilegalizadas, suprimidas, assediadas, ridicularizadas e punidas, em nome dessa outra bela e duradoura instituição patriarcal, a Igualdade Sexual.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Para algumas de nós estas questões poderão parecer quase alheias... questões estranhas para estarem no centro das atenções. &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Nós estamos empenhadamente ocupadas naquilo que nos parece as nossas insubordinações ostensivas: vivendo as nossas próprias vidas, tomando conta de nós próprias e de cada uma, fazendo o nosso trabalho, e em particular, dizendo a verdade que vemos.&lt;/span&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128847677743795826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1TygMBjnI/AAAAAAAAA6k/IdXBOmq3TqE/s200/Three-boys.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;Todavia, o pecado original é a separação que essas actividades pressupõem, e será por elas, não pela nossa arte ou filosofia, não pelos nossos discursos, não pelos nossos "actos sexuais" (ou abstinências), que seremos perseguidas, quando o pior der no pior.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1YPAMBj2I/AAAAAAAAA8c/iui90cjHLLY/s1600-h/foto02.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1YPQMBj3I/AAAAAAAAA8k/kshqVLOLWMQ/s1600-h/foto44.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1YPQMBj4I/AAAAAAAAA8s/YF1OEzYrZiA/s1600-h/foto35.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1YPgMBj5I/AAAAAAAAA80/itIp5RHEPiQ/s1600-h/foto45.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1VCgMBjvI/AAAAAAAAA7k/vLnGClOuYgI/s1600-h/2006-VictoriaVanDyke-Cunt-01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128849052133330674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1VCgMBjvI/AAAAAAAAA7k/vLnGClOuYgI/s200/2006-VictoriaVanDyke-Cunt-01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tradução de Maria Josefina Silva in Lilás nº10, do texto de Marilyn Frye “Some Reflections on Separatism and Power” retirado de Sarah Lucia Hoagland e Julia Penelope (ed.) (1988) For Lesbians Only -- A separatist anthology (Para lésbicas apenas -- uma antologia separatista), Londres: Onlywomen Press&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127747977137458482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RylrngMBjTI/AAAAAAAAA3g/e2smL5Q43wg/s320/FuriesBasement.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Furies Coletive, separatistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-1920333463579405289?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/1920333463579405289/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=1920333463579405289&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/1920333463579405289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/1920333463579405289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/11/separatismo-feminista-algumas-reflexes.html' title=''/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RzVE8vZxYZI/AAAAAAAABDA/4isVgmBePtE/s72-c/radlesb1.gif' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-2663799433895768808</id><published>2007-11-03T21:30:00.000-05:00</published><updated>2007-11-03T23:57:18.053-05:00</updated><title type='text'>Pensando o *lesbianismo (ismo de prática) feminista</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 12pt" align="left"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-family:Verdana;"&gt;- Entrevista com Ochy Curiel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;"O lesbianismo não se entende somente como uma prática sexual, mas também, sobretudo, como uma atitude de vida, uma ética emoldurada em &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HzAMBjcI/AAAAAAAAA5M/HZqZyLSGiJ8/s1600-h/18062846_f428bd58fa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128834492194196930" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HzAMBjcI/AAAAAAAAA5M/HZqZyLSGiJ8/s200/18062846_f428bd58fa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;uma proposta política."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A afirmação é da ativista feminista Ochy Curiel. Em junho deste ano, o site do Projeto de Desobediência Informativa publicou um interessante artigo da ativista feminista intitulado “El lesbianismo feminista: uma propuesta política transformadora”. No documento, Ochy &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;defende o lesbianismo não como uma identidade, uma orientação ou uma opção sexual, mas como uma posição política.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Na entrevista a seguir, Ochy fala de como interpreta o movimento lesbofeminista como uma posição política, da representatividade que o movimento possui, dos grupos como o GLBT e das suas aspirações para o lesbianismo feminista.&lt;strong&gt; &lt;span style="font-size:130%;color:#6600cc;"&gt;“As lésbicas, as mulheres e a humanidade devem ter uma visão integral da realidade, pois o movimento deve afetar as políticas neoliberais, a guerra, o militarismo, o racismo, os fundamentalismos na vida das mulheres, isto é, como se manifesta realmente o patriarcado em todas as suas formas atuais”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#6600cc;"&gt;,&lt;/span&gt; acredita ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Rosa&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RylsdAMBjUI/AAAAAAAAA3o/vjITL31bnro/s1600-h/womid-p1-72.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127748896260459842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RylsdAMBjUI/AAAAAAAAA3o/vjITL31bnro/s320/womid-p1-72.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Inés Curiel Pichardo (Ochy) nasceu na República Dominicana. É cantora e uma importante ativista do movimento lésbico-feminista. Desde a década de 1980, trabalha pelos movimentos polulares através do Centro Dominicano de Estudos da Educação, em Santo Domingo. Ajudou a fundar do Ce-mujer, uma organização não-governamental de mulheres trabalhando no departamento de assessoria comunitária. Mais tarde, na década de 1990, Ochy passa a fazer parte da diretoria da Casa pela Identidade das Mulheres Afro, uma organização feminista na luta contra o racismo e o sexismo. Ochy também fez parte da Rede de Mulheres Afrolatinoamericanas e Afrocaribenhas. Tem sido organizadora de dois importantes encontros continentais: o Encontro de Mulheres Negras e o Encontro Feminista da América Latina e Caribe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – Como o lesbianismo feminista pode ser interpretado como uma posição política?Ochy Curiel – O lesbianismo feminista parte de um conceito-chave:&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;a heterossexualidade como norma obrigatória e como uma instituição política que diminui a autonomia das mulheres. &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Isso supõe entender a heterossexualidade não como prática sexual, mas como um sistema político que implica na exploração das mulheres nos planos sexual, emocional, material e simbólico.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Essa exploração tem sido respaldada pelas leis, pela religião, pelas imagens midiáticas, enfim, por tudo.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A heterossexualidade tem feito com que a independência e a autonomia das mulheres fiquem apagadas da história, propondo a idéia de que elas pertencem aos homens, seja como mãe, seja como esposa.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A heterossexualidade obrigatória é usada para justificar o fato de que os homens pensam que o corpo das mulheres lhes p&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HywMBjaI/AAAAAAAAA48/4CiYTIeoE3M/s1600-h/367266.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128834487899229602" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HywMBjaI/AAAAAAAAA48/4CiYTIeoE3M/s200/367266.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ertença e, assim, seja apenas um objeto de exploração para cometer as violências sexuais, os femicídios, a exploração do trabalho etc.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;O lesbianismo feminista explica que a mulher não depende econômica, emocional e materialmente dos homens. Esse já é um ato subversivo frente ao patriarcado e frente a todas essas formas de exploração e subordinação. Não necessitamos dos homens para viver, pois criamos redes solidárias entre mulheres, sejam elas lésbicas, ou não.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Essas redes têm gerado outras formas de relação, de sexualidade e prazer, nem falocêntricas nem opressoras. São outras relações sociais não hierárquicas. A partir dessa posição, o lesbianismo, então, não se entende somente como uma prática sexual, mas também, sobretudo, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;em&gt;como uma atitude de vida, uma ética emoldurada em uma proposta política.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;IHU On-Line – Qual é a representatividade do lesbianismo feminista hoje na América Latina? Qual é sua força política?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ochy Curiel – Acho que não podemos falar em representatividade, porque no movimento lésbico-feminista nenhuma organização representa o resto das organizações, muito menos na América Latina. Acredito que, a partir dos anos 1990, atingimos o auge dos espaços lésbicos-feministas, graças ao impacto do feminismo que buscava, entre outras coisas, maior autonomia nas mulheres, fora dos partidos e sindicatos. Desde então, o corpo e a sexualidade passaram a ser centrais para a política e ele permitiu, além de questionar o caráter heterocentrado do feminismo, abrir novas brechas para o feminismo tanto como teoria social, quanto como prática política. O auge desta época se evidenciou em muitos grupos, redes, articulações, encontros internacionais, enfim, um sem-número de expressões políticas e culturais do lesbianismo feminista latino-americano que chegam até hoje em dia&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Sua força política é evidenciar a heterossexualidade como sistema político, opressora em relação às mulheres e à potencialidade do lesbianismo para nossa liberdade e autonomia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – Que avanços você percebe no movimento lésbico-feminista desde seu surgimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ochy Curiel – O avanço fundamental é que&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;muitas lésbicas entenderam a importância de dar ao lesbianismo um caráter político, respaldadas pela proposta feminista.&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O lesbianismo feminista latino-americano é uma das correntes que se mantém mais radical nos postulados feministas,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; ainda que reconheçamos a existência de muitas lésbicas feministas metidas na institucionalidade, burocratizadas, dentro do movimento “Lig&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HyQMBjYI/AAAAAAAAA4s/_Y_-KE1l8VI/s1600-h/DYKEFORCE!2.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128834479309294978" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HyQMBjYI/AAAAAAAAA4s/_Y_-KE1l8VI/s200/DYKEFORCE!2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ht”, como o GLBT.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Mesmo assim, acredito que este é um movimento com muita criatividade, apresentando cinema, textos teóricos, músicas etc. Acredito, igualmente, que ele tem criado impacto no feminismo e nos movimentos sócio-sexuais, ainda que estes não sejam reconhecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – O movimento ainda é mal interpretado pela sociedade civil?&lt;br /&gt;Ochy Curiel – A sociedade civil é um conceito muito amplo e muito complicado, porque a constituem desde os movimentos sociais até o empresariado, desde os setores da esquerda até os setores de direita.&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#6600cc;"&gt;No geral, é claro que ainda não é um movimento muito bem visto por muitos setores, porque é um dos movimentos mais radicais. &lt;span style="color:#990000;"&gt;A autonomia e a radicalidade das mulheres nunca são bem vistas pelos setores conservadores, sejam de esquerda ou de direita.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; A lesbofobia é um fenômeno muito intenso em nossos países. Além disso, acredito que ainda não temos força política para dentro da nossa sociedade conservadora, e isso se deve ao fato de que ser uma lésbica pública significa correr muitos riscos, lamentavelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – No artigo “El lesbianismo feminista: uma propuesta política transformadora”, &lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;você fala que o movimento lésbico-feminista passou por um retrocesso na década de 1990.&lt;/span&gt; Este retrocesso ainda existe?&lt;br /&gt;Ochy Curiel – Sim, acredito que ainda existe. Creio que um dos fenômenos foi a &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;institucionalização que tocou a todos os movimentos sociais&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; Já o trabalho político mais horizontal de construção coletiva depende do Estado, dos financiamentos internacionais, que já quase não existem, pelo menos não como antes. &lt;span style="font-size:130%;"&gt;O que exi&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HywMBjbI/AAAAAAAAA5E/QMhXSTla3XY/s1600-h/18243649_4306342665.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128834487899229618" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HywMBjbI/AAAAAAAAA5E/QMhXSTla3XY/s200/18243649_4306342665.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;stem são ONG’s burocratizadas, tecnificadas, de serviços, que têm muito poucos coletivos autônomos. Somado a estes problemas, está a crise econômica pela qual nossas países têm passado, devido à globalização e ao neoliberalismo, que fazem com que cada vez mais os espaços de trabalho se reduzam. Então, se para as mulheres isto é difícil, para as lésbicas é ainda mais, pois o tempo que poderiam dedicar às ações políticas se reduz drasticamente. &lt;/span&gt;Outro fenômeno que acredito que tem a ver com esse retrocesso&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;foi a entrada do gênero como perspectiva política, pois isso fez perder a radicalidade feminista e, unida a este tema, a inviabialização das lésbicas que se reconhecem como parte do movimento GLBT, um movimento de discurso tolerante, mas sem projetos políticos. Algumas alianças estão vazias de conteúdo, como o GLBT, que, para mim, é um movimento misógino e antifeminista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – Qual é seu principal objetivo quando diz que o movimento "tem uma responsabilidade histórica de afetar este mundo”?&lt;br /&gt;Ochy Curiel – Eu falo por mim, e não pelo movimento. &lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;Acredito que o lesbianismo feminista é uma proposta transformadora e revolucionária das relações de opressão e subordinação que se exerce sobre todas as mulheres. &lt;/span&gt;Acredito que &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;as lésbicas feministas, como toda aquela pessoa que pensa que é possível transformar este mundo para o bem, devem trabalhar mais politicamente nos bairros, nas universidades, no movimento artístico, entre os acadêmicos, escrevendo com propostas críticas e, ao mesmo tempo, positivas.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Acho que o lesbianismo feminista não somente deve centrar-se na sexualidade,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; como também deve considerar como afeta as raças, as classes etc. As lésbicas, as mulheres e a humanidade devem ter uma visão integral da realidade, pois o movimento deve afetar as políticas neoliberais, a guerra, o militarismo, o racismo, os fundamentalismos na vida das mulheres, isto é, atingir tudo aquilo que manifesta realmente o patriarcado em todas as suas formas atuais. &lt;span style="font-size:180%;color:#6600cc;"&gt;No&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HygMBjZI/AAAAAAAAA40/VZmr3UBuRTY/s1600-h/CIMG0705-748937.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128834483604262290" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HygMBjZI/AAAAAAAAA40/VZmr3UBuRTY/s200/CIMG0705-748937.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ssas propostas políticas não se diluem em temas como a identidade, pois consideram tanto nossas vidas privadas como públicas, além de nossas subjetividades macroestruturais. É uma proposta que precisa transformar-se em um projeto que transpassa fronteiras, descolonizador de nossas vidas. Essa, para mim, é a proposta do lesbianismo feminista.(&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.unisinos.br/ihu"&gt;www.unisinos.br/ihu&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-2663799433895768808?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/2663799433895768808/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=2663799433895768808&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/2663799433895768808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/2663799433895768808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/11/pensando-o-lesbianismo-feminista.html' title='Pensando o *lesbianismo (ismo de prática) feminista'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Ry1HzAMBjcI/AAAAAAAAA5M/HZqZyLSGiJ8/s72-c/18062846_f428bd58fa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-5864397061748678929</id><published>2007-10-21T16:28:00.000-05:00</published><updated>2007-12-11T11:11:59.884-05:00</updated><title type='text'>Lesbianidade é Destino</title><content type='html'>&lt;h3 class="smller"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="smller"&gt;&lt;em&gt;Não têm nojo de porra, mas têm nojo de si e das outras&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="para" align="right"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="para" align="right"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O que eu vejo em muitas mulheres é algo inverso. Parece que elas projetam o que a de ruim nelas ou em outras mulheres. Elas não tem nojo de engolir, se melarem com espermas, mas tem nojo da própria vulva, da menstruação, do próprio cheiro... Acham que mulheres são mais fracas, mais dependentes, elas dizem coisas como 'Eu gosto de futebol e jogo bem, sou diferente das outras mulheres', elas fantasiam as habilidades dos homens - como se eles fossem melhores em tudo - elas não confiam em si mesmas, mas em homens canalhas 'confiam', elas desprezam as habilidades profissionais de outras mulheres.&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;(&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=19504728&amp;amp;tid=2555397554954476571&amp;amp;na=2&amp;amp;nst=14"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;Camila Livino, em fórum de orkut&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123906081220664850" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RxvFbumfHhI/AAAAAAAAA2A/J73EU1cq0vM/s320/yuri.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;em&gt;Quando a gente não tem mais medo de si, não tem mais medo de buceta, quando a gente curte buceta, curte chupar uma buceta, curte penetrar nossos dedos na buceta(nossa ou da irmã mulher o que possui praticamente as mesmas implicações), superando a aversão implantada em nós pelo sistema misógino,(que me permite até falar BUCETA a exaustão e você ler sem achar aversivo) e ter tal proximidade absurda com um corpo feminino, estamos aceitando radicalmente o nosso próprio corpo, olhando pra ele de forma totalmente aberta e direta. Não há nada tão libertário como esse autoconhecimento e autoaceitação radical. Quando amamos a irmã, amamos consequentemente a nós mesmas. Resgatamos um sentido de identidade muito mais completo, íntegro, total. Resgatamos uma autoestima, autoconfiança e segurança. Nosso andar se torna mais seguro e firme. Não há mais volta, conhecemos o que é ser um ser humano consciente de suas próprias possibilidades e totalmente a vontade consigo próprio que não tolera mais nenhuma invasão e desconforto. Quer liberdade, quer ter o andar livre, o corpo solto. Transmitimos nossa imunidade e impenetrabilidade e espontaneidade, a sociedade fica tão espantada com essa mulher pura intregridade que reage, falando: que sapatão! Andei observando que os cursos de educação FÍSICA são os que mais têm dykes. Acredito ser emblemático de que Lesbianidade é uma forma de educação e ressignificação física do corpo feminino tão marcado por séculos de opressão e repressão.  A amiga educa este corpo, o liberta, o conscientiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo lésbico gera autoconhecimento absurdo, de suas proprias possibilidades, capacidades, de aspectos inusitados, desconhecidos, de si. Podemos não poder enchergar nossa buceta diretamente como um homem enxerga seu pinto, mas podemos conhecer nossa própria buceta através da da companheira, podemos olhá-la por horas a fio, cada meandro que a compõe, tal como se fitassemos o profundo de nosso próprio ser. E ao mesmo tempo, comparar os corpos, e observar as variações, as variedades de mulheres, de companheiras, que compõem nossa coletividade, essa maravilhosa herança feminina que tantas tanto temem se apossar. Há amigas que terão seios maiores, seios mais caídos, seios mais enxutos, seios mais pontudos, há amigas que terão um clitóris comprido, outras um clitóris perdido pelas carnes, outras lábios vaginais carnosos, cores diferentes, matizes, odores, pelos pubianos, formas.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;em&gt;Todo esse conhecimento derivado é empoderador. Emocionalmente, psicologicamente, corporalmente, socialmente empoderador. Aplicamos esse conhecimento em nós. É uma base comum. É um corpo como o meu. Soberania e identidade. Tática de Guerrilha. Conhecemos nosso próprio território. Nos conhecemos. Conhecemos a irmã. Temos uma linguagem em comum, um matrimônio coletivo (pra nao falar patrimonio) e construido coletivamente, próprio nosso, um bem só nosso, e uma linguagem em comum que nos permite nos comunicarmos com todas nossas irmãs independente das fronteiras estabelecidas. Algo inalienável. Não tirarão de nós. Não faltam investidas: invisibiliação feita sob aspectos de pornografia,romances masculinos, misoginia e lesbofobia em geral como estas e tantas outras. Pseudolesbianismo fetiche pra machos. Mas isso não nos ameaça. Só mostra o grau do horror desses homens de conceberem sua própria inexistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplicamos esse conhecimento em nós. Independência. Masturbação. Do&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RxvFcOmfHiI/AAAAAAAAA2I/cdg91aRE6HY/s1600-h/lesbian.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123906089810599458" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RxvFcOmfHiI/AAAAAAAAA2I/cdg91aRE6HY/s320/lesbian.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;u me prazer, dou me amor, dou me a mim. Dedico me a mim, e nao mais a um macho, uma autoridade, um sistema moral. E esse dar a mim é o dar a minhas irmãs, a todas nós. Conhecendo o meu corpo, conheço o da minha irmã. É uma comunicação coletiva, linguagem só nossa, ultrapassa fronteiras de tempo, espaço, cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexo hetero não passa de alienação, invasão de um corpo estranho, escolha objetal forçada por coerções sociais diversas muitas vezes não perceptiveis claramente, escolha objetal que nega nossa natureza e destino. Lesbianidade é destino. Originário é o amor mae-filha. O Pai intercede, castra, aparta, trafica essa filha, se apossa dessa mãe, instaura a divisão. Divisões e mais divisões são feitas pra nos alienar de nossas irmãs. Tudo se interpoe entre nós. Mas emfim aqui estamos: agora sabemos o que se passou. E não levaremos adiante essa farsa. Amarei minhas irmãs, destruirei todo esse auto-odio introjetado, essa misoginia pervasiva, esse medo de mim.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-5864397061748678929?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/5864397061748678929/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=5864397061748678929&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5864397061748678929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5864397061748678929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/10/lesbianidade-destino.html' title='Lesbianidade é Destino'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RxvFbumfHhI/AAAAAAAAA2A/J73EU1cq0vM/s72-c/yuri.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-6046021188501202677</id><published>2007-09-08T17:24:00.000-05:00</published><updated>2007-10-21T16:40:08.327-05:00</updated><title type='text'>DARxCOMER: desserviço sexual,estereótipo violencia</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(escrito para a comunidade: Garotas que não dão)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Usar esse vocabulario apologista da violência&lt;br /&gt;sexual, marcado pela prerrogativa de violencia atrelada à sexualidade pelo sistema machista/patriarcal/androcentrico/falocr&lt;wbr&gt;ático, é colaborar com a dominação masculina na sociedade.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMmtgVENzI/AAAAAAAAA08/OwJ6lZi4KDw/s1600-h/corpointerrogativa.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107968965582534450" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMmtgVENzI/AAAAAAAAA08/OwJ6lZi4KDw/s200/corpointerrogativa.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="smller"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;GAROTAS QUE NÃO DAO? GAROTAS QUE DÃO? Não tem diferença nenhuma pois enquanto designarmos NOSSA sexualidade com esses termos estaremos sempre inevitavelmente SERVINDO pois é essa a idéia subtendida no termo, no fim você "dá" de qualquer jeito, [a vagina] nunca é sua, O CORPO NUNCA TE PERTENCE REALMENTE, vai ser de alguém, vai ser entregue, é algo que existe pra ser POSSUIDO, TAL QUAL OS OBJETOS, como se a natureza de toda mulher, o destino de toda mulher, nao importa quem seja, frente o Patriarcado, é o destino de objeto sexual pra ser tido ou comido&lt;/em&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMmtgVEN0I/AAAAAAAAA1E/k18tcOKXDMU/s1600-h/patriarchygirl.JPG"&gt;&lt;em&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107968965582534466" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="200" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMmtgVEN0I/AAAAAAAAA1E/k18tcOKXDMU/s200/patriarchygirl.JPG" width="275" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; como alimentos sendo homens definidos como PREDADORES e seu papel de PREDADORES E TOPO DA CADEIA ALIMENTAR SOCIAL GARANTIDO E DENUNCIADO POR ESSA NOMENCLATURA.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso serve como coerção a liberdade sexual da mulher, "dar" é se rebaixar a servidão, colaborar com a dominação, e sexo nunca será pra ela senão submissão a uma lógica falocrática pois segundo esta SEXO É PRIVILÉGIO MASCULINO, O GRUPO QUE DETÉM O PODER. E vocês apoiam perpetuando essas expressões misoginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Falam que é algo bom e que a mulher tem o poder do não, mas como então? Um sub poder na ordem masculina? Autonomia de verdade ela não tem? Na verdade essa é uma divisão injusta do poder efetuada pelos homens (que foram os que criaram tais terminologias pra ato sexual) e que implica na realidade na destruição da possibilidade de dignidade da mulher em qualquer ato sexual que tenha, assim toda vez que a mulher tiver ato sexual estará socialmente afirmando/aceitando seu lugar social inferior de gênero sexual. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="smller"&gt;Uma forma de controle, um cinto de castidade[psicologico], assim como a virgindade, pra que ela não possa ter tanto prazer porque só quem pode ser livre pra fazer sexo é o homem, a mulher deve se resguardar sobre a pena da culpa e do rebaixamento humano,todos esses direitos sagrados guardados pelos titulos de poder do DARxCOMER&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="smller"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#840084;"&gt;Graças aos machistas nossa sexualidade está plena de culpa e de empecilhos a realização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as mulheres não tem orgasmo? as mulheres estão frigidas? as mulheres fingem? as mulheres não têm prazer no sexo? as mulheres não se masturbam? as mulheres NÃO FALAM que se masturbam? Tem - desejo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também! Como você vai poder se excitar livremente com toda essa situação? Todos sabem que em situação de estresse é impossivel querer transar, a pessoa se excita qdo tá tranquila, qdo está se sentindo bem consigo mesma, qdo se sente livre pra experimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as mulheres estão cheias de bloqueios! Toda que é atividade sexual o vocabulario coloquial torna algo repulsivo, brutalizado, asqueroso, impregnado de relações de poder que nos &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMmtQVENyI/AAAAAAAAA00/PttcREa3Wg0/s1600-h/image002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107968961287567138" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMmtQVENyI/AAAAAAAAA00/PttcREa3Wg0/s200/image002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;desprivilegiam perante uma relação com um homem, com o corpo de um homem, vejo os garotos falando coisas asquerosas, transformam os gestos de proporcionar prazer ao parceiro, que é algo saudável e natural, em algo perverso. Fazer felação(mulher no homem) é humilhação, sexo anal é humilhação da mulher, é vergonha pra uma mulher que goste, e colocam essa idéia de que a relação anal é de dor e privação de prazer pra que as mulheres sintam isso e pra desprivilegiar as práticas sexuais que os gays fariam, tornar em algo deplorável, fazer de quatro é humilhação, é animalizado, até a posição em que a mulher fica por cima é humilhação, a mulher está "cavalgando", é engraçada a idéia da mulher gostando da relação sexual, nessas pornografias de internet, sempre o q dá tesão nos homens parece ser essa transferencia de uma situação de poder frustrada pro campo da sexualidade, pra cima da mulher (o eterno bode expiatório), os homens nunca estão com uma sexualidade sadia...se derrepente vc cai num site q era porno, abrem um monte de janelas com frases do tipo "RAPE", "TEENS" (qto maior a perversão de uma mulher melhor, então nada melhor q pegar uma garota ainda infantil, mas se tem qualquer traço de corpo de mulher já é como se estivesse dada a licença pra violá-la psiquicamente, e iniciá-la no mundo da submissão...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="smller"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#840084;"&gt;No mundo da submissão do"ser mulher" e da feminilidade, adestramento, estereotipação feminilóide pra adaptar garotas pra serem o alvo do olhar violador dos homens escrotos, q tem prazer em vampirizar mulheres afim de se afirmarem em cima destas, proporcionando sensaçã&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMntQVEN1I/AAAAAAAAA1M/747DvJDhKqg/s1600-h/My%20life%20my%20body.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107970060799194962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMntQVEN1I/AAAAAAAAA1M/747DvJDhKqg/s200/My%2520life%2520my%2520body.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;o de superioridade e dominadação, e q a mulher saiba seu lugar, mto semelhante a lição q dão a estas quando lhes estupram na infancia e na maturidade, q seu destino é esse, q seu sexo é isso, é vulnerabilidade, desguarnição, desprivilegio, q tem um buraco sem significado no meio das pernas q não vale nada e que não é seu, que é pra ser DADO...!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como estamos numa sociedade injusta, desigual, e cheia de relações de poder, isso invade o ambito do privado e da intimidade, e a compensação pelo prazer das pessoas humilhadas é assim: cantando e agredindo mulheres na rua e afins patriarcais, os homens se valendo da desigualdade hXm pra poder se afirmar em cima de quem não pode se defender, pq se fossem fazer isso com um homem eles estariam comprando briga e eles tem um contrato social mto acertado entre eles né, eles se protegem e a seus privilegios mutuamente e nenhum ataca o outro sem ter as formalidades falicas violadas, nesse mundo falocrático que é de posse dos homens, as mulheres só podem ter seu direito de ir e vir garantido enquanto estejam acompanhadas de uma tutela peniana que seja seu "dono" e sua compensação pela falta da suastica fálica como individuos castrados socialmente que sao no mundo do pinto, assim sendo protegida como propriedade das espoliações alheias de outros pintos. Então na prática escolhemos DAR[nossa liberdade] pro pinto menos pior é isso? É essa a liberdade que nos resta? È isso que defendem tanto? O privilégio da submissao?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="smller"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#840084;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="smller"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#840084;"&gt;os homens, como se sentem fracassados e no fundo se sente despreziveis perante as mulheres, precisam forçar e obrigar essa relação de insuficiencia feminina perante atitudes q subentenderiam a existencia disso, tal qual quando cantam, assediam, estupram, assaltam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;todos e tudo querendo conspirar pra fazer a crucificação clitoridiana sublimada q existem em todas sociedades...uma mutilação psicológica q nos amputa como "individuas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o que sobra pra mulher? que não pode construir OS SEUS PARADIGMAS PRÓPRIOS DE SEXUALIDADE? Adotar os paradigmas de contraparte dos masculinos! Aí falam que o tesão da mulher é usar lingerie pra poder atrair o macho (inversão evolutiva...quem q é mais belo nas esp&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMntgVEN2I/AAAAAAAAA1U/-t2KiHndWg8/s1600-h/nana.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107970065094162274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMntgVEN2I/AAAAAAAAA1U/-t2KiHndWg8/s200/nana.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;écies animais? penugem colorida, etc, etc? sempre os machos, q tem q conquistar as femeas...)ser "possuída", "tida" por um homem! q ela gosta é de se "entregar", isso é uma inversão , que a mulher tem sexualidade masoquista, ou que não tem o mesmo interesse pelo corpo masculino que o homem tem...ou vem essas revistas idiotas pra dizer quais são os paradigmas de sexualidade da mulher...e falam sobre como chegar no orgasmo e etc, mas nenhuma mulher se pergunta: POR QUE EU NÃO CONSIGO CHEGAR? SERÁ Q NÃO É PQ ESSA OPRESSÃO, ESSA REPRESSÃO, ESSE MACHISMO, ESSA NOJEIRA, ESSA SERVIDÃO PSICOLÓGICA, ESSA CULPA, ESSA VERGONHA, ME BROXAM??..... óbvio né? Sexo Explicito.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-6046021188501202677?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/6046021188501202677/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=6046021188501202677&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/6046021188501202677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/6046021188501202677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/09/darxcomer-desservio-sexualesteretipo.html' title='DARxCOMER: desserviço sexual,estereótipo violencia'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMmtgVENzI/AAAAAAAAA08/OwJ6lZi4KDw/s72-c/corpointerrogativa.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-2631277332515449617</id><published>2007-08-03T14:41:00.001-05:00</published><updated>2007-08-03T14:48:03.443-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;NÃO HÁ CAPITALISMO&lt;br /&gt;Sem racismo, machismo e homofobia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo de trabalho Mulheres e Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais da Coordenação Nacional de lutas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1969 é o ano que marca o surgimento das paradas gays e lésbicas, que hoje se realizam pelo mundo todo. Cansados da repressão policial, do preconceito e da violência, os homossexuais enfrentaram com a polícia numa batalha campal que durou dias. Retomar essa história é importante para entender que as Paradas do Orgulho Gay têm um origem na luta pelos nossos direitos e contra o preconceito que enfrentamos na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso entender que o preconceito e a opressão são peças fundamentas da sociedade em que vivemos. A desigualdade social, fruto da exploração, beneficia uns poucos enquanto joga a maioria numa condição de penúria. Para perpetuar essa situação. A divisão e o ódio mútuo entre os “de baixo” são imprescindíveis. Assim os preconceitos se difundem com o apoio, explícito ou não, daqueles que detém o poder, seja econômico, político ou ideológico. A Luta contra o racismo, o machismo e a homofobia deve andar lado-alado. Temos claro que a sociedade que precisamos não atende aos interesses dos que lucram com a homofobia. Assim, além de lutarmos ao lado de negros e negras, mulheres e outros setores oprimidos, precisamos nos somar também Às lutas dos trabalhadores contra a classe dominante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, contudo, nos deparamos cada bem mais com paradas despolitizadas, que nada têm a ver com a origem do movimento. Isso não acontece por acaso. Presos à lógica do neoliberalismo, o preconceito se tornou um mercado milionário ligado à caríssimas casas noturnas. Ao turismo e às mercadorias voltadas para o público gay. A opressão que sofremos virou uma indústria na qual uns poucos lucram muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o próprio movimento GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) está cada vez mais institucionalizado, ocupando espaços em Secretarias de governo e lucrando alto com projetos assistencialistas financiados com o dinheiro público e privado. Como resultado, se atrelam àqueles que deveriam combater e pressionar e não podem mias dar o caráter combativo e politizado que o movimento já teve no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que isso, se afastam das bases do movimento, sendo sugados pelo conforto e prestígio dos espaços restritos que ocupam, e propagandeiam progressos e avanços em nossas lutas enquanto que seguimos sofrendo com a falta de respeito, o preconceito e a violência no dia-a-dia.&lt;br /&gt;O movimento se encontra diante de uma encruzilhada: seguir o caminho atual, de atrelamento à origem vigente, perdendo a autonomia frente aos empresários dos guetos gays e governos, e em especial ao governo Lula – cuja base aliada é composta por setores fundamentalistas como o PL ligado à Igreja Universal do Reino de Deus -; ou retomar ás suas origens, travando uma luta consciente por mais direitos, contra o preconceito, e no caminho da unidade com outros setores oprimidos e explorados de nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que os setores majoritários do movimento GLBT se recusam a ver e que nem todos são nossos aliados na luta contra a homofobia. Os donos da milionária “indústria cor-de-rosa”, hoje, arrancam seus lucros exatamente da manutenção do preconceito e da violência que sofremos, e geralmente, nos impedem se sermos quem somos publicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transformando os espaços que conquistamos, com muita luta, em caríssimos “guetos privados”, acessíveis quase que exclusivamente àqueles que têm dinheiro para freqüentá-los ou representando-nos de formas totalmente fantasiosa nos meios de comunicação, estes senhores nada mais fazem do que investir na asquerosa versão neoliberal do já batido conceito de “cidadania”: o direito de consumir e virar mercadoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, nossa verdadeira luta é secundarizada, ou limitada às Paradas ou outros eventos, que, também mercantilizados, servem cada vez mais ou menos como momentos de mobilização e luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso que os sindicatos pautem o problema da opressão nos locais de trabalho, que se somem às Paradas (até mesmo para mudar o seu atual caráter), que denunciem o jogo hipócrita de Lula, que agrada a maioria das ONG’s com suas migalhas financeiras enquanto segue se apoiando nos mais reacionários partidos políticos, e em centrais pelegas como CUT e Força Sindical, para implementar reformas como a da previdência e gasta milhões para receber seus novos “companheiros”, facistas e homofóbicos, como Bush e Bento 16.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, mós da Coordenação Nacional de lutas (Conlutas), tentamos unificar as lutas de todos que sofrem com a opressão e a exploração, nos marcos da luta de classes, para construir uma outra sociedade, sem o preconceito, a violência, a submissão de classe. Uma sociedade socialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No interior da Conlutas, estamos organizado no Grupo de Trabalho de GLBT e Mulheres,&lt;br /&gt;através do qual tentamos impulsionar o debate e construção de políticas em todos os sindicatos e entidades dos movimentos estudantil e popular que ,hoje, compõe a Coordenação, levando para o restante dos trabalhadores bandeiras de luta contra um inimigo comum, construindo um novo tipo de movimento social unificado, classista, socialista e consciente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-2631277332515449617?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/2631277332515449617/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=2631277332515449617&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/2631277332515449617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/2631277332515449617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/08/no-h-capitalismo-sem-racismo-machismo-e.html' title=''/><author><name>smelly cat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16117018724328789364</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-3979086945309439110</id><published>2007-08-03T14:41:00.000-05:00</published><updated>2007-08-03T14:49:46.171-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Trecho de: Submissão e Resistência – A mulher na luta contra a escravidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revolta no cotidiano&lt;br /&gt;Quilombolas e guerreiras&lt;br /&gt;A prática abolicionista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Lucia de Barros Mott&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repercussão que a Guerra do Paraguai teve no movimento abolicionista já foi lembrada por vários autores, A volta do ex-escravos que serviam no exército brasileiro, seja por vontade própria, obrigados pelo Estado ou pelo proprietário particular (quando o proprietário não quis, não pôde alistar-se ou desejou fazer do escravo uma "oferta" à pátria), levou a opinião pública a tomar o partido em oposição aos antigos senhores que os queriam novamente no eleito, Afinal, o Estado não havia prometido liberdade aos escravos de nação, e às suas mulheres, quando foram obrigados a seguir para a guerra? E como manter no cativeiro um elemento que pertencera ao exército nacional? Seria uma tremenda desmoralização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os cinco anos que durou a guerra, o envolvimento da população com o conflito parece ter sido pequeno, dada a resistência ao alistamento, e às formas violentas usadas pelas autoridades a fim de obter contingente para a luta, os famosos "voluntários da pátria".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um lado, nenhum outro conflito interno ou externo cultuou tantas "heroínas", provenientes dos mais variados meios sociais - Ana Nery, Ignez Augusta Corrêa de Almeida, Ludovina de Albuquerque de Porto-Carrero, Maria Curupaity, Francisca Biriba, Rosa da Fonseca, Felisbina Rosa e a escrava Ana - havendo, mesmo dentro do conflito, espaço para a participação feminina, seja como enfermeira, ou como vivandeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso lembrar que um,a guerra não envolvia irmãos contra irmãos mas visava um "inimigo" comum, um "bárbaro" estrangeiro, o que tornava a "causa" indiscutivelmente "nobre", pelo menos a curso oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De outro lado, foram cinco anos nos quais as mulheres ficaram sem seus maridos, as mães sem os filhos e as filhas sem os pais, A chefia de muitas famílias passou a para as mãos femininas, obrigando-as, certamente, a assumirem responsabilidades que antes não eram suas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repercussão que a Guerra do Paraguai teve na vida das mulheres, nesta segunda metade do século XIX, ainda está por ser estudada. Acredito que ela deve ter acrescentado uma boa dose de consciência política na cabeça de muitas brasileiras, preparando-as para a militância na campanha abolicionista. Embora não se tratasse mais de um “inimigo” estrangeiro, era preciso redimir a pátria da “mancha negra” da escravidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as mulheres, a participação no movimento abolicionista, talvez tenha sido a primeira experiência de militância política organizada, a nível nacional. Foi aí que muitas delas se iniciaram politicamente, o que lhes deu experiência para enfrentar posteriormente a campana pelo sufrágio feminino e os movimentos contra a carestia do começo do século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à princesa Isabel, até que se realizem novas pesquisas sobre sua vida e obra, é preciso deixá-la descansar em paz. Culpabilizá-la pela situação atual dos negros, pelo fato de ter sido ela quem assinou a Lei Áurea, é o mesmo que enaltecê-la ou reconhecê-la como “A Redemptora”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-3979086945309439110?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/3979086945309439110/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=3979086945309439110&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/3979086945309439110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/3979086945309439110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/08/trecho-de-submisso-e-resistncia-mulher.html' title=''/><author><name>smelly cat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16117018724328789364</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-7994685832180556806</id><published>2007-07-02T19:07:00.000-05:00</published><updated>2007-07-03T10:08:45.674-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Pornografia torna o mundo mais violento?&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-family:Verdana;"&gt;A violência sexual dos homens não é trabalho de individualidades psicóticas mas produto da construção normal da sexualidade maculina em sociedades como estados unidos e australia hoje em dia - como uma prática que define seu status superior e subordina mulheres. Se nós queremos seriamente acabar com tal violência a gente não pode aceitar essa construção como o modelo do que &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-family:Verdana;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-family:Verdana;"&gt;sexo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-family:Verdana;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-family:Verdana;"&gt; realmente é. - Sheila Jefreys&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;1º - Objetificação da mulher é Discriminação, porque promove uma noção da pessoa mulher que a define mais como UMA COISA que como ALGUÉM, e coisas são passiveis de tudo, discrimina as mulheres como seres diferentes e que não estão dentro da comunidade humana ou se estão é pra servir sexualmente ou até como uma idéia agradavel nas mentes masculinas, mas não mais que isso, também sendo restringidas suas possibilidades e suas referencias de ser mais que isso. Logo, valida o facismo sexual em que vivemos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2º - Porque legitima o prazer acima de qualquer meios e a despeito de suas construções sociais e interesses envolvidos em tal construção social da sexualidade;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;3º - Sim, porque é meio fundamental de educação e formação de homens em idade ainda jovem e suas concepções acerca de sua sexualidade como um direito de prazer sobre alguém como legítimo e um dever a ser buscado pra validação da sua masculinidade não importando os meios empregados; Também passa uma idéia falaciosa de que isso é uma questão de desejo sexual testoronal masculino e não uma questão de poder e dominação. Como se estupros, abusos, assédios e toda essa conformação de machos como uma manada de lobos famintos fosse uma questão filogenética e inevitável, porque homens teriam mais desejo sexual e seriam bestas insaciáveis com os quais as mulheres convivem em perigo diário, quando não é isso mas sim uma construção social legitimada por mídias especializadas como essa;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;4º - Promove erotização da violência, destruição, dor, dominação. Sexualiza poder. Assim, valida tais manifestações como intrínsecas do sexo e imutáveis e inerentes, de tal forma bombardeada em todas esquinas de ruas e mídias publicitárias que importam o modelo da pornografia e tantos outros espaços que fica praticamente impossível pensar sexo como algo desvinculado de poder e violência e priorizar uma ressignificação do mesmo em termos de igualdade, reciprocidade, dialogicidade, e realmente relacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;4º - Pornô é violência simbólica contra mulher, é como a carne que vai parar na sua mesa que em nada lembra o estado original de um ser vivo que foi abatido e sequer se ouvem seus gemidos de dor (silencia). Torna a figura da mulher no plano bidimensional tão distante da sua forma humana original, extrai-se de forma tão cuidadosa a pessoa humana da figura da mulher ali representada como um objeto, apresenta-se a mulher numa verdadeira assepsia visual onde inclusive retoques computadorizados foram impingidos à imagem que de fato a pessoa que utiliza o porno pra sua satisfação e vantagem pessoal não sente culpa do que está fazendo, de fazer um ser humano se submeter a suas vontades que ainda por cima são obscenas, egoístas, desumanas e cheias de ódio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;5º - Se pornô é violência simbólica contra a mulher, seu conteúdo expressa ódio. A mulher ali é definida nos termos de uma fantasia mesquinha e cruel, onde ela será limitada e anulada sob a função de servidão sexual. Não é necessário matar o outro que é odiado, pode-se fazê-lo virar sua ferramenta pessoal e diminuí-lo a uma condição não só de território e população conquistada e dominada, mas de colaborador e que ainda desfruta de prazer e realização pessoal na servidão que lhe impelem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;6º - Pornografia se refere a um mundo que subentende que não existem mulheres, um mundo de domínio dos homens, e quando uma mulher anda na rua (que seria de todos a priori) e vê cartazes pornôs em bancas e outdoors, ou mesmo propagandas que assimilam o estilo da pornografia (moda, cerveja...) é como se recebesse a mensagem constante e sistemática, sempre a lhe lembrar: o mundo pertence aos homens. Você está no território inimigo. Assim sendo, a pornografia representa os privilégios dos homens;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;7º - A construção da masculinidade da forma normatizada que é apresentada coloca masculinidade como sinônimos de prepotência, violência, poder, dominação, agressividade, competitividade, impositividade, soberba, frieza, insensibilidade, crueldade, dubiedade, mal caratismo, desprezo pelas diferenças e formas de vida. Masculinidade construída assim acarreta em conseqüências esperadas como estupro, assassinato, espancamento. Se o macho é tão mais macho quanto mais dominar uma mulher ou quanto maior seu senso de propriedade sobre um outro, se frustrado em tal expectativa que lhe recai, ele vai espancar pra se afirmar. Masculinidade é continuamente definida como uma identidade que pra existir tem que se afirmar sobre um outro. Logo, masculinidade é fundamento da violência;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;8º - A pornografia é uma mídia essencial de educação pra masculinidade, ela é formativa. E tem como público que objetiva (sem tornar público) o pré-adolescente e juvenil masculino, como uma espécie de mídia de formação sexual*. A pornografia dirige o desenvolvimento púbere pra uma conformação de masculinidade que se presta a afirmar-se através da degradação de uma mulher.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;9º- Normalização de um modelo de sexualidade anti consensual, da coerção, imposição pela força, e ´conquista´ ou compra de favores as quais a pessoa que os presta não está de total acordo íntimo mas o faz pela ameaça de não ganhar um cachê, não se manter na mídia, não ter reconhecimento, não fazer marketing adequado de sua imagem, ou nas relações pessoais, pra agradar o outro, por pressão, por ameaça, por achar que é um dever ou pra seguir a cartilha do que é ser mulher e pra não ficar sozinha sem homem quando estamos numa sociedade em que sem um homem a mulher não tem proteção ou reconhecimento ou sequer é considerada mulher, pode sofrer builling, chacota, se sentir desprezada, não aceita, feia, sozinha, e toda sorte de angústias, estando numa sociedade heteronormativa em que indivíduos que tem uma relação com sexo oposto são vistos como rentáveis economicamente e moralmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;10º - Comodificação de um grupo: mulheres são mercantilizadas como produtos. Uma classe inteira é tratada como ALGUMA COISA ao invés de ALGUÉM. Como coisas, não como pessoas. Objeto de troca, negociações, recompensa, presente. Porno coloca q mulheres são coisas a disponibilidade dos homens. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;11º - E eles, minha querida, REALMENTE PASSAM A ACREDITAR NISSO. A verdadeira mulher é a que se submete a isso. Eles cantam todas nas ruas, e elas tem que agüentar. Eles TOMAM o que não é deles, eles INVADEM a privacidade e a tranqulidade feminina, a integridade pessoal. Porque isso tudo é dito pelo pornô que é GOSTOSO. Que é prazer, que é o que há, que é divertido, que é vida, que é liberdade, que é espontaneidade, que é pouco, que é brincadeira, que é coisa leve (pra eles né) e se beneficiam assim as custas das mulheres, ofendendo de forma dissimulada a auto-estima feminina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;12º - Pornografia esvazia os relacionamentos humano. &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Quanto mais pornografia, menos sexo. Quanto menos sexo, mais frustrações. Quanto mais frustrações, maior o distanciamento nas relações humanas. Quanto maior o distanciamento nas relações, maior a fuga da realidade. Quanto maior a fuga da realidade, mais pornografia. Quanto mais pornografia...&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Pornografia não é sinal de muito sexo, mas de pouco. Quanto mais pornografia, menos sexo e mais pornografia. Pornografia é um grande mito homosocializador heterocêntrico dos homens sob patriarcado cristiOnanista. Pornografia não aproxima, afasta, não facilita, dificulta, para o homem então, hum, é um desastre. Infecta a mente dele com imagens, imagens, imagens, padrões, ideias de desempenho, tudo somando para o estreitamento de sua resposta sexual diante de mulheres e situações reais de sexo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A mulher de verdade vira pornografia com defeito e que é incapaz de realizar todas fantasias muitas vezes de parâmetros irreais mostradas pelo pornô. P&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;ornografia virtualiza e distancia pessoas. Pornografia desvaloriza a mulher real. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;"Data on how pornography affects women's relationships with men demonstrate that women feel: emotionally distant, 15 percent; sexually distant, 14 percent; as if they are being negatively compared to other women, 42 percent; bad about their bodies, 33 percent; sexually inadequate, 19 percent; pressured to perform, 22 percent; as if sex were a performance, 24 percent; and pressured to try sex acts, 15 percent."&lt;br /&gt;--Wendy Stock, "The Effects of Pornography on Women," in The Price We Pay, 87.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;13º- Onanismo como treinamento de guerra. Intercurso como arma de ocupação, invasão, coerção, conquista de terroritorios alheios. Onanismo masculino como genitalização. Banalização da sexualidade, não como campo de profunda dimensão existencial e vivencial humana, mas uma coisa utilitária, tal como uma comida de fast food, um chiclete que se masca, e não aquele contato mais íntimo que pode se ter com uma pessoa. Supervaloriza sexo como algo compulsório compulsivo, intercurso como afirmação, homem penetra a vagina e tem que fazer tal exercício com freqüência pra sentir que domestica e adestra e não teme a vagina e o outro mulher. (estou usando o termo deles, como eles se referem a intercurso como um blitzkrieg, guerra relâmpago: rapidinha obrigatória semanal pra desestressar e descontar sobre a mulher suas frustrações. Eu como, ela dá (colaboração), possuir, ter, etc...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;14º - Pornografia determina o que o sexo vai ser e se torna realmente um parâmetro do que sexo realmente é...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;15º - Pornografia adestra meninas pra sexualidade e psiquismo masoquista, que é uma espécie de síndrome de Estocolmo desenvolvida pra que a mulher suporte uma ordem onde só há dor e ocupação. Ela desenvolve uma resignação e prazer da dominação, mesmo porque na tenra infância ela é efetuada pelas únicas pessoas que tem: os pais, o pai em especial, e o orgasmo da dor vira um mecanismo psíquico de sobrevivência dentro da ordem falocrática;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;16º - A pornografia faz os homens ou os homens fazem a pornografia? Diríamos que a segunda assertiva é a mais instaurada como prática, mas a pornografia teve origens na predominância masculina na sociedade, é a evolução de práticas que no passado foram o harém, o comcumbinato, o casamento/estupro institucionalizado, sacrifício de virgens, esposa mirim por estação do ano na índia...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;DÚVIDAS MAIS CORRENTES:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→ Isso não é ser anti-sexo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Não, é recuperar o sentido saudável de sexo. Se intercurso sexual foi definido pelos homens como uma arma de guerra e ocupação, em termos bélicos mesmo, o campo da guerra trazido pros corpos e pras relações, pros micropoderes cotidianos. Homens usados pelo Patriarcado como colonizadores nos corpos das mulheres, definindo seus desejos, seu comportamento, sua aparência de forma a adestrá-las. Falar que ser contra pornografia é ser anti sexo é 1º: achar que a pornografia diz de fato o que sexo é e aceitar essa definição de sexo não igualitário, não consensual, não recíproco e não relacional. 2º: denuncia um androcentrismo de pensamento, sendo que até as mulheres pensam com os termos dos homens sobre questões relativas a sua autonomia sobre seu corpo e as implicações que a forma ideológica com que é difundida pode trazer. 3º: denuncia todo incomodo dos homens quando vêem sendo tocados um dos seus mais fundamentais privilégios: aqueles que tem sobre as mulheres. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→ Isso não é conservadorismo do feminismo? Posar nu é libertário?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O que é ser conservador? Conservador é aquilo que conserva, preserva, as velhas estruturas. Feminismo propõe mudanças na estrutura social onde a pornografia preserva a supremacia masculina e define as mulheres e seus corpos em relação aos homens. Libertar o corpo da mulher é libertá-lo de definições externas que acarretam em subordinação a interesses econômico-políticos de vendê-los, negociá-los, invadi-los e impor-lhes uma conformação de gênero específica que impede seu pleno desenvolvimento humano. O pornô tem um discurso falacioso de liberdade de expressão, que apenas parece ser válido aos homens. Quando recebe qualquer crítica, que é a manifestação de expressão de indignação legítima das mulheres, é como se violássemos esse direito, logo ele só vale pros homens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→ Pornografia é só fetiche, fantasia , irreal?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Não. Mulheres reais são usadas na pornografia. Difundir tais usos da sexualidade ligados a poder acarreta em conseqüências concretas na sociedade. A mulher não pode ter sua integridade física garantida se vive numa sociedade em que tais usos e olhares sobre seus corpos são assim conformados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→ Pornô pode ser visto como uma política de saúde pública? Se proibir pornô evita a violência sexual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Violência sexual, estupro, não é uma questão de prazer. É sobre poder, sobre as construções normais acerca de sexo e masculinidade, cujo um dos principais veículos de apologia e pregação ideológica é a pornografia. A pornografia é um ramo muito estratégico e lucrativo pra ser um elemento inocente na sociedade, ela é usada pra fins geopolíticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→ E o pornô não violento? Só com ensaios?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O opressor pode estar introjetado dentro de nós. Podemos fazer um pornô que acabe sendo igual ao convencional, e ainda estar colaborando pra inocentar os impérios pornográficos, protegê-los, confundir a ofensiva sobre eles, suavizar as reações, sem contar que fazer uma pornografia alternativa não faz sequer cócegas no patriarcado ou supremacia masculina. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Podemos objetificar de forma mais suave, podemos reforçar modelos de gênero de forma a chamar menos atenção daqueles que se revoltam. Se esse pornô é pago, ainda assim há mercantilização do corpo da mulher. Se tem grande difusão, está sendo um importante veículo educador. A violência é implícita ou subentendida, a mulher é apresentada em termos de conquista de corpo, de consensualidade forçada pela compra, de servidão negociada, onde essa negociação é injusta quando uma das partes detém mais poder. Esse pornô mais suave diz que homens tem direito sobre corpo de mulheres ou podem conseguir facilmente tal direito sobre os corpos delas. Ou algo que os representa enquanto supremacia na sociedade, afirma seus poderes, invisibiliza a existência das mulheres além disso. O corpo da mulher não é apresentado de forma neutra, é sexualizado, e dependendo quem esteja atrás da câmera ou quem seja o patrocinador ou mesmo o grau de colonização mental de quem executa o ensaio, o resultado pode ser a imposição sobre o corpo do outro e das demais mulheres aquilo que não vai empoderá-las.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→ Dependendo da pornografia não pode até valorizar a mulher?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Ao invés de só objetificar as mulheres com corpo em forma, vamos objetificar todos os tipos. É essa a tal democratização da pornografia. Valorizar pra quem? Praquele que vai vê-la se despir. Agora todas mulheres terão direito de serem estupradas pelos homens. Valorizar a mulher é tarefa das mulheres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→ Não depende da pornografia? E o pornô alternativo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Podem existir tentativas, mas podem não passar de formas de melhorar a imagem da pornografia e até atingir os nichos de mercado mais diferentes que ainda não foram assimilados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;DADOS:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;* • 100% of all high school age males surveyed reported having read or looked at Playboy or similar "men's entertainment" magazines&lt;br /&gt;• the average age when viewing first issue is 11 years old&lt;br /&gt;• 16.1 issues is the average number seen by male high-schoolers&lt;br /&gt;• 92% of males in junior high report exposure to Playboy or similar magazines&lt;br /&gt;• 12.8 years is the average age of exposure to first R-rated film&lt;br /&gt;• a larger portion of high school students had viewed X-rated films than any other age group&lt;br /&gt;--J. Bryant, testimony to the Attorney General's Commission on Pornography Hearings, Houston, Tex; 1985, transcript. &lt;/span&gt;128-57.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Abuso sexual na infância:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ocorre dentro do seio familiar (o abusador é o pai ou padrasto, por exemplo), o processo é bastante complicado. Normalmente interna-se a criança para sua proteção, e toda uma equipe trabalha com o clareamento da situação. Por vezes, a criança é também espancada e deve ser tratada fisicamente. &lt;b&gt;A família se divide entre os que acusam o abusador e os que acusam a vítima, culpando esta última pela participação e provocação do abuso.&lt;/b&gt; O tratamento, então, é inicialmente direcionado para a intervenção em crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, tanto a criança, quanto o abusador e a família devem ser tratados a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido ao fato de abuso de menores ser um crime, o tratamento do abusador torna-se mais difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;As conseqüências emocionais para a criança são bastante graves, tornando-as &lt;u&gt;inseguras, culpadas, deprimidas, com problemas sexuais e problemas nos relacionamentos íntimos na vida adulta. &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN-LEFT: 36pt; TEXT-INDENT: -18pt"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Wingdings;"&gt;è&lt;span style="FONT: 7pt 'Times New Roman'; font-size-adjust: none; font-stretch: normalfont-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;leia-se problemas sexuais = frigidez, não-orgasmo, desgosto por sexo, vergonha do corpo, dificuldade com a própria sexualidade, ausencia da vontade de masturbação ou auto-erotismo, doenças ginecológicas por falta de atenção ao próprio corpo e informação sobre sexualidade ou interesse nesse assunto, tão ditos 'característicos' das mulheres...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para se ser mulher, 'deve-se' ter sido de alguma forma, estuprada. Só isso nos faz mulheres.&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;Relatório da Anistia Internacional diz que 1 bilhão de mulheres já foram espancadas ou estupradas. 20% das mulheres são alvo de estupro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você mora em São Paulo? Olhe o que está acontecendo agora do lado de fora da sua casa neste momento: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;br /&gt;Diariamente, de 10 a 12 mulheres - de todas as idades - dão entrada no Hospital Pérola Byington, na região central, vítimas de violência sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado registrou 2.560 casos em 2006, a maioria envolvendo jovens; conforme especialistas, número pode ser até seis vezes maior.&lt;br /&gt;Uma vítima de estupro a cada 4 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(fonte, Instituto Patricia Galvão)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sob patriarcado, a pornografia, que serve de mídia homosocializadora, heteronormatizadora e mobilizadora da Casa dos Homens, serve também de mídia fundamental da guerra psicológica (PSYWAR) contra a mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica fácil de perceber quão socializadora e mobilizadora para a Casa dos Homens é a pornografia quando se considera que um dos maiores clientes, senão o maior comprador institucional de pornografia do mundo, é o exército dos estados unidos. E não será difícil a partir daí inferir a função hetero-estigma-normatizadora da pornografia, quando se toma a condição da mulher em torno das bases militares como sintoma, vez que, para efeito de mercado, uma base &lt;b&gt;&lt;span style="BACKGROUND: rgb(255,255,102) 0% 50%; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;militar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; representa demanda de sexo por atacado, satisfeita no varejo contra a oferta local, crescente-na medida-da-promoção, de carne viva para phoda na forma de kits de peitos, coxas e bunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Filipinas&lt;br /&gt;&lt;b&gt;portavam cartazes dizendo "Justiça para Nicole", "Prisão para os ianques", e "Fúria contra o estupro"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2006/12/061204_estupro_marine_pu.shtml" target="_blank"&gt;www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2006/12/061204_estupro_marine_pu.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Japão&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Estupro de menina por soldados levou a prostesto de moradores locais contra a permanência da base americana&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2005/10/051026_japanmilitary.shtml" target="_blank"&gt;www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2005/10/051026_japanmilitary.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Iraque&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="BACKGROUND: rgb(255,255,102) 0% 50%; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;Militar&lt;/span&gt; americano revela detalhes de estupro no Iraque&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u55760.shtml" target="_blank"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u55760.shtml&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-7994685832180556806?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/7994685832180556806/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=7994685832180556806&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/7994685832180556806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/7994685832180556806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/07/pornografia-torna-o-mundo-mais-violento.html' title=''/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-64057691538146207</id><published>2007-06-28T17:49:00.000-05:00</published><updated>2007-06-28T18:05:49.245-05:00</updated><title type='text'>MACHOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RoQ85VfHo3I/AAAAAAAAAuY/qfLFqEu12l0/s1600-h/HOMENS.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RoQ85VfHo3I/AAAAAAAAAuY/qfLFqEu12l0/s400/HOMENS.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081253235298640754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Homens são estupradores, violentadores, espoliadores, assassinos; esses mesmos  homens são profetas religiosos, poetas, heróis, figuras de romance, aventura,  performances, figuras enobrecidas pela tragédia e pelo fracasso. Homens vem  aclamando a Terra, chamando-a por 'Ela'. Homens arruinaram 'Ela'. Homens têm  aeronaves, armas, bombas, gases venenosos, nous gases, belicosidade tão perversa  e mortífera que eles desafiam qualquer imaginação humana. Homens batalham entre  si e Ela ; mulheres batalham para serem admitidas na categoria 'humano' na  imaginação e na realidade." Dworkin&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Toda dominação pessoal, psicológica, social e institucionalizada nessa terra  pode ser remetida a uma mesma fonte original: as identidades fálicas dos  homens.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Apenas quando a masculinidade estiver morta - o que vai perecer quando a  feminilidade expropriada não mais sustentar isso - somente então nós saberemos o  que é liberdade.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Sexismo é a fundação onde toda tirania é construída.  Toda forma social de hierarquia e abuso é moldada tendo como ponto de partida a  dominação macho-fêmea.&lt;br /&gt;(Andrea Dworkin)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;QUEM DECLARA AS GUERRAS?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;QUEM FAZ  OS CHURRASCOS?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;QUEM LOUVA A VIOLÊNCIA?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;QUEM COMPRA AS ARMAS?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;QUEM  ASSASSINA E DESTRÓI?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;QUEM INVENTOU O IMPERIALISMO?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;QUEM MAIS COMETE CRIMES  HEDIONDOS?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;QUEM DEIXOU O MUNDO ASSIM?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;QUEM GOVERNA O MUNDO?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Eu  detesto o ponto de vista masculinista. Estou entendiada do seu heroísmo, virtude  e honra. Eu acho que o melhor que esses homens podem fazer é não falar mais  deles mesmos." V. Woolf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RoQ-j1fHo4I/AAAAAAAAAug/a8h6GegkbqI/s1600-h/HvMn.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RoQ-j1fHo4I/AAAAAAAAAug/a8h6GegkbqI/s400/HvMn.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081255064954708866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-64057691538146207?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/64057691538146207/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=64057691538146207&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/64057691538146207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/64057691538146207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/06/machos.html' title='MACHOS'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RoQ85VfHo3I/AAAAAAAAAuY/qfLFqEu12l0/s72-c/HOMENS.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-6373173849142691091</id><published>2007-06-18T10:33:00.000-05:00</published><updated>2007-06-18T10:37:02.008-05:00</updated><title type='text'>DOCUMENTÁRIO: CLANDESTINAS, O ABORTO NO BRASIL</title><content type='html'>Parte 1:&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PGy21f212OY"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/PGy21f212OY" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2:&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YY3RcmmS0hk"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YY3RcmmS0hk" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3:&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/k5WlInkenEw"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/k5WlInkenEw" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 4:&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lUNvDG7bcLM"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/lUNvDG7bcLM" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 5:&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kfLvyoqoSmc"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kfLvyoqoSmc" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 6:&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MNt7-giC21c"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/MNt7-giC21c" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-6373173849142691091?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/6373173849142691091/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=6373173849142691091&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/6373173849142691091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/6373173849142691091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/06/documentrio-clandestinas-o-aborto-no.html' title='DOCUMENTÁRIO: CLANDESTINAS, O ABORTO NO BRASIL'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-3086396588149139346</id><published>2007-06-17T21:21:00.000-05:00</published><updated>2007-09-08T17:46:55.497-05:00</updated><title type='text'>Você se masturba? Vamos falar um pouco sobre isso?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMlcgVENrI/AAAAAAAAAz8/vNAC7P7hX98/s1600-h/Clitoris.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107967574013130418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMlcgVENrI/AAAAAAAAAz8/vNAC7P7hX98/s200/Clitoris.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Sabemos que nós mulheres sofremos de uma violência patriarcal que se faz principalmente pela invisibilização. Seja na história, na linguagem, na consciencia política, do corpo, da sexualidade...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="FONT-FAMILY: verdana" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXk9a8DJcI/AAAAAAAAAs0/EsAMEALNmGc/s1600-h/Clitoris.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;A invisibilização é uma arma fundamental e estrategia eficiente para dominar a mulher, fazendo com que não nos vejamos na his&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMl0QVENuI/AAAAAAAAA0U/kjXTrSLundw/s1600-h/masturbaÃ§Ã£o.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107967982035023586" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMl0QVENuI/AAAAAAAAA0U/kjXTrSLundw/s200/masturba%C3%A7%C3%A3o.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;tória, por exemplo, que faz com que não tenhamos consciencia de nossa luta e resistencia. A linguagem omite a mulher, como se ela fosse um detalhe irrelevante do mundo. O parametro é o homem. E sabemos que ele não representa em nada as nossas experiencias individuais e coletivas como mulheres...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;A invisibilização atinge em cheio as lésbicas, atentado maior contra o sistema Patriarcal, por propor um mundo sem o masculino e independente. Frente a isso o Patriarcado invisibiliza as lésbicas:&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="COLOR: rgb(204,51,204); FONT-FAMILY: verdana" href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXli68DJfI/AAAAAAAAAtM/CKTqIJQjUUA/s1600-h/mast004.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt; não, elas não existem, um outro mundo não é possivel, esta tudo sobre controle.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Pa&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMlcwVENtI/AAAAAAAAA0M/qguwNoIc7pc/s1600-h/mast004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107967578308097746" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMlcwVENtI/AAAAAAAAA0M/qguwNoIc7pc/s200/mast004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ra mostrar a orientação heterossexual como hegemonica, constrói-se um falso status quo heteronormativo porque quem não o é obriga-se a esconder sua orientação, ser discreto para não provocar violência e repulsa social, e os heteros em coletividade espontânea praticam um beijaço cotidiano compulsório pra provar que são heteros e aterrorizar quem seguir o diferente, homens e mulheres tem que se evstir de acordo com as determinações de gênero pra que se invisibilize a sua oposição à esses ditames de gênero. E assim, as revoluções são invisibilizadas, pra que não se tornem epidemias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="COLOR: rgb(204,51,204); FONT-FAMILY: verdana" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXk9q8DJdI/AAAAAAAAAs8/JRurctjC_sg/s1600-h/org_fem_2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;E por fim, vemos o desejo da mulher sendo invisibilizado. O corpo da mulher é ocultado de si mesma. Falam eles que mulher não tem desejo sexual, que não gosta tanto assim de sexo, que não se masturba e não aprecia o corpo masculino no caso das bi e heteros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="COLOR: rgb(204,51,204); FONT-FAMILY: verdana"&gt;Querem que pensemos... &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMl0QVENvI/AAAAAAAAA0c/BOW7fLsPX74/s1600-h/1175194170_f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107967982035023602" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMl0QVENvI/AAAAAAAAA0c/BOW7fLsPX74/s200/1175194170_f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Mulheres não se masturbam, então e natural que vc não o faça, é natural a frigidez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;É?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;O fato é que escondem tão bem de nós, que sequer muitasa descobrem como faz. Os meninos tem sua iniciação nos rituais coletivos de masturbação, os pais lhes dão revstas, pra treiná-los pra macheza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;A verdade é que as mulheres morrem de vergonha de falar disso. Não dividem isso entre as amigas, como os homens fazem, se ajudando inclusive nisso, compartilhando material, naquele seu molde &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="COLOR: rgb(204,51,204); FONT-FAMILY: verdana" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXliq8DJeI/AAAAAAAAAtE/hYxgpIW1PPI/s1600-h/masturbation.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;utilitarista de sexualidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Meninas não declaram fazê-lo. Tanto que muitas tem tanta vergonha, mas tanta, que escondem até de si seu corpo, morrem de vergonha dele. O Patriarcado as aliena de seu próprio corpo, o prazer se torna algo alienígena, o seu corpo se mostra uma ameaça...Uma burca psíquica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="COLOR: rgb(204,51,204); FONT-FAMILY: verdana"&gt;Por isso, &lt;/b&gt;&lt;b style="COLOR: rgb(204,51,204); FONT-FAMILY: verdana"&gt;está na hora de visibilizarmos a nossa masturbação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;nossos desejos, fantasias, métodos e idéias!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Está na hora de termos uma solidariedade no desejo, dividindo o saber corporal com nossas irmãs. A masturbação pode ser uma forma de empoderamento feminino muito grande!! Não pensem que precisam de um homem para se ´tornarem mulher´, como falam em relação ao ato sexual. Não pensem que precisam de um pênis pra se satisfazerem plenamente!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="COLOR: rgb(204,51,204); FONT-FAMILY: verdana" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXk9a8DJbI/AAAAAAAAAss/HElJkbgv23s/s1600-h/masturbaÃ§Ã£o.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMl0gVENwI/AAAAAAAAA0k/Od0cXFOKORc/s1600-h/org_fem_2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107967986329990914" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMl0gVENwI/AAAAAAAAA0k/Od0cXFOKORc/s200/org_fem_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Convido a falarem aqui, comecem por falar anonimamente, mas vamos falar!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Eu devo me masturbar umas 3 vezes por semana na média. Tem semanas que não o faço, tem vezes que dá umas duas vezes ao dia até. Na puberdade era todo dia! Afinal é uma fase bem tarada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Em geral estimulo o clitóris, mas sou muito vaginal! Na puberdade eu só me masturbava penetrando a vagina com os dedos. Quando comecei a estimular mais o clitóris, passei a fazer só p&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMlcwVENsI/AAAAAAAAA0E/e7z1t6Ja4bM/s1600-h/hymen002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107967578308097730" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMlcwVENsI/AAAAAAAAA0E/e7z1t6Ja4bM/s200/hymen002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;or aí, pela praticidade...uma pena...eu parei também por causa desses papos de que vagina é vulneravel e pode pegar doença, tem que lavar antes de penetrar, blablabla. Que besteira!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;As vezes curto usar objetos, e acho legal masturbar ao mesmo tempo o clitóris e penetrar a vagina. Já usei até banana e desodorante rollon! (fechado claro)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Costumo fazer isso na cama...antigamente eu gostava de fazer no chuveiro, mas gasta água...Na banheira já fiz bastante também. E com a hidromassagem. Mas na cama é o lugar mais frequente, antes de dormir para pegar no sono.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;O ânus é uma área muito erógena gente, é legal quando estiverem se estimulando, tocar ele suavemente, é bem legal! Se você tem namorado ou namorada, igualmente ele/ela pode gostar muito ser tocada/o nesse lugar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;E quem não sabe eu ensino, é só perguntar...podemos dividir dicas aqui, vai ser legal.&lt;/span&gt; &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMl0gVENxI/AAAAAAAAA0s/bBZtju8D6C4/s1600-h/masturbation.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107967986329990930" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMl0gVENxI/AAAAAAAAA0s/bBZtju8D6C4/s200/masturbation.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;Vamos tomar nossos corpos para nós! São nosso direito, nosso deleite, nossa existencia, nossa vida, nosso orgulho e nossa dimensão de subjetividade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:verdana;" &gt;................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,0,0); TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;b&gt;(masturbação feminina: sites, manuais, informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,51,102)"&gt;&lt;a href="http://danae.tv/menarquia/"&gt;http://danae.tv/menarquia/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,51,102)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,51,102)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="COLOR: rgb(102,51,102)" href="http://masturbacao.feminina.vilabol.uol.com.br/index.html" target="_blank"&gt;http://masturbacao.feminina.vilabol.uol&lt;wbr&gt;.com.br/index.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="COLOR: rgb(102,51,102)" href="http://www.masturbacaofeminina.hpg.ig.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.masturbacaofeminina.hpg.ig.c&lt;wbr&gt;om.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="COLOR: rgb(102,51,102)" href="http://sugadelas.blog.pt/Manual+da+masturbaÃ§Ã£o+FEMININA./" target="_blank"&gt;http://sugadelas.blog.pt/Manual+da+mast&lt;wbr&gt;urba%C3%A7%C3%A3o+FEMININA./&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,51,102)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(102,51,102)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0);font-size:85%;" &gt;num desses tem um teste que eles falam pra você fazer, mas não faça que achei ele meio estranho, então nem entregue seus dados ao site não)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-3086396588149139346?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/3086396588149139346/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=3086396588149139346&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/3086396588149139346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/3086396588149139346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/06/sabemos-que-ns-mulheres-sofremos-de-uma.html' title='Você se masturba? Vamos falar um pouco sobre isso?'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RuMlcgVENrI/AAAAAAAAAz8/vNAC7P7hX98/s72-c/Clitoris.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-5048469308700854657</id><published>2007-06-17T21:08:00.000-05:00</published><updated>2007-07-03T10:19:12.289-05:00</updated><title type='text'>alguns materiais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqxK8DJgI/AAAAAAAAAtU/NDouVoCBUaY/s1600-h/BOICOTE+ABSORVENTE.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077222285400811010" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" height="144" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqxK8DJgI/AAAAAAAAAtU/NDouVoCBUaY/s200/BOICOTE+ABSORVENTE.JPG" width="130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqxa8DJhI/AAAAAAAAAtc/vBODP1gCmqE/s1600-h/sexismolinguisticohOMEM.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077222289695778322" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" height="142" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqxa8DJhI/AAAAAAAAAtc/vBODP1gCmqE/s200/sexismolinguisticohOMEM.JPG" width="110" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqxa8DJiI/AAAAAAAAAtk/CdnyX1xEXKM/s1600-h/cade+as+lesbicas.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077222289695778338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" height="139" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqxa8DJiI/AAAAAAAAAtk/CdnyX1xEXKM/s200/cade+as+lesbicas.JPG" width="117" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqx68DJkI/AAAAAAAAAt0/vTWsElR4-rU/s1600-h/heterossexualismoesipatizantes.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077222298285712962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" height="141" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqx68DJkI/AAAAAAAAAt0/vTWsElR4-rU/s200/heterossexualismoesipatizantes.JPG" width="97" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqxq8DJjI/AAAAAAAAAts/8e-wFo2QIXA/s1600-h/ondeestaoaslesbicas2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077222293990745650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 95px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 141px" height="120" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqxq8DJjI/AAAAAAAAAts/8e-wFo2QIXA/s200/ondeestaoaslesbicas2.JPG" width="91" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;clicando neles tem&lt;br /&gt;o tamanho ampliado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-5048469308700854657?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/5048469308700854657/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=5048469308700854657&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5048469308700854657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5048469308700854657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/06/alguns-materiais.html' title='alguns materiais'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXqxK8DJgI/AAAAAAAAAtU/NDouVoCBUaY/s72-c/BOICOTE+ABSORVENTE.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-5035812391062635548</id><published>2007-06-17T15:21:00.000-05:00</published><updated>2007-06-18T11:16:32.466-05:00</updated><title type='text'>Gênero, um conceito reacionário?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXHl68DJZI/AAAAAAAAAsc/MpEetVJ-1yE/s1600-h/PATRIARCADO+%C3%89+A+RAIZ+DA+GUERRA.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 208px; height: 168px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXHl68DJZI/AAAAAAAAAsc/MpEetVJ-1yE/s320/PATRIARCADO+%C3%89+A+RAIZ+DA+GUERRA.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077183609220310418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;"O argumento final aqui desenvolvido em favor das idéias até agora defendidas  girará em torno da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;recusa do uso exclusivo do conceito de gênero.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Por  que este conceito teve ampla, pro­funda e rápida penetração não apenas no  pensamento acadê­mico, mas também no das(os) militantes feministas e, ainda,  em organismos internaciona&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;is?&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Efetivamente, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;o Banco Mun­dial só concede  verbas a projetos q&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;ue apresentem recorte de gênero.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt; Residiria a resposta  tão-somente na necessidade per­cebida de alterar as relações sociais  desiguais entre homens e mulheres? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Mas o conceito de patriarcado já não  revelava este fenômeno, muito antes de o conceito de gênero ser cunhado?  Não estaria a rápida difusão deste conceito vinculada ao fato de ele  ser infinitamente mais palatável que o de patriarcado e, por conseguinte,  poder ser considerado neutro? &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Estas pergun­tas aponta&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;m para uma resposta:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt; o  conceito d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;e gênero, ao con­trário do que afirmaram muitas(os), é mais  ideológico do que o de patriarcado. Neutro, não existe nada em sociedade.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;(...)&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;O patriarcado refere-se a milênios  da história mais próxima, nos quais se implantou uma hierarquia entre homens e  mulheres, com primazia masculina. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Tratar esta realidade em termos exclusivamente  do conceito de gênero distrai a atenção do poder do patriarca, em especial como  homem/marido, "neutralizando" a exploração-dominação masculina.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt; Neste sentido, e  contrariamente ao que afirma a maioria das( os) teóricas(os), &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;o conceito de  gênero carrega uma dose apreciável de ideologia.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt; E qual é esta ideologia?  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Exatame&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;nte a patriarcal, forjada especialmente para dar cobertura a uma  estrutura de poder que situa as mulheres muito abaixo dos h&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;omen sem todas as  áreas da convivência humana. É a esta estrutura de poder, e não apenas à  ideologia que a acoberta, que o conceito de patriarcado diz respeito. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:verdana;" &gt;Desta  sorte, trata-se de conceito crescentemente preciso, que prescinde das numerosas  confusões de que tem sido alvo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXFGq8DJYI/AAAAAAAAAsU/h0mvxjIzXNc/s1600-h/BelicismoPatriarcal.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXFGq8DJYI/AAAAAAAAAsU/h0mvxjIzXNc/s320/BelicismoPatriarcal.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077180873326142850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div  style="text-align: center; color: rgb(255, 0, 0);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A máquina do patriarcado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;(...) Certamente, todas as feministas que  diagnosticaram a dominação patriarcal nas sociedades contemporân&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;eas sabiam, não  que os conceitos genéticos de Weber são intransferíveis, mas que já não se  tratava de comunidades nas quais o poder político estivesse organizado  independentemente do Estado. Por que, então, não usar a expressão dominação  masculina, como o tem feito Bourdieu, ou falocracia ou, ainda, androcentrismo,  falo-logo-centrismo? Provavelmente, por numerosas razões, entre as quais cabe  mencionar: este conceito reformulado de patriarcado exprime, de uma só vez, o  que é expresso nos termos logo acima sugeridos, além de trazer estampada de  forma muito clara a força da instituição, ou seja, de uma máquina bem azeitada,  que opera sem cessar e, abrindo mão de muito rigor, quase  automaticamente(...)&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;(...)Tão-somente recorrendo ao bom senso, presu&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;me-se  que nenhum(a) estudioso(a) sério(a) consideraria igual o patriarcado reinante na  Atenas clássica ou na Roma antiga ao que vige nas sociedades urbano-industriais  do Ocidente. Mesmo tomando só o momento atual, o poder de fogo do patriarcado  vigente entre os povos africanos e/ou muçulmanos é extremamente grande no que  tange à subordinação das mulheres aos homens. Observam-se, por conseguinte,  diferenças de grau no domínio exercido por homens sobre mulheres. A natureza do  fenômeno, entretanto, é a mesma. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Apresenta a legitimidade que lhe atribui sua  naturalização &lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;(..)&lt;/span&gt; &lt;a style="font-family: arial; color: rgb(255, 0, 0);" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXEYq8DJWI/AAAAAAAAAsE/YfsQoE9G-X8/s1600-h/silencionopatriarcadoeavozdacumplicidade.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXEYq8DJWI/AAAAAAAAAsE/YfsQoE9G-X8/s200/silencionopatriarcadoeavozdacumplicidade.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077180083052160354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;nomear envolve tornar visível o que era invisível, definir como inaceitável o  que era aceitável e insistir que o que era naturalizado é problemático"  (1997). Subseqüentemente, o processo de&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;teorização expressou a n&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;ecessidade de  se elaborar referenciais explicativos para a opressão feminina. Por fim, e  como decorrência desse processo, a própria ciência ocidental, e seus  pressupostos de racionalidade, objetividade e imparcialidade, foram postas em  causa: as mulheres assumem-se enquanto sujeitos de conhecimento e  enquanto sujeitos políticos que lutam para transformar uma situação  de opressão/subordinação.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Saffioti - Gênero, Patriarcado e  Violência&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Conceituando Gênero e Patriarcado&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;F&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;eministas e intelectuais que discutem as  questões relativas às relações entre homens e mulheres em qualquer esfera da  vida social, deparam-se com o problema de usar o conceito de gênero ou o de  patriarcado, ou ainda, concomitantemente, gênero e patriarcado. O objetivo deste  artigo é apresentar, de forma superficial, algumas discussões e implicações do  uso desses termos na literatura feminista, defendendo o uso simultâneo de gênero  e patriarcado como o mais adequado para explicar as relações entre homens e  mulheres na atualidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 0, 0);" href="http://projeto.org.br/emapbook/map_ter.htm"&gt;CONCEITUANDO GÊNERO E PATRIARCADO, Terezinha  Richartz&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Psychological patriarchy is the dynamic between those qualities deemed  "masculine" and "feminine" in which half of our human­ traits are exalted while  the other half is deval­ued. Both men and women participate in this tortured  value system. Psychological patriarchy is a "dance of contempt," a perverse form  of con­nection that replaces true intimacy with com­plex, covert layers of  dominance and submission, collusion and manipulation. It is the unac­knowledged  paradigm of relationships that has suffused Western civilization generation  after generation, deforming both sexes, and destroy­ing the passionate bond  between them."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://arizona.indymedia.org/news/2004/07/20613.php"&gt;Terrence Real, cit. Understanding Patriarchy by bell  hooks&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: right; font-family: georgia; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;b&gt;Quem é responsavel por nós?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: right; font-family: georgia; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;"Eu tenho essa impressão de que a ideologia  do genero em geral existe para relocar o onus da responsabilidade em cima da  pessoa. É a resposta natural ao absolutismo faça-voce-mesm* individualesco que  designa o meu campo pessoal como espetaculo, nos desprendendo de qualquer  contexto social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELES FUNCIONAM NA TENTIVA DE NOS DESESTABILIZAR PARA IMPOR O FREE MARKET DELES.  LANÇAM UMA CRISE DE CONFIÂNCIA, NOS OBRIGAM à DUVIDA, DIZEM QUE TUDO É MENSAGEM,  SOMOS UM ESPETACULO, NAO SOMOS HUMANOS.&lt;br /&gt;AI NOS DIVIDEM EM PEDACINHOS PARA  NOS DEVORAR JUNTO COM QUALQUER SENSO DE REALIDADE QUE RESTOU. PARA Q NAO  PRESTEMOS ATENCAO A TUDO QUE ACONTECE EM NOSSA VOLTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-left: 20px; font-size: 92%; float: right; padding-bottom: 10px; text-align: right; font-family: georgia; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; font-family: georgia; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Gênero não é performance, é oportunidade&lt;br /&gt;é estrategia."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: right; font-family: georgia; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;(fernando)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;MANIFESTO ANTI-GENERISTA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;ESTUDOS DE GÊNERO: parece nome de doença.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Falam GÊNE&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXLFK8DJaI/AAAAAAAAAsk/S7W5Vs3JdCs/s1600-h/BLABLABLUTERPINK.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXLFK8DJaI/AAAAAAAAAsk/S7W5Vs3JdCs/s200/BLABLABLUTERPINK.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077187444626105762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;RO pra não falar  FEMINISTA, &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;porque feminismo virou palavrão.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Falam gênero pra ocultar o  Patriarcado, &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;já que falar em Patriarcado&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt; virou demodê , &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;é ingênuo sonhar com revolução&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt; e o  que tá em voga é estudos pós modernos e Fucô.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Querem inocentar a supremacia  masculina pelos seus crimes.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;E alegam demagogicamente&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;que tudo é complexo,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;que a realidade é multipla,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;párem de culpar o Patriarcado, &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;porno é libertário, &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;a história já acabou, &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;só nos  resta a masturbarção mental&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;e discutir o gênero dos anjos.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Quantos artigos já escreveu?&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Quais as referencias desse livro? Vc  já leu&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;não sei o que?&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Então você não tem direito à voz.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Essa  prolixidade enfadonha,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt; mímica da forma&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;do discurso dos homem&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;falando o óbvio que toda  feminista &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;já sabia faz tempo: &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;que gênero não é natural,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Oh, não sabia.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Obrigado por me dizer isso&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Em sua língua estranha.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Como se bastasse saber disso &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;pra poder mudar &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;esse sistema socio-econômico-político &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;que é o PATRIARCADO-RACISMO-CAPITALISMO.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Abaixo o generismo!&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Abaixo o academicício demente &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;que  vota o movimento à imanência politicamente domesticada.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;A REVOLUÇÃO  não pode esperar.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;FEMINISMO É PRAXIS.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Cansei de brincar de permormatismo butleriano, &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;cross dresser, filmar porno&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt; com minhas amiguinhas lésbicas bdsmers&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt; e achar que isso é o suficientemente pra revolucionar.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Subversão por subversão, preserva-se o substrato material que a permite.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Por uma CIÊNCIA DA  REVOLUÇÃO!&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;GÊNERO É UM CONCEITO REACIONÁRIO!&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;O que existe é o  PATRIARCADO.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Não permitiremos a invisibilização de nossas vidas novamente!&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Muito menos dentro do movimento.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Nossa opressão tem nome.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Nossa opressão existe.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Nossa opressão é concreta!&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Eu não sou uma miragem!&lt;br /&gt;....&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O Imperialismo, Racismo, Capitalismo são sintomas da&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; supremacia masculina - do sexismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;(Robin Morgan)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-5035812391062635548?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/5035812391062635548/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=5035812391062635548&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5035812391062635548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5035812391062635548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/06/gnero-um-conceito-reacionrio.html' title='Gênero, um conceito reacionário?'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RnXHl68DJZI/AAAAAAAAAsc/MpEetVJ-1yE/s72-c/PATRIARCADO+%C3%89+A+RAIZ+DA+GUERRA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-8423858777460885080</id><published>2007-04-17T06:59:00.000-05:00</published><updated>2007-05-08T21:29:08.995-05:00</updated><title type='text'>Prostituição: a falácia patriarcal do direito de escolha</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0xyONSdJI/AAAAAAAAAlg/i7W3wP1g2vs/s1600-h/0,,1465456_4,00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 168px; height: 124px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0xyONSdJI/AAAAAAAAAlg/i7W3wP1g2vs/s200/0,,1465456_4,00.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061256295111357586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold;font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;A prostituição foi o primeiro Capital.&lt;br /&gt;O Capital compreende o uso do potencial de trabalho do corpo do trabalhador.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Meu corpo, portanto, está do lado do sujeito que sou, mas ao mesmo tempo, enreda-me no mundo das coisas. Meu corpo abre-me para o mundo, ou ainda melhor, abre-me em direção ao mundo, e constitui meu ponto de vista dele. Mantém o espetáculo prmanentemente vivo, animando-o e nutrindo-o. Ao desintegrar-se meu corpo, também meu mundo cai em pedaço,e o inteiro desfazer-se de meu corpo significa um rompimento com o mundo e igualmente a morte, o fim de meu ser como ser-consciente-no-mundo(...) Refletindo sobre o corpo humano, pois, encontramos o sujeito, que está mergulhado no corpo e por ele está envolvido no mundo. Achamos o mundo que, como um todo significativo, se prende ao corpo, o qual, enquanto humano, indica o sujeito. Eis o humano como existência" W. Luijpen, introdução a fenomenologia existencial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-style: italic;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0xyeNSdKI/AAAAAAAAAlo/NGDXnYiETa8/s1600-h/turismo_06.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0xyeNSdKI/AAAAAAAAAlo/NGDXnYiETa8/s200/turismo_06.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061256299406324898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;"Há pois, um outro sujeito por baixo de mim, para quem um mundo existe antes que eu seja aí e que nele marcava meu lugar. Esse espírito cativo ou natural é meu corpo, não o corpo momentâneo que é instrumento das minhas escolhas pessoais, fixando-se sobre est&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 102); font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RiQcmtrTOyI/AAAAAAAAAkU/pYVsRMOfP8E/s1600-h/turismo_06.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054196133238356770" spid="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RiQcmtrTOyI/AAAAAAAAAkU/pYVsRMOfP8E/s1600-h/turismo_06.jpg" style="'width:24pt;height:24pt'" button="t"&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style=""&gt;e ou aquele mundo, mas os sistemas de funções anônimas que envolvem toda fixação particular num projeto geral."&lt;br /&gt;(idem)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;"O corpo é uma situação no mundo e um ponto de vista sobre o mundo" (Beauv&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;oir).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; O corpo é meu instrumento essencial de relação com o mundo, e o modo como nele interfiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção de instrumentos, eis a habilidade principal do humano. Cria instrumentos, extensões artificiais do corpo, para melhor se relacionar com a natureza e dela obter seu sustento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; O trabalhador é privado de seus meios de vida, aquilo que a natureza se oferece a todos, é privatizado nas mãos de um só sujeito. A propriedade é um roubo. O que lhe resta, como sempre, o mais inalienável [embora sabemos que é privatizado também] e primeiro elemento de suas posses pessoais. O trabalhador vende seu corpo pro burguês, esgota seu eu-corpo da produção.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;Trabalho é prostituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "trabalh&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0yVuNSdOI/AAAAAAAAAmI/k5HF33olrEw/s1600-h/gloquatro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 171px; height: 129px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0yVuNSdOI/AAAAAAAAAmI/k5HF33olrEw/s200/gloquatro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061256904996713698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;adora"´ primeira é a burguesa, igualmente proletarizada, primeir&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;a proletária do mundo. Tudo que lhe resta, como mulher, é a prole. A capacidade capital de seu corp de reprodução do capital do patriarca. O Patriarcado forma um exército de reserva de mulheres, de putas, que implorem uma vaga no seu harém/comcubinato pessoal ou em sociedade com outros homens, implorando para poderem sobreviver. O Patriarcado forma uma piscina de corpos de mulheres e aproveita isso pra gerar dinhei&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ro e privilégios para si e seus sócios homens da economia gobal. Assim é com a prostituição das proletárias dos proletários também, parte do bordel Patriarcal, são usadas nas linhas de produç&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ão escravas e também postas à venda para sustentação da supremacia máscula. Todos homens podem foder uma puta. Todos homens podem foder alguém. Isso os diferencia da sublasse mulher. Sexo forçado, seja pelo dinheiro, pela fome, pela imposição do pênis ou da sub-missão. Só se existe sob um outro. O&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 102);"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RiQcm9rTO0I/AAAAAAAAAkk/muNjyEbUDTk/s1600-h/turismo_17.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054196137533324098" spid="_x0000_i1026" type="#_x0000_t75" alt="" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RiQcm9rTO0I/AAAAAAAAAkk/muNjyEbUDTk/s1600-h/turismo_17.jpg" style="'width:24pt;height:24pt'" button="t"&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; nível mais baixo dos pilares de sustentação do sistema é a mulher, a nutriz forçada do Pai-Capital.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; O ato de pagar é o ato de poder, subpoder democrático, todos podem ser tiranos. Principalmente entre quatro paredes, espaço onde não há lei, espaço da impunidade. Diferentemen&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;te do que se diz, que prostituição é fonte de empoderamento das mulheres, ela é fonte de empoderamento dos homens. Diz-se o contrário disto porque o poder migalhas que&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; resta às mulheres pra se inserirem no mundo do poder monopolizado pelos homens é quando se submete a um homem. As que não se submetem não tem &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;o mínimo de poder. Afirmar a prostituição como destino e poder feminino é afirmar que a mulher somente é&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; por mediação do homem, nunca diretamente sobre si, porque não é indepe&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0yVuNSdPI/AAAAAAAAAmQ/YAG1-NBs2Rw/s1600-h/turismo_02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 115px; height: 161px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0yVuNSdPI/AAAAAAAAAmQ/YAG1-NBs2Rw/s200/turismo_02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061256904996713714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ndente e nem pode ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A suposta revolução sexual e crescente liberação e avanço do capitalismo democrático liberal apenas agravou o problema da prostituição. Legaliza-se a tirania do desejo...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; ...A ode ao &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;individualismo e seu posto absoluto dentre os valores dessa sociedade coloca que o impo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;rtante é a satisfação pessoal, não importando os meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É essa a grande liberdade [neo]liberal. A liberdade de gozar(sobr alguém). É o prêmio de consolação &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;dos oprimidos, da servidão [in]voluntária do direito de escolha democratico salarial,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; a compensação psíquica e descarregamento da libido reprimida. Claro que desse direito só se beneficiam os homens.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;Liberdad&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;e de expressão/opressão, lesse faire, lesse passe, deixe a vida me levar, viva a diversida&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;de, cada um na sua, não tenho nada com o que você faz dentre quatro paredes, lá é seu re&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ino pessoal, o reino do terror do pivado. Sacro privado, espaço inviolável dos patriarcados simulacros espaço secreto, dirty little secret, espaço do crime, espaço impassivel de leis, espaço do brincar de ser tirano, seus 15s de fama de foded&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;or, reino da fant&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;asia que sangra. Viva a diversidade, tranque-a no quarto e seja feliz, impassível de puniçã&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;o. Dinheiro é li&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 102);"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RiQdMdrTO2I/AAAAAAAAAk0/Bv6mmIEjkXo/s1600-h/turismo_02.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054196781778418530" spid="_x0000_i1027" type="#_x0000_t75" alt="" href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RiQdMdrTO2I/AAAAAAAAAk0/Bv6mmIEjkXo/s1600-h/turismo_02.jpg" style="'width:24pt;height:24pt'" button="t"&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;bertador, submetedor, compensador, farsa. Dinheiro te nomeia, te dirige, te comanda, te explora, te usa. Dinheiro te compensa, te satisfaz. Meu corpo tem um preço. Meu corpo é mercadoria produzida pelo dinheiro. E daí me da prazer. Reino de masoquistas. Meu corpo não é nada, minha subjetividade cob&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0zPONSdQI/AAAAAAAAAmY/0zs9tG4FpMw/s1600-h/turismo_08.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 181px; height: 129px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0zPONSdQI/AAAAAAAAAmY/0zs9tG4FpMw/s400/turismo_08.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061257892839191810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ra jur&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;os. Dinheiro é a própria encarnação da guerra. É o deus da guerra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; Prostituição. Um negócio. Nas mãos dp Patriarcado. Feita entre sujeitos livres, acordo comum, consenso sexual. Vamos administrar a violência, ambas partes vão se beneficiar, pois é o reino da felicidade democrática consensual.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; Não. As pr&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ostitutas são criadas pelo Patriarcado, suas políticas de cercamento dos campos da liberdade, o êxodo diáspora e desterro dos indivíduos. Única coisa que lhes resta é sub&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;meter-se, como força de trabalho de parto, se entregar por um preço, por um pedaço &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;de pão ou um teto pra ser acolhida, às mãos dos homens, dos pre&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;dadores tão bravos do topo da cadeira alimentar a eles predestinada pela biologia, diz eles....&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; ...Ou por Deus-Pau-Todo-Poderoso criador do fel e da merda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 102);"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RiQdMdrTO1I/AAAAAAAAAks/RICWftbK4fc/s1600-h/turismo_08.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054196781778418514" spid="_x0000_i1028" type="#_x0000_t75" alt="" href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RiQdMdrTO1I/AAAAAAAAAks/RICWftbK4fc/s1600-h/turismo_08.jpg" style="'width:24pt;height:24pt'" button="t"&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0yVuNSdNI/AAAAAAAAAmA/Qm2sSUCuWbs/s1600-h/turismo_17.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 170px; height: 121px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0yVuNSdNI/AAAAAAAAAmA/Qm2sSUCuWbs/s200/turismo_17.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061256904996713682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Aí vem o Pa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;triarcado e diz: baby, vamos negociar. Negociando é tudo lindo. Te enfio meu pau na tua goela e você pode viver enquanto der. Justo não? Consensual não? O Dinheiro é &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;consensual.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; Normal não? As mulheres não são pra isso mesmo? Ah, ela é &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;dona de seu corpo. Ela gosta. Nem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; significa mais nada, tornou-se rotina, mecânico. É um negócio pra ela, como outro qualquer. É uma mercadoria como qualquer outra. E&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0zPONSdRI/AAAAAAAAAmg/Z0hMghpjJ_8/s1600-h/141392413_180a5ac7eb_o.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0zPONSdRI/AAAAAAAAAmg/Z0hMghpjJ_8/s400/141392413_180a5ac7eb_o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061257892839191826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;la deve estar aco&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;stumada. Ela escolheu. Ela é vagabunda, não quer ´trabalhar´. Ela merec&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;e. Pelo que é.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; Profi&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ssão? P&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;rofissional? Abuso profissional? Dizer que é um trab&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;alho digno é conferir um estatuto último de normalidade. A exploração da mulher toma estatuto legal, o direito de foder a vida de alguém dos cafetões homens é protegido então &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;por lei, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;como sacrossanto direito.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Legalizar é normalizar o qu&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;e é patológico.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; Dizem, a mulher é dona de seu corpo, mas como se nosso corpo n&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ão nos pertence?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; QUEM EST&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ARÁ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; SENDO DESCRIMINALIZADO COM A LEGALIZAÇÃO? As prostitutas ou os cafetõ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;es? prostituiç&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ão é crime, mas não da prostituta. É o crime máximo do Patriarcado, cafetão mor, contra todas as mulheres. Crime cuja se&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ntença é a mulher que&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; tem q&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ue pagar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; É tornar &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;estanque, cristalizar, o que é produto histórico da violência e opressão. É a apologia e proteção do crime, e seu encorajamento. É decretar como destino da mulher. É ser conivente, é aceitar.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;u&gt;a falácia da escolha.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; - como falar em escolha se são ELES que dão as opções?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; - como falar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; em escolha se sã&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;o ELES que nos treinam desde cedo para sermos putas dóceis e subse&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;rvientes, tudo que compreende o ser puta: ser servil, disponível sexualmente, objeto, condecedente, feminina/domesticada, boa mercadoria?&lt;br /&gt;- o discurso da escolha serve pra jogar pra cima do indivíduo vítima de suas circunstâncias a responsab&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;ilidade pela miséria que uma força a&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;lheia lhe o&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;brigou a viver.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0yVuNSdMI/AAAAAAAAAl4/-43qsfQjbKs/s1600-h/prostitute.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 145px; height: 110px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0yVuNSdMI/AAAAAAAAAl4/-43qsfQjbKs/s200/prostitute.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061256904996713666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; Prostit&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;uição, essencia do Patriarcado, abolir a prostituição será a derrocada última do Patriarcado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 102);"&gt;&lt;a href="http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML1503174-1740,00.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;reportagem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 102);"&gt;&lt;a href="http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML1503174-1740,00.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; sobre prostituição e turismo sexual, clique aqui.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-8423858777460885080?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/8423858777460885080/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=8423858777460885080&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/8423858777460885080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/8423858777460885080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/04/prostituio-falcia-patriarcal-do-direito.html' title='Prostituição: a falácia patriarcal do direito de escolha'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj0xyONSdJI/AAAAAAAAAlg/i7W3wP1g2vs/s72-c/0,,1465456_4,00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-4002976616527410838</id><published>2007-04-08T10:21:00.000-05:00</published><updated>2007-05-05T21:14:54.778-05:00</updated><title type='text'>Discurso Bento XVI - backlash cristão</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051078412347923490" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 380px; height: 218px; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0VTcNk7h5q8/RhkJDeSkXCI/AAAAAAAAACQ/Ix-VY9kljEU/s320/bento+XVI.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em Via Crucis, Papa homenageia mulheres vítimas de violência&lt;br /&gt;06/04 - 10:25 - BBC Brasil&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;· O Papa Bento 16 fará nesta sexta-feira à noite uma homenagem às mulheres "humilhadas, violentadas e marginalizadas", durante a cerimônia de recordação da Via Crucis, o caminho que Jesus Cristo percorreu até o calvário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o trajeto, que é refeito todos os anos em uma procissão, Bento 16 destacará ainda que muitas mulheres são "vítimas de práticas tribais indignas", em referência às mutilações genitais femininas praticadas em alguns países africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A homenagem às mulheres está na meditação da 9ª estação, quando Jesus encontra as mulheres de Jerusalém. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;CIDADE DO VATICANO (Reuters) - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Um alto clérigo do Vaticano aconselhou nesta sexta-feira que as mulheres parem de tentar agir como homens para se firmar na sociedade. &lt;/span&gt;Ao mesmo tempo, expressou esperanças de que o mundo entre na "era das mulheres, do coração, da compaixão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na presença do papa Bento 16, o padre Raniero Cantalamessa pregou na Basílica de São Pedro nesta Sexta-Feira Santa, uma das principais missas da Páscoa, que é o auge do ano Cristão.&lt;br /&gt;Em seu sermão, Cantalamessa, que é Pregador da Casa Pontifícia, fez várias referências ao papel das mulheres na sociedade, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pediu que elas evitem tentar apagar as diferenças entre os sexos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Para afirmar sua dignidade, elas sentiram necessidade de assumir comportamentos masculinos, ou minimizar as diferenças entre os sexos"&lt;/span&gt;, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ressaltou que nenhuma mulher foi responsável pela morte de Cristo, apenas homens, e que as discípulas seguiram Cristo não porque buscavam poder, mas porque acreditavam nele em seus corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esse é o motivo para ter esperanças de que a humanidade finalmente entre na era das mulheres: uma era de coração, de compaixão", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cantalamessa também lamentou o fato de as pessoas tentarem aprimorar mais sua capacidade intelectual do que sua capacidade de amar porque "o conhecimento se traduz automaticamente em poder; o amor, em doação".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Devemos dar mais espaço à 'razão do coração' se quisermos evitar que nosso planeta --mesmo enquanto esquenta fisicamente-- entre numa era do gelo espiritual", declarou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-4002976616527410838?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/4002976616527410838/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=4002976616527410838&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/4002976616527410838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/4002976616527410838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/04/discurso-bento-xvi.html' title='Discurso Bento XVI - backlash cristão'/><author><name>smelly cat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16117018724328789364</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0VTcNk7h5q8/RhkJDeSkXCI/AAAAAAAAACQ/Ix-VY9kljEU/s72-c/bento+XVI.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-4042891819256807299</id><published>2007-04-08T08:48:00.000-05:00</published><updated>2007-05-05T21:15:26.512-05:00</updated><title type='text'>Nísia Floresta</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;"Que personagens singulares! (...) Exigir uma servidão a que eles mesmos não têm coragem de se submeter, (...) e querer que lhe sirvamos de ludibrio, nós, a quem eles são obrigados a fazer a corte e atrair em seus laços com as submissões as mais humilhantes.” Em “Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens”, 1832.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;“Flutuando como barco sem rumo ao sabor do vento neste mar borrascoso que se chama mundo, a mulher foi até aqui conduzida segundo o egoísmo, o interesse pessoal, predominante nos homens de todas as nações.” Em “Passeio ao Jardim de Luxemburgo”, 1857.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;br /&gt;“A escravidão (...) foi sancionada pelos mesmos homens, que tudo haviam sabido sacrificar para libertar-se do jugo de seus opressores, e assumirem a categoria de nação livre! Eles, que acabavam de conquistar a liberdade, não coravam de rodear-se de escravos!”Em “Páginas de uma Vida Obscura”, 1855.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;br /&gt;“Certamente Deus criou as mulheres para um melhor fim, que para trabalhar em vão toda sua vida.”Em “Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens”, 1832.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;br /&gt;“As dores morais do negro passam despercebidas nas habitações do branco.” Em “Páginas de uma Vida Obscura”, 1855.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;br /&gt;“Todos os brasileiros, qualquer que tenha sido o lugar de seu nascimento, têm iguais direitos à fruição dos bens distribuídos pelo seu governo, assim como à consideração e ao interesse de seus concidadãos.” Em “Opúsculo Humanitário”, 1853.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;br /&gt;“Nosso olhar estava preso ao horizonte; (...) e o pensamento (...) estabelecia entre o Brasil e Heidelberg uma comunicação de idéias, de amor e de esperanças que emprestavam encanto a todas as belezas melancólicas ou luminosas que nos tocavam (...)” Em “Itinerário de uma Viagem à Alemanha”, 1857.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;br /&gt;“Se este sexo altivo quer fazer-nos acreditar que tem sobre nós um direito natural de superioridade, por que não nos prova o privilégio, que para isso recebeu da Natureza, servindo-se de sua razão para se convencerem?”Em “Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens”, 1832.&lt;/div&gt;&lt;a style="color: rgb(204, 51, 204);" href="http://3.bp.blogspot.com/_0VTcNk7h5q8/RhjzROSkXBI/AAAAAAAAACI/WQtk0VNrMI0/s1600-h/nf.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051054459315313682" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0VTcNk7h5q8/RhjzROSkXBI/AAAAAAAAACI/WQtk0VNrMI0/s320/nf.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;br /&gt;“Ei-lo este filho predileto da natureza, este Éden do presente (...) Ei-lo assentado entre diamantes e ouro, (...) e recebendo a homenagem do Atlântico, que vai deitar a seus pés o engenho de muitos e variados povos, em troca de suas raras e preciosas produções, e de sua liberalidade.” Em “O Brasil”, 1859.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;br /&gt;“A esperança de que, nas gerações futuras do Brasil, ela [a mulher] assumirá a posição que lhe compete nos pode somente consolar de sua sorte presente.”Em “Opúsculo Humanitário”, 1853. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;“Se cada homem (...) fosse obrigado a declarar o que sente a respeito de nosso sexo, encontraríamos todos de acordo em dizer que nós nascemos para seu uso, (...) reger uma casa, servir, obedecer e aprazer aos nossos amos, isto é, a eles homens.” Em “Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens”, 1832.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-4042891819256807299?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/4042891819256807299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=4042891819256807299&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/4042891819256807299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/4042891819256807299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/04/nsia-floresta.html' title='Nísia Floresta'/><author><name>smelly cat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16117018724328789364</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0VTcNk7h5q8/RhjzROSkXBI/AAAAAAAAACI/WQtk0VNrMI0/s72-c/nf.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-5695323825870711962</id><published>2007-04-02T10:30:00.000-05:00</published><updated>2007-04-02T10:45:54.552-05:00</updated><title type='text'>Sessões de Depilação método de tortura misógino</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhEkYCtuupI/AAAAAAAAAgk/_lHPrEyqF_E/s1600-h/laser1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048856652723174034" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="150" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhEkYCtuupI/AAAAAAAAAgk/_lHPrEyqF_E/s320/laser1.jpg" width="217" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As pessoas se depilam, mas a questão não é tanto gosto pessoal. É uma convenção. Mesmo quem diga que prefere, na verdade passou por um condicionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca me depilei, nem nunca me depilaria, e pra mim é até estranho pensar que sou a exceção...não entendo como mulheres podem se submeter a métodos de depilação insanos somente pra favorecer uma cultura machista, e ser uma mulher ao gosto dos machos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo isso à minha tia Lori, que se arrependeu de ter feito isso quando nova, e falou pra eu não tirar, e principalmente devo isso o fato de que quando sentava no colo delas penicava que era uma desgraça. Viviam a reclamar de pelos encravados e o escambau. E, sinceramente, o aspecto não é bonito...é uma convenção mesmo, um costume. Se olhar bem, uma perna natural é mto mais bonito que uma perna artificial, com pontinhos pretos, numa eterna luta contra a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem tire com terapias a laser, caríssimas, passe pomadas com fórmula suspeita pra enfraquecer os pêlos, ou então passe água oxigenada, que é cancerígena, e deite ao sol, agravando o potencial cancerígeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhEivituuoI/AAAAAAAAAgc/QLWUXGIJTz0/s1600-h/itsasmallworld.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048854857426844290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhEivituuoI/AAAAAAAAAgc/QLWUXGIJTz0/s320/itsasmallworld.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cera, injeção de Botox, gilete...gilete usava QUANDO tirava os pelos das axilas, larguei pq era uma merda, e a empresa testa em animais ainda por cima. Sinceramente, pra que tudo isso?? Só pq essa sociedade é uma falocracia? Pq somos as putas, o harém, de um sistema injusto, patriarcal, que é dono de nossos corpos? Toda essa dedicação, toda essa negação da nossa natureza, essa auto-artificialização dentre tantas impostas à nós no mundo todo (espartilhos virtuais do modelo anoréxico anti-feminino, mutilação genital, silicone, maquiagens, depilação da sombrancelha, cosméticos, tinturas, e ao nascer já começa com o furo no lóbulo da orelha, pra nos definir como aquelas que não serão humanas, mas mulheres, uma outra coisa, uma coisa, uma não-pessoa, pq somente quem pode sê-lo são os homens), a mulher é isso: algo determinado pelo homem, que se apropria e transforma (destrói) o meio e as formas de vida ao seu bel prazer, dentro das suas estrategias de dominação. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sinceramente, eu me recuso a ser feminina. prefiro ser chamada de guria, menina, garota, à MULHER. Feminilidade? Eu detesto tal palavra. Sou o que quiser ser, não preciso me equilibrar num saltinho ridiculo e foder minha coluna, deixar minhas unhas enormes e coloridas, e tantas coisas q visam a restringir a mobilidade da mulher pra torna-la mais feminina e bonita [na China os homens achavam lindo as mulheres com pés atrofiados...afinal andar é privilegio somente dos homens....aqui acham lindo mulher sem pelo no sovaco.], claramente ditadas por uma cultura androcentrica, onde o homem eh o centro de tudo, o garoto mimado que quer ser satisfeito, e faz com que todas mulheres entrem nessa ideologia heteronormativa que nos define como seus objetos sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não vou perpetuar esse sistema de valores, pois me nego a ser uma puta dos homens, representando suas ideologias neuróticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiramos pelos porque herdamos uma história de repressão e castração, e os homens tiveram tal horror que pusessemos abaixo a !ordem! deles, que fizeram de tudo pra que fossemos algo totalmente inofensivo. Queriam-nos inocentes, puras, castas, virgens, honestas, fiéis, sensiveis, compreensivas, amáveis, pacientes, tolerantes, dóceis, meigas, limpinhas, LIMPAS...sem pêlos.&lt;br /&gt;Ter pêlos, e ser o q se é, ser humano, é privilegio dos homens. Pelos em mulheres lembram a eles a força da natureza que eles querem domesticar, e que ta&lt;a href="http://www.wmich.edu/~emrl/vt/pics/manet_olympia_mid.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.wmich.edu/~emrl/vt/pics/manet_olympia_mid.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;nto ameaça sua civilização, lembra o selvagem, a Mãe Natureza, diante da qual ele é tão desprezivel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi a toa que Manet, quando pintou o quadro Olympia, causou tal furor na sociedade. Um nu, mas não dentro dos padrões neoclássicos, pele alva e virgem doce. Uma mulher ativa, olhando diretamente pro apreciador, usando adornos, sendo servida, olhar ousado e intimidador, mas principalmente, o q imcomodara mais a sociedade dakela época: foram retratados os pelos da perna. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;your body is a battleground&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Como diria um amigo meu: &lt;em&gt;a sexualidade/corpo é para o feminismo o que o trabalho é pro marxismo. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um dominio politico no corpo, na linguagem, nas pequenas e invisiveis coisas, aliás é melhor dominar por esses meios que a gente distraidamente ignora, do que naqueles em que o inimigo se torna explícito e atacável. O capitalismo age assim, principalmente assim.&lt;br /&gt;O corpo da mulher é um espaço vital pra administração economica e estratégica dos homens, até hoje. Nosso corpo não nos pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual era mesmo o nome do livro da Simone de Beauvoir qdo iniciou-se essa segunda fase do feminismo???&lt;br /&gt;o SEGUNDO sexo.&lt;br /&gt;Começa aí. Somos o segundo sexo. Somos o desvio, o excentrico. Somos o secundário. O principal, o representante da especie, é o HOMEM. Tanto que falamos HOMEM pra se referir a espécie HOmana, a qual nos mulheres pertencemos. Dizer que a mulher é o segundo é uma maneira muito inteligente de secundarizar, e minorizar seus problemas. Os problemas da mulher não são tão importantes. São secundários. Problema é que o capitalismo que OS HOMENS oprimidos pensaram, como protagonistas da História, como sendo a causa maior de tds os males não é o verdadeiro inimigo. O que existiu pra que surgisse capitalismo e propriedade privada, foi um regime anterior que dura até hoje: Patriarcado.&lt;br /&gt;'It's a small world.&lt;br /&gt;but not if you had to clean it'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero ter sido didática. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-5695323825870711962?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/5695323825870711962/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=5695323825870711962&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5695323825870711962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5695323825870711962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/04/sesses-de-depilao-mtodo-de-tortura.html' title='Sessões de Depilação método de tortura misógino'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhEkYCtuupI/AAAAAAAAAgk/_lHPrEyqF_E/s72-c/laser1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-6727731169468108624</id><published>2007-03-26T18:24:00.000-05:00</published><updated>2007-05-06T00:52:40.201-05:00</updated><title type='text'>PORNOGRAFIA COMO TEORIA ESTUPRO COMO PRÁTICA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghZ7paKL-I/AAAAAAAAAcY/orcU5KKMyCI/s1600-h/burnbarbie.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046382263731367906" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghZ7paKL-I/AAAAAAAAAcY/orcU5KKMyCI/s200/burnbarbie.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;“A pior imoralidade é uma ignorância estudada, uma recusa propositada a&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt; ver ou saber” (Andrea Dworkin)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1snONSdVI/AAAAAAAAAnA/J-1BmwAGAUU/s1600-h/evilporn9.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1snONSdVI/AAAAAAAAAnA/J-1BmwAGAUU/s200/evilporn9.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061320977318835538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;"Eu comec&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;ei es&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;sa carta com desejo, eu terminei com cólera; &lt;strong&gt;Eu sonho que amor sem tirania é possível.&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;-Andrea Dworkin, 1978 from First Love&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós precisamos pensar seriamente sobre o que significa sustentar uma &lt;strong&gt;resistência cont&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;strong&gt;ra a tirania que é &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;strong&gt;parte do dia-a-dia de toda mulher."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Andr&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;ea Dworkin in Minneapolis, 1987.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;em&gt;introdução por Luis Carlos de Alencar Cau:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"A pornografia é a mídia es&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;pecializada do patriarcado. Tem a mídia geral, capital, que na sociedade da&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; informação corre &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;em todos e por todos os meios, e tem a supermídia, a mídia essencial, que também corre onde e quanto pode, em todos e por todos os meios: a pornogr&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sDuNSdSI/AAAAAAAAAmo/8PmoMAHPndc/s1600-h/evilporn6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sDuNSdSI/AAAAAAAAAmo/8PmoMAHPndc/s200/evilporn6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061320367433479458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;afia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para Robin Morgan, pornografia é a teoria, estupro é a prática. Mas para uma mult&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;idão, talvez para a maioria, talvez a esmagadora maioria,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; pornografia é questão de liberdade de expressão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Parece que é por este motivo que muita gente 'de esquerda', gente que costuma 'combater' a mídia geral, corporativa, capital, &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghbM5aKMBI/AAAAAAAAAcw/_hxwAT36LAo/s1600-h/flag1.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046383659595739154" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghbM5aKMBI/AAAAAAAAAcw/_hxwAT36LAo/s200/flag1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;silencia, fica de repentemente mu&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;da, sem palavra, quando o assunto é&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; pornografia. Não é por 'decadência moral', nem&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; desvio de religião --afinal pornografia é um&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;a forma de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;oração--, mas por apego orgulhoso e fidelidade sincera ao cânone liberal d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;a LIBERDADE DE EXPRESSÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem boas razões (em inglês), por Andrea Dworkin, de "Por que pornografia importa para feministas":&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghZ7ZaKL8I/AAAAAAAAAcI/V-_9bSnRTGE/s1600-h/AndreaDworkinyelling.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046382259436400578" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghZ7ZaKL8I/AAAAAAAAAcI/V-_9bSnRTGE/s200/AndreaDworkinyelling.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pornografia é uma quest&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;ão essencial porqu&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;e a pornografi&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;a diz que as mulheres querem ser &lt;b&gt;agredidas, forçadas e abusadas; pornografia diz que as &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;mulheres querem ser estupradas, espancadas, seqüestradas, desfiguradas; pornografia diz que as mulheres querem ser humilhadas, envergonhadas, difamadas; pornografia diz que a mulher diz Não mas quer dizer Sim – Sim para a violência, sim para a dor.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também: pornografia diz que as mulheres são &lt;b&gt;coisas&lt;/b&gt;; p&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;ornografia diz q&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;ue &lt;b&gt;ser usadas como coisas preenche a natureza erótica das mulheres; pornografia diz que mulheres são coisas que homens us&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;am.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também: pornografia diz que mulheres são putas, vaginas, por&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;nografia diz que os &lt;b&gt;pornógrafos definem as mulheres; pornografia diz que homens definem as mulheres; pornografia diz que mulheres são o que os homens querem que a&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;s mulheres sejam.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também: &lt;b&gt;pornografia mostra as mulheres como partes de corpo, como genitais, fendas vaginais, mamilos, nádegas, lábios, feridas abertas, pedaços.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghZ7paKL9I/AAAAAAAAAcQ/r8Ts24AuiPk/s1600-h/ann_andrea1982.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046382263731367890" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghZ7paKL9I/AAAAAAAAAcQ/r8Ts24AuiPk/s200/ann_andrea1982.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Também: &lt;b&gt;&lt;i&gt;pornografia usa mulheres reais.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Também: pornografia é uma indústria que &lt;b&gt;c&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;ompra e vende mulhe&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;res.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também: &lt;b&gt;a pornografia estabelece o estandarte para a sexualidade feminina, para os valores sexuais fem&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;ininos, para o crescimento das meninas, para o crescimento dos meninos, estimulado pela propaganda, filmes, vídeos, artes visuais, arte fina e literatura, música com palavras.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Também: &lt;b&gt;a aceitação da pornografia significa o declínio das éticas feministas e o abandono das políticas feministas; a aceitação da pornografia significa que as feministas abandonaram as mulheres.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Também: pornografia reforça os direitos dos homens sobre as mulheres por &lt;b&gt;fazer o ambiente externo fora da casa mais perigoso, ameaçado&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;r, pornografia reforça o direito do marido sobre a mulher por fazer o am&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;biente doméstico mais perigoso, mais arriscado.&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Também:&lt;b&gt; pornografia torna a mulher em objetos e conveniências; pornografia &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rghcb5aKMII/AAAAAAAAAdo/WSKNS7Fke_w/s1600-h/314170878.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046385016805404802" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rghcb5aKMII/AAAAAAAAAdo/WSKNS7Fke_w/s200/314170878.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;perpetua o status de objeto das mulheres;&lt;/b&gt; pornografia perpetua as divisões de auto-derrota entre as mulheres por perpetuar o status objetal da mulher;&lt;b&gt;porno&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;grafia perpetua a&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt; baixa auto-estima da mulher por perpetuar o status de objeto da mulher;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt; pornografia perpetua a descrença da mulher pela mulher por&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt; perpetuar o status de objeto da mulher; pornografia perpetua a&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt; dessignificação e degradação da inteligência e criatividade da mulher por perpetuar o status de objeto da mulher.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também: &lt;b&gt;violência contra a mulher é usada na pornografia e pornografia encouraja e promove violência contra as mulheres como uma classe;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Pornografi&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sD-NSdUI/AAAAAAAAAm4/Y_Mzjwn26w4/s1600-h/evilporn10.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sD-NSdUI/AAAAAAAAAm4/Y_Mzjwn26w4/s200/evilporn10.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061320371728446786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;a desumaniza a mulher usada na pornografia e pornografia contribui para e promove a desumanização de todas as mulheres; pornografia explora a mulher usad&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;a na pornografia e acelera e promove a exploração sexual e econômica da mulher como uma classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também: pornografia é feita por ho&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;mens que sancionam, usam, celebram e promovem violência contra mulher.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também: pornografia explora crianças de ambos os sexos, especialmente garotas, e encoraja violência contra crianças, e faz violência às crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também: pornografia usa ra&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;cismo e anti-semitismo para promover provocação sexual; pornografia promove hostilidade racial por promover a degradação racial como ´sexy´, pornografia romantiza os campos de concentração e de plantação, os nazistas e os proprietários de escravos ;pornografia explora os estereótipos de comportamentos raciais para promover excitação sexual; &lt;b&gt;pornografia celebra obsessões sexuais racistas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Também: pornografia nubla a consciência, a faz mais brutalizada para a crueldade, para a inflinção de dor, para violência contra pessoas, para a humilhação e degradação &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;de pessoas, para as mulheres e crianças abusadas.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1snuNSdYI/AAAAAAAAAnY/mQm-lVEFZIM/s1600-h/pornobjetifica%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1snuNSdYI/AAAAAAAAAnY/mQm-lVEFZIM/s200/pornobjetifica%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061320985908770178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Também: a pornografia nos deixa sem futuro; pornografia nos depriva de esperança de dignidade; pornografia desenvolve a diminuição do nosso valor humano numa sociedade e nossos potenciais humanos de fato; pornografia esquece a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt; auto-determinação sexual das mulheres e das&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt; crianças, pornografia nos usa e no&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;s descarta fora; pornografia aniquila nossa chance de liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(tradução por veggie grrrl, reportem os erros se possivel)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046382787717378050" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghaaJaKMAI/AAAAAAAAAco/JSNfniVF-VA/s400/sick.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;montagem acima, autoria de Tresa Sousa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;-----------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Manifesto Antipornografia&lt;/strong&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sDuNSdTI/AAAAAAAAAmw/UIsyAOmOor0/s1600-h/rape+manual.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sDuNSdTI/AAAAAAAAAmw/UIsyAOmOor0/s200/rape+manual.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061320367433479474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;por Pedro Brasiliense&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um costume cultural que parece que está se transformando é o da iniciação sexual dos meninos. Se antes os moços eram levados a um lugar de prostituição, hoje lhes são dadas revistas pornográficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se antes a experiência era com uma pessoa real, no caso da iniciação sexual masculina em uma zona de meretrício, em que havia a CHANCE de se perceber o ambiente em que se dava a prostituição, a situação de vida, os temores das mulheres naquela situalção, da dúvida sobre salubridade do negócio, com a pornografia isso é impossível -não são pessoas. Nem mesmo as conhecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pornografia me parece ser um instrumento poderoso de brutalização das pessoas e suas relações. Por brutalização eu entendo a destruição da sensibilidade, sobretudo ao que é suave e espontâneo. E a fome, a repressão militar, prostituição, e a pornografia midiática massiva como uma versão moderna de prostituição em série são as formas de repressão e brutalização centrais sem as quais o Sistema Patriarcal Capitalista Imperialista não se sustentaria. Para que aceitemos ser dominad=s, para que sejamos simplesmente ordenad=s a qualquer coisa, especialmente as injustas, sem ter a natural reação de resistência, é preciso que nos sintamos doentes, fracos, incapazes ou simplesmente que achemos natural sofrer injustiça e violência contra o que nos é belo ou importante, contra o que acreditamos, contra o que somos e queremos ser e construir. &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghbzpaKMEI/AAAAAAAAAdI/JfMdbudpcOU/s1600-h/tv.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046384325315670082" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghbzpaKMEI/AAAAAAAAAdI/JfMdbudpcOU/s200/tv.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;E o alvo da pornografia é a sexualidade. A sexualidade nos constitui enquanto humanos. Nossa mente se construiu com o surgimento da sexualidade, e a sexualidade é o ponto central da nossa saúde mental e afetiva. Com certeza a sexualidade está totalmente relacionada à afetividade. E o sexo é a mais próxima, mais profunda e mais íntima relação entre duas pessoas. É um contato mais aprofundado entre essas duas pessoas, e com certeza é um contato distante de todas as outras. Um momento sagrado de uma relação mágica, onde duas pessoas podem se conhecer, sozinhas, e conhecer o que mais há de humano uma na outra e em si. E a pornografia interfere diretamente nesse contato, na forma com que nós vemos esse contato e na forma com que praticamos esse contato. Pro bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pornografia interfere na maneira de uma pessoa perceber o sexo. Ela estimula uma relação de mão única com o objeto do desejo, admiração e satisfação, e estimula uma relação de uma pessoa (a que está vendo a pornografia) com uma idéia, um ente com quem não se trava relações, só se obtem satisfações. Esse ente, o objeto do desejo e satisfação é manipulado como o observador bem - ou mal - entender. A pornografia possibilita que uma pessoa possa dedicar ao objeto de seu desejo pensamentos recriminados ou considerados negativos por si mesma, sem em nenhum momento ter resposta negativa a essas idéias, ou resposta alguma. Consequentemente, a pornografia constrói a noção de que essa pessoa possa dedicar sentimentos, idéias e até atos negativos ao objeto de seu desejo sem que haja uma resposta negativa, ou mesmo uma privação da satisfação de seu desejo e ansiedade. Com certeza alimenta uma forma de se relacionar com o objeto de desejos como se fosse um objeto. Com certeza é um treinamento para estupros. Com certeza é condição de possibilidade de que se veja a sexualidade, e sobretudo o sexo como algo ruim, negati&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghbzpaKMFI/AAAAAAAAAdQ/FFQa9wpTnN4/s1600-h/blowjob.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046384325315670098" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghbzpaKMFI/AAAAAAAAAdQ/FFQa9wpTnN4/s200/blowjob.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;vo, violento, sujo, pervertido. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Assim, a pornografia estimula uma relação monológica (mono - um, de mão única), eu-isso de uma pessoa com o objeto de seu desejo, admiração e satisfação, e condiciona então essa pessoa a só obter satisfação de objetos, que só sofrem ações, ao contrário de sujeitos, que recebem e praticam ações - a mágica da &lt;b&gt;relação&lt;/b&gt; entre duas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pornografia transforma quem a consome em um eterno espectador, e espectador de sua própria sexualidade. Uma pessoa muito contaminada por exposição à pornografia só consegue sentir prazer com o observar, e acaba ficando incapaz de agir, porque &lt;b&gt;não se troca nada com objetos&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pornografia estimula o egoísmo e o egocentrismo, estimulando o não amadurecimento emocional das pessoas, fazendo com que sempre vejam os outros como objetos, como coisas, que devem satisfazer suas ansiedades e desejos. A pornografia cria um exército de vouyers, que só têm prazer em assistir ou imaginar serem assistidos. A pornografia destrói então todo o contato genuíno, real entre duas pessoas. A pornografia causa a superficialização das relações, porque nunca se aprofundarão - para ver uma árvore com muita proximidade e intimidade, perde-se de vista a floresta. Mas ao conhecer um pouco sobre aquela árvore, mais intimidade e proximidade com a floresta inteira. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghcbpaKMHI/AAAAAAAAAdg/UsuoWs9DTaI/s1600-h/billboard.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="left"&gt;Agora eu pergunto! O que é pornografia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que nos faz viver nossos desejos por meio de outros, especialmente se muitas outras pessoas tiverem acesso a essa mesma experiência. É a uniformização da vivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Big Brother é pornografia. As propagandas são pornografia! Os outdoors são pornografia! Não há escapatória ao falo do Grande Irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuja! Negue os prazeres do Falo! Transformemos nossos corpos em materiais a&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sneNSdWI/AAAAAAAAAnI/dhbNIOrHbFA/s1600-h/evilporn8.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sneNSdWI/AAAAAAAAAnI/dhbNIOrHbFA/s200/evilporn8.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061320981613802850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;rtísticos de prazer e felicidade! O corpo do homem e o da mulher são paraísos a serem experimentados. E você pode viver isso com a pessoa mais próxima de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Brasiliense &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Notas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1] O Falo é um símbolo do que representa o poder dos homens na sociedade patriarcal. Não se refere ao pênis, e sim à idéia que se construiu de poder em cima dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] A sexualidade é direcionada ao consumo pelo Capitalismo Imperialista. Quanto menos as pessoas tiverem relações reais umas com as outras, e quanto menos elas tiverem satisfação e realização com a relações reais com outras pessoas, mais elas vão direcionar a satisfação dos desejos para compensações sensoriais - orais, táteis, olfativas, visuais, auditivas - e suas frustrações para o consumo, e mais vão direcionar toda o irrefreável desejo de viver (e consequentemente o de resistir também) a desempenhar o papel social, ao trabalho e ao consumo. &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046382783422410738" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 270px; height: 234px; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghaZ5aKL_I/AAAAAAAAAcg/nYdXarrUvhQ/s400/meat-sex-pol.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Teses&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Propostas de teses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;por Pedro Brasiliense&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pornografia é um elemento fundamental, e um dos principais, para o funcionamento do sistema Patriarcal Capitalista Imperialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pornografia transcende o imperialismo cultural. A pornografia contamina todas as esferas relacionais na sociedade, por atingir, contaminar e i&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sneNSdXI/AAAAAAAAAnQ/qPQYL5Gr2yg/s1600-h/evilporn7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rj1sneNSdXI/AAAAAAAAAnQ/qPQYL5Gr2yg/s200/evilporn7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061320981613802866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;mpregnar a sexualidade, eixo nevrálgico, essecial e formador do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pornografia midiática massiva atinge diretamente e indiretamente TODAS as pessoas que vivem nas sociedades urbanas sob influência do imperialismo capitalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pornografia é deliberadamente, propositadamente, intencionalmente ou capciosamente exposta o mais cedo possível para homens e mulheres em formação de sua sexualidade e afetividade, sua maneira de ver o mundo, as pessoas e as relações entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pornografia promove a prostituição, a violência doméstica, o estupro, as doenças da sexualidade, a brutalização de relações, a assimilação da opressão, a assimilação da cultura do opressor, a assimilação do papel do oprimido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pornografia ultrapassa os limites da sexualidade e atinge todas as esferas do corpo da mente e da afetividade. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rghbz5aKMGI/AAAAAAAAAdY/Ri3wBR55ygU/s1600-h/burnS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046384329610637410" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rghbz5aKMGI/AAAAAAAAAdY/Ri3wBR55ygU/s200/burnS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pornografia não promove a sexualidade, a contamina, infecciona, degrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pornografia deve ser combatida por tod=s que combatem ou querem combater a brutalidade, a violência, a opressão e a mercantilização de absolutamente tudo, principalmente o que nos torna humanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;em&gt;(*imagem: intervenção do ACLU - always causing legal unrest, um sex shop indo aos ares)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;strong&gt;VEJAM COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;expressamente impróprio para menores de 18&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;se você quiser ver e contaminar sua saúde sexual &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;e mental é de sua inteira responsabilidade&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAcStuunI/AAAAAAAAAgU/XX96zi1KPC0/s1600-h/porn+19.JPG" target="_blank"&gt;http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAcStuunI/AAAAAAAAAgU/XX96zi1KPC0/s1600-h/porn+19.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQCtuuiI/AAAAAAAAAfs/ZzKT6oiiVto/s1600-h/porn+14.JPG" target="_blank"&gt;http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQCtuuiI/AAAAAAAAAfs/ZzKT6oiiVto/s1600-h/porn+14.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQStuujI/AAAAAAAAAf0/REx8OsaS7uA/s1600-h/porn+15.JPG" target="_blank"&gt;http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQStuujI/AAAAAAAAAf0/REx8OsaS7uA/s1600-h/porn+15.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQStuukI/AAAAAAAAAf8/_esynpIJQ-Y/s1600-h/porn+16.JPG" target="_blank"&gt;http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQStuukI/AAAAAAAAAf8/_esynpIJQ-Y/s1600-h/porn+16.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQituulI/AAAAAAAAAgE/vulSBYjZuEg/s1600-h/porn+17.JPG" target="_blank"&gt;http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQituulI/AAAAAAAAAgE/vulSBYjZuEg/s1600-h/porn+17.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQituumI/AAAAAAAAAgM/7CA1U448tM4/s1600-h/porn+18.JPG" target="_blank"&gt;http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RhAAQituumI/AAAAAAAAAgM/7CA1U448tM4/s1600-h/porn+18.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__7ituudI/AAAAAAAAAfE/s3x9VkrXbfo/s1600-h/porn+10.JPG" target="_blank"&gt;http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__7ituudI/AAAAAAAAAfE/s3x9VkrXbfo/s1600-h/porn+10.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__7ytuueI/AAAAAAAAAfM/OV_5LUF13To/s1600-h/porn+11-1.JPG" target="_blank"&gt;http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__7ytuueI/AAAAAAAAAfM/OV_5LUF13To/s1600-h/porn+11-1.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__8CtuufI/AAAAAAAAAfU/-EJhVzThfi0/s1600-h/porn+11-2.JPG" target="_blank"&gt;http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__8CtuufI/AAAAAAAAAfU/-EJhVzThfi0/s1600-h/porn+11-2.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__8StuugI/AAAAAAAAAfc/RLnPsmgMU2Y/s1600-h/porn+12.JPG" target="_blank"&gt;http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__8StuugI/AAAAAAAAAfc/RLnPsmgMU2Y/s1600-h/porn+12.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__8StuuhI/AAAAAAAAAfk/ZEqVNo-XS5c/s1600-h/porn+13.JPG" target="_blank"&gt;http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__8StuuhI/AAAAAAAAAfk/ZEqVNo-XS5c/s1600-h/porn+13.JPG&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__ZytuuYI/AAAAAAAAAec/Nd1Iip_KFrY/s1600-h/porn6.JPG" target="_blank"&gt;http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__ZytuuYI/AAAAAAAAAec/Nd1Iip_KFrY/s1600-h/porn6.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__ZytuuZI/AAAAAAAAAek/CwcM5oUiz5c/s1600-h/porn7.JPG" target="_blank"&gt;http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__ZytuuZI/AAAAAAAAAek/CwcM5oUiz5c/s1600-h/porn7.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__aCtuubI/AAAAAAAAAe0/-bwrxjXyZd4/s1600-h/porn8.JPG" target="_blank"&gt;http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__aCtuubI/AAAAAAAAAe0/-bwrxjXyZd4/s1600-h/porn8.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__aStuucI/AAAAAAAAAe8/gSrxgkB5V5I/s1600-h/porn9.JPG" target="_blank"&gt;http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg__aStuucI/AAAAAAAAAe8/gSrxgkB5V5I/s1600-h/porn9.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zCtuuTI/AAAAAAAAAd0/ZKEE8l2PCM0/s1600-h/5.jpg" target="_blank"&gt;http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zCtuuTI/AAAAAAAAAd0/ZKEE8l2PCM0/s1600-h/5.jpg&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zStuuUI/AAAAAAAAAd8/S7ksqc2QBaM/s1600-h/porn.JPG" target="_blank"&gt;http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zStuuUI/AAAAAAAAAd8/S7ksqc2QBaM/s1600-h/porn.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zituuVI/AAAAAAAAAeE/5-BlESGFhdw/s1600-h/porn2.JPG" target="_blank"&gt;http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zituuVI/AAAAAAAAAeE/5-BlESGFhdw/s1600-h/porn2.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zituuWI/AAAAAAAAAeM/Z2JWwXEK3vw/s1600-h/porn3.JPG" target="_blank"&gt;http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zituuWI/AAAAAAAAAeM/Z2JWwXEK3vw/s1600-h/porn3.JPG&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zytuuXI/AAAAAAAAAeU/D2taBSpLOuw/s1600-h/porn4.JPG" target="_blank"&gt;http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/Rg_-zytuuXI/AAAAAAAAAeU/D2taBSpLOuw/s1600-h/porn4.JPG&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-6727731169468108624?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/6727731169468108624/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=6727731169468108624&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/6727731169468108624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/6727731169468108624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/03/pornografia-como-teoria-esturpo-como.html' title='PORNOGRAFIA COMO TEORIA ESTUPRO COMO PRÁTICA'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RghZ7paKL-I/AAAAAAAAAcY/orcU5KKMyCI/s72-c/burnbarbie.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-5822802066679832510</id><published>2007-03-26T11:12:00.000-05:00</published><updated>2007-03-26T11:21:08.301-05:00</updated><title type='text'>Trecho de O Feminismo: abordagem histórica</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;O Feminismo: uma abordagem histórica – Andrée Michel&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Cap 6 - MOVIMENTOS FEMINISTAS&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;E A CONSDIÇÃO DAS MULHERES NO SÉCULO XX&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;_______________________________________________________&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = w /&gt;&lt;w:wrap side="right" type="tight"&gt;&lt;o:lock aspectratio="t" ext="edit"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = v /&gt;&lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;&lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;&lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;&lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;&lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;&lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;&lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;&lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;&lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;&lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;&lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;&lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;&lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;&lt;v:path connecttype="rect" gradientshapeok="t" extrusionok="f"&gt;&lt;o:lock aspectratio="t" ext="edit"&gt;&lt;v:fill detectmouseclick="t"&gt;&lt;v:path connecttype="none" extrusionok="t"&gt;&lt;o:lock ext="edit" text="t"&gt;&lt;w:wrap side="right" type="none"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;w:wrap side="right" type="tight"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;No começo do século XX, inúmeros temas desenvolvidos desde a Idade Média, implantaram-se na consciência feminista ocidental: &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;- A idéia, expressa na França no século XIV (Christine de Pisan) e na Inglaterra nos séculos XVII (Marie Astell) e XVII (Mary Woolstonecraft), de que as diferenças entre homens e mulheres&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;provém&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;não da natureza, mas da educação diferente concedida aos dois sexos, e de que o acesso às meninas à instrução deve prepará-las para assumir todos os papeia proibidos pela sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;- O protesto contra a “morte civil” da mulher na família e sua exclusão das funções econômicas e políticas no século XVI na França (Loise Gabbé e Marie de Gournay), no século XVII na Holanda com Anna Marie Van Schurman e na Inglaterra com a duquesa de Newcastle, no século XVIII na França, antes e durante a Revolução, pelas mulheres das classes abastadas dos meios populares e no século XIX pela maioria das feministas do Ocidente.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;- A recusa da dupla moral sexual no século XVII pelas inglesas (Mary Tattle&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;e Joan Hit-Him-Home) e no século XIX pelas saint-simonianas e pelas feministas do ICW (Internacional Council of Women)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;- A idéia da inglesa Anna Wheeler e da norte-americana Margaret Fuller de que a libertação das mulheres só podia ser realizada pelas próprias mulheres.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;- O direito da mulher ao prazer fora do casamento, reivindicando no século XIX por Clarie Demar e pelas saint-simonianas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;- A idéias das francesas do começo do século XIX (Flora Tristan, Jeanne Deroin e suas amigas) segundo a qual a libertação das mulheres é inseparável da libertação de todos os&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;trabalhadores. 67&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;- A ligação estabelecida nas Associações filantrópicas e religiosas no começo do século XIX e nas associações feministas do final do século XIX entre as lutas em prol das mulheres e as lutas pela paz.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;- A crença das mulheres revolucionárias enunciadas por André Leo (em 1870) de que o &lt;b&gt;fracasso da democracia existe “porque os democratas nunca levaram em consideração as mulheres.” &lt;/b&gt;(grifo meu)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;- A necessidade das mulheres ampliarem suas lutas e nelas incluírem as necessidades de toda sociedade, idéia formulada por Jane Addams e pelas feministas do ICW.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman';font-size:12;"&gt;Essas idéias articularam-se com práticas inovadoras, resistências e revoltas de inúmeras rainhas, princesas, burguesas plebéias, camponesas, operárias, escritoras, artistas, cientistas que, através dos séculos, superaram graças a uma excepcional tenacidade, as temíveis barreiras , colocadas a seu sexo para impor-se na vida política, econômica, militar, religiosas, artística ou científica. Um silêncio total cerca essa história das mulheres em que práticas inovadoras às vezes precediam, às vezes seguiam as idéias expressas. Essa continua sendo a regra das lutas das feministas no Ocidente do começo do século XX até os dias atuais. Ainda hoje, quando o silêncio é quebrado pela grande imprensa, seja de direita ou esquerda, pelos meios de comunicação de massa, as feministas freqûentemente só têm direito a injúrias ou a uma caricatura grosseira de suas idéias e práticas. Ou então hipócritas advertências, feitas por pretensos feministas, mascaram mal o desprezo às mulheres e o secreto desejo de mantê-las submissas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/w:wrap&gt;&lt;/w:wrap&gt;&lt;/o:lock&gt;&lt;/v:path&gt;&lt;/v:fill&gt;&lt;/o:lock&gt;&lt;/v:path&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:stroke&gt;&lt;/o:lock&gt;&lt;/w:wrap&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-5822802066679832510?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/5822802066679832510/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=5822802066679832510&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5822802066679832510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5822802066679832510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/03/trecho-de-o-feminismo-abordagem.html' title='Trecho de O Feminismo: abordagem histórica'/><author><name>smelly cat</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16117018724328789364</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-5465912332319617926</id><published>2007-03-24T11:09:00.000-05:00</published><updated>2007-03-24T11:36:30.806-05:00</updated><title type='text'>Say no to the Intercourse</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;´quando me relaciono com um cara agora , não sei quem ele é. Nunca sei, pode ser qualquer coisa. Isso é horrível...´ anonimo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgVOgZaKL7I/AAAAAAAAAcA/R4Z96ztfo34/s1600-h/0Schiele.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045525276021895090" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgVOgZaKL7I/AAAAAAAAAcA/R4Z96ztfo34/s200/0Schiele.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O intercourse é a própria repressão sexual quando, instaurada como norma, impede a realização das mulheres que negam a hegemonia do falo patriarcal... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;eu pessoalmente curto penetração e acho que o aparelho genital é muito eficiente no coito intercursivo...o intercurso poderia ser experimentado como o máximo do prazer e da realização, a comunhão carnal de dois seres humanos, a estimulação recíproca e cúmulo da intimidade partilhada...mas o Patriarcado novamente estraga tudo. O pênis virou a própria incorporação da dominação. Os gestos sensuais foram impregnados da merda sadofetichista, a erotização da violência. O status quo do Falo leva a uma asfixia sexual insustentável. Na mulher se manifesta no luto da libido. Nos homens, a `impotência` (ou seja, vc não é potente, o que deveria ser: exercer o poder). O Falo é tão hegemônico que a mulher se tornou A Castrada. E essa suposta castração seria muito ampla, envolvendo aspectos diversos de sua vida. A mulher é uma impotente social, marginalizada da civilidade, por não possuir um falo. Só quem pode estuprar pode se impor e pode viver com alguma dignidade nessa selva dos animais Homens. O Homem que Tem, a mulher Não tem. Não tem o status homano. Não pode estuprar, não pode destruir, não pode matar, não pode aterrorizar. Emfim, ela não é um Homem. É uma mulher. Um homem amputado. Assim se a&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgVOIZaKL5I/AAAAAAAAAbw/uX9s1PIoypk/s1600-h/balthus3.jpg"&gt;&lt;/a&gt;mputou a mulher. Assim se calou. Mas seu silêncio pode ser muito mais do que resignação. Seu silêncio é o luto. Porque protesta contra a força da morte. Resguarda a memória da Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo o falo a própria representação do Horror desse mundo de Homens, o intercurso como castigo e veículo de dominação, o intercurso apropriado como arma política, falo como recurso bélico, a repressão sexual que corrói as mulheres é evidente: não há satisfação possível quando o intercurso só pode representar dor, desconforto, vergonha, humilhação, culpa, medo, desonra, indignidade. As mulheres heterossexuadas nessa dinâmica cultural da falonorma não estarão em pé de igualdade no desfruto do prazer no coito com um Homem...que é justamente seu inimigo. Ou parte exército do Inimigo. Ou é inimigo em si, ou é uma bucha de canhão da Falocracia. Nunca terá plena satisfação enquanto sexo significar um pertence do inimigo concedido ou forçado. O Prazer é dos homens, o prazer é emprestado. O prazer não é da mulher, o gozo é estimulação do homem. Quem come é o homem, a mulher ´dá´.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgVOIpaKL6I/AAAAAAAAAb4/-XsfugNPEKE/s1600-h/nana.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045524868000001954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgVOIpaKL6I/AAAAAAAAAb4/-XsfugNPEKE/s200/nana.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; núcleo de resistência vem sendo o não-intercurso. No caso, a lesbianidade. A relação HOMO, &lt;em&gt;homo= igual&lt;/em&gt;, uma relação entre iguais, com principio de igualdade, condições corpóreas e sociais iguais, o amor para a união, força e apoio. A lesbianidade vem sendo uma estratégia política fundamental dentro do feminismo pra derrubar a força do Falo e curar as chagas da opressão em nossos corpos. Um espaço onde o Homem não entra, não pertence, Não existe. Um espaço livre das hierarquias, um campo experimental de revolução e de construção de um novo mundo para nós mulheres. Um espaço onde o feminino é regra, estética, filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim retomamos o prazer para nós, porque sem exercicio da sexualidade, a insatisfação, serve pra direcionar a libido pro Capital e nos tornar morimbundos e obedientes. Assim a negação do prazer da mulher vem agindo, mas estamos assaltando o que é nosso. E em pleno gozo de liberdade e volúpia da revolução, derrotaremos o câncer do Patriarcado no corpo da Mãe Terra.&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-5465912332319617926?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/5465912332319617926/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=5465912332319617926&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5465912332319617926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5465912332319617926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/03/o-intercourse-prpria-represso-sexual.html' title='Say no to the Intercourse'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgVOgZaKL7I/AAAAAAAAAcA/R4Z96ztfo34/s72-c/0Schiele.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-5303764072880391941</id><published>2007-03-23T16:26:00.000-05:00</published><updated>2007-05-08T21:27:26.320-05:00</updated><title type='text'>SEXO E REVOLUÇÃO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRi75aKL2I/AAAAAAAAAbY/LYgYd0CXzDQ/s1600-h/stone2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045266263724142434" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRi75aKL2I/AAAAAAAAAbY/LYgYd0CXzDQ/s400/stone2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(109, 5, 173);font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;No dia 1° de novembro de 1968, na Argentina, durante a ditadura militar&lt;br /&gt;anterior (1966-1973), em uma casa de imigrantes do subúrbio de Buenos&lt;br /&gt;Aires, um grupo de homossexuais trabalhadores e de classe média baixa,&lt;br /&gt;em sua maioria oriundos do movimento sindical , liderados por um&lt;br /&gt;comunista expulso do partido por ser homossexual, formam Nuestro Mundo, o&lt;br /&gt;primeiro grupo homossexual sexopolítico da América Latina, que trabalha na&lt;br /&gt;clandestinidade. Em agosto de 1971, Nuestro Mundo aproxima-se de&lt;br /&gt;intelectuais de classe média e, mantendo a sua autonomia, é fundada a Frente&lt;br /&gt;de Liberación homosexual (FLH).&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:blue;"   &gt;Em 1972, é derrubada a ditadura na Argentina e é o momento do apogeu e&lt;br /&gt;esplendor da FLH, que edita o seu primeiro boletim. Participam da&lt;br /&gt;Frente 10 grupos autônomos, incluindo vários de cidades do interior da&lt;br /&gt;Argentina. São eles: Nuestro Mundo (sindicalistas), Safo (lésbicas), Eros&lt;br /&gt;(universitários), Bandera Negra (anarquistas), Emanuelle, bem como&lt;br /&gt;profissionais liberais e católicos (QUÊ???????) homossexuais argentinos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:Verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 1973, com o retorno da democracia na Argentina, é publicado e&lt;br /&gt;difundido o texto Sexo y Revolución, provocando um grande debate nos grupos&lt;br /&gt;homossexuais e na esquerda. Também é publicado Somos, publicação oficial&lt;br /&gt;da FLH, e primeira revista homossexual da América Latina. Dela chegam a&lt;br /&gt;ser produzidas oito edições,a última publicada em janeiro de 1976, dois&lt;br /&gt;meses antes do golpe de Estado e da nova ditadura militar (1976-1983).&lt;br /&gt;A partir de então, a ditadura seqüestra, desaparece e assassina&lt;br /&gt;milhares de argentinos, entre eles os militantes homossexuais; aniquilando&lt;br /&gt;toda possibilidade de continuidade do movimento.&lt;br /&gt;Devemos começar perguntando quais fatores inerentes ao ser humano -&lt;br /&gt;como espécie - criam, mantém e perpetuam a origem da dominação. Porque, se&lt;br /&gt;não tivermos claros esses fatores, nos seria impossível explicar porque&lt;br /&gt;os seres humanos aceitam e, muitas vezes, defendem a opressão a que são&lt;br /&gt;submetidos, que os priva da saúde física e até da sua liberdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:teal;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRhs5aKLuI/AAAAAAAAAaY/rA1D78HSkSE/s1600-h/20030803-beijo-01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045264906514476770" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRhs5aKLuI/AAAAAAAAAaY/rA1D78HSkSE/s200/20030803-beijo-01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sendo característica do sistema de produção capitalista a produção para&lt;br /&gt;o benefício de uma classe dominante, é interesse desta classe o&lt;br /&gt;estabelecimento lapidar da dominação sobre o resto dos seres humanos. Deste&lt;br /&gt;modo, os indivíduos são moldados para serem dominados e/ou para dominar,&lt;br /&gt;e isto se realiza através de mecanismos psicológicos específicos&lt;br /&gt;poderosos; mecanismos que por fim, acabam sustentando e perpetuando essa&lt;br /&gt;ordem de dominação. O importante é então, discernir os vínculos existentes&lt;br /&gt;entre a estrutura da exploração (extração de mais-valia) e a ideologia&lt;br /&gt;cotidiana que envolve cada um desses atos individuais, por mínimos que&lt;br /&gt;sejam. O propósito, o sentido e o eixo do sistema de exploração é&lt;br /&gt;assegurar a exploração da força de trabalho em benefício de uma classe.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:green;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todos os atos de todos os indivíduos estão dirigidos rumo a esse fim&lt;br /&gt;supremo. Nenhuma área de comportamento individual pode escapar a esta&lt;br /&gt;supradeterminação, caso contrário, o indivíduo seria livre para questionar o&lt;br /&gt;sistema de dominação. É por isso que todos os atos privados e todos os&lt;br /&gt;ator coletivos acabam por serem ator que cumprem uma função política.&lt;br /&gt;Todo ser humano enfrenta, a partir de seu nascimento, um primeiro&lt;br /&gt;grupo: a família. O que significa família? Para um ser como o humano, cujo&lt;br /&gt;período de aprendizagem é o mais longo na escala biológica, faz-se&lt;br /&gt;necessária uma agência social especificamente encarregada de orientá-lo,&lt;br /&gt;ajudá-lo e mantê-lo nesse processo. Isto significa que a família é uma&lt;br /&gt;fábrica de seres humanos sociais. Ora bem, na medida em que um grupo&lt;br /&gt;social alicerçado na exploração necessita de pessoas pré-adaptadas para&lt;br /&gt;entrar no processo de produção alienada, a família, mantenedora, deve&lt;br /&gt;converter-se em uma agência deformadora. Trata-se de uma micro-sociedade que&lt;br /&gt;reproduz em amálgama o sistema que a nutre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRhs5aKLwI/AAAAAAAAAao/fWa2bMvUI84/s1600-h/1154624077_f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045264906514476802" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRhs5aKLwI/AAAAAAAAAao/fWa2bMvUI84/s200/1154624077_f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);font-family:Verdana;" &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 51);font-size:85%;" &gt;A velha afirmação de que "A família é a base da sociedade" adquire plena validade, uma vez que reproduz todas as suas características, visto que é agência de produção detses seres humanos condicionados ao sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma família-pradão há um detentor do poder, o macho, na medida em&lt;br /&gt;que manipula o poder econômico na família, o poder político na sociedade,&lt;br /&gt;manipula por direito próprio o sistema de relações sociais. O objeto de&lt;br /&gt;sua dominação é, em primeiro lugar, a mulher, e em segundo lugar, os&lt;br /&gt;filhos, que são o produto-mercadoria da fábrica familiar. A finalidade da&lt;br /&gt;família é produzir seres humanos que substituam os seus progenitores em&lt;br /&gt;suas tarefas, inculcando-lhes antes os mecanismos de dominação para que&lt;br /&gt;as realizem sem protesto. Desta maneira se verifica e assegura neste&lt;br /&gt;nível, do mesmo modo que nas outras escalas da vida social, a dicotomia&lt;br /&gt;opressores/oprimidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:red;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta dominação não é só uma questão teórica abstrata, mas que, como já&lt;br /&gt;dissemos, orienta todos os atos cotidianos. Revela-se essencialmente no&lt;br /&gt;poder sexual do macho sobre a fêmea no coito. O coito torna-se uma&lt;br /&gt;instituição estruturada culturalmente para a satisfação do varão, que detém&lt;br /&gt;toda a iniciativa, e que possui o direito legítimo de gozar. Esta&lt;br /&gt;dominação no coito é em última instância, no terreno ideológico, a&lt;br /&gt;manifestação objetiva da dominação da mulher pelo varão na vida cotidiana. Deste&lt;br /&gt;modo a mulher torna-se um objeto de prazer e de reprodução. É&lt;br /&gt;necessário destacar que o sistema lhe impõe a obrigação de realizar as tarefas&lt;br /&gt;domésticas sem dar-lhe o direito a nenhuma remuneração, o que desmascara&lt;br /&gt;a sua verdadeira condição: a escravidão doméstica. A inserção das&lt;br /&gt;mulheres no aparato produtivo minou, relativamente, a autoridade do macho e&lt;br /&gt;inspirou exigências às mulheres. Contudo, as conquistas alcançadas&lt;br /&gt;pelas mulheres não conseguiram alterar - até o momento - a essência do&lt;br /&gt;sistema de dominação machista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRhs5aKLvI/AAAAAAAAAag/rN4wF0Oqbhs/s1600-h/not01111.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045264906514476786" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRhs5aKLvI/AAAAAAAAAag/rN4wF0Oqbhs/s200/not01111.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 102);font-family:Verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De fato, os varões seguem manipulando as&lt;br /&gt;engrenagens básicas do processo de produção, e continuam desempenhando o papel de Protagonista no sexo. O núcleo de opressão da mulher, segue assim intacto.&lt;br /&gt;Esta dupla dominação, na qual a nova igualdade é um blefe, se reproduz, tem filhos, e se forma para isto. Os filhos são os objetos da dominação paternal. O pai que controla o dinheiro, possui concomitantemente o poder de emitir ordens inapeláveis, abonado pela ideologia falaciosa de que o filho é um incapaz crônico, sem poder, nem direito de escolher seus&lt;br /&gt;atos. É um objeto de possessão de seus pais, situação sancionada pelo conceito jurídico de pátrio poder. A sexualidade infantil é negada pela ideologia do sistema; na medida em que, sem dúvida ela existe objetivamente, esta negação funciona na prática como uma mutilação. Com é&lt;br /&gt;realmente a sexualidade infantil? A sexualidade infantil mostra a variedade de impulsos e diversidade de objetos que formam a libido humana, e neste sentido, é a face mais autêntica da vida. A realidade é que na sexualidade, na multiplicidade, na riqueza de suas potencialidades, está o&lt;br /&gt;primeiro vislumbre de liberdade que encontramos na natureza. E é este enorme caudal de energia potencial da libido que deve ser desviado em direção a meta social do trabalho alienado. A castração da sexualidade tem como objetivo introduzir a dominação característica do sistema na própria&lt;br /&gt;mente, em sua intimidade, a fim de "amolecer" o ser humano em terreno fértil para a ideologia do sistema. Um ser humano que permita que seus impulsos sexuais sejam objeto de dominação está preparado para adotar, sem estranheza, o papel de dominador e/ou dominado. No sistema de&lt;br /&gt;castas, os varões são educados na dominação, e as mulheres na submissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 153);font-family:Verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O indivíduo internaliza os mesmos papéis que encontra na família: será o&lt;br /&gt;pai opressor se é macho, ou a mãe submissa se é fêmea. A figura&lt;br /&gt;autoritária é reproduzida portanto na figura da polícia, do patrão, do Estado,&lt;br /&gt;mantenedoras do sistema frente as quais os indivíduos se inclinarão como&lt;br /&gt;frente ao pai. Sendo assim, o esquema de dominação é transmitido&lt;br /&gt;fielmente ao indivíduo através da família. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRiT5aKL0I/AAAAAAAAAbI/-KQqiefEKWo/s1600-h/parada_gay.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045265576529375042" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRiT5aKL0I/AAAAAAAAAbI/-KQqiefEKWo/s200/parada_gay.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A dominação da libido culmina com sua redução a determinadas partes do corpo, os genitais. Na realidade, todo o corpo é capaz de aportar o gozo sexual, mas a sociedade de dominação necessita da maior quantidade de zonas do corpo possíveis para agregá-las ao trabalho. A genitalização está destinada a tirar do corpo sua função de reprodutor de prazer para convertê-lo em instrumento de produção alienada, deixando a sexualidade só o indispensável para reprodução. É por isso que o sistema condena com especial severidade todas as formas de atividade sexual que não sejam a introdução do pênis na vagina, chamando-as "perversões", desvios patológicos etc. Para agrilhoar o ser humano ao trabalho alienado é necessário mutilá-lo reduzindo sua sexualidade ao genitais. Devemos lembrar&lt;br /&gt;que estes processos se dão dentro de um universo socioeconômico específico caracterizado pela exploração. As classes dominantes realizam um manejo muito particular de um processo universal inerente ao ser humano como espécie: a livre disposição da energia sexual e seus fins.&lt;br /&gt;Este esquema sexual perdeu sua rigidez característica do século 19, e isto não é casual. Na medida em que o capitalismo se desgasta, à custa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 153);font-family:Verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;de suas próprias contradições internas, revelam-se suas bases da miséria econômica e sexual. Mas, na medida em que as necessidades de liberdade&lt;br /&gt;não estão integradas a uma proposição revolucionárias explícita, é o mesmo sistema único que lhes dá respostas, mantendo as mesmas bases da opressão sexual mas oferecendo satisfações ilusórias ou substitutivas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 255);font-family:Verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim, por exemplo, como resposta a estas exigências, o sistema produz e&lt;br /&gt;encampa uma florescente indústria pornográfica, que transforma o&lt;br /&gt;sujeito em espectador de suas próprias fantasias sexuais, em lugar de&lt;br /&gt;converter-se em feliz ator das fantasias. A quem beneficia a preservação das&lt;br /&gt;pautas morais tradicionais? As classes dominantes,as que asseguram assim&lt;br /&gt;que os indivíduos submetidos a seu império sofrerão um processo de&lt;br /&gt;socialização ("a educação") destinado a proporcionar-lhes, de forma&lt;br /&gt;contínua, empregados dóceis.&lt;br /&gt;Mas esta não é totalidade do sistema de opressão machista. Aqueles&lt;br /&gt;indivíduos que não cumprem o papel sexual estabelecido, os homossexuais,&lt;br /&gt;são tidos como grande perigo por este sistema, na medida em que não só o&lt;br /&gt;desafiam, mas que também desmentem suas pretensões de identificarem-se&lt;br /&gt;com a ordem da Natureza. A dessexualização do corpo humano é obra da&lt;br /&gt;cultura. No caso do varão, ela interdita o coito anal passivo, a&lt;br /&gt;utilização do ânus como zona sexual, apesar do fato dele estar rodeado de&lt;br /&gt;terminações nervosas eróticas. Também são um grande tabu os mamilos&lt;br /&gt;masculinos, apesar de ser área herógena, apenas por sua semelhança com a&lt;br /&gt;anatomia feminina. Para isso é necessário importar categorias teológicas à&lt;br /&gt;sexualidade humana, e é neste intento que devemos ver a enfermidade da&lt;br /&gt;cultura. Se o sexo tem alguma função, é a de unir os seres humanos em &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRiTpaKLzI/AAAAAAAAAbA/hRwS2vPvCQM/s1600-h/18243651_3d301877be.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045265572234407730" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRiTpaKLzI/AAAAAAAAAbA/hRwS2vPvCQM/s200/18243651_3d301877be.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;formas constantemente renovadas e criativas. O contrário significa reduzir o sexo em uma só de suas possibilidades: a reprodução. É por isso que a cultura machista necessita qualificar os homossexuais de "degenerados", "doentes", "anormais", e "delinqüentes". Na realidade, os homossexuais reivindicam as possibilidades plásticas inerentes à libido humana, que o sistema de dominação sexista insiste em mutilar. E o processo de socialização alienada que introduz a separação entre o bom e o mal, a culpa e a consciência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 255);font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:blue;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta divisão desigual de poder sexual em favor dos&lt;br /&gt;varões heterossexuais se reflete em uma poderosa ideologia: aqueles que&lt;br /&gt;violam suas leis - algumas escritas, outras não, mas totalmente efetivas&lt;br /&gt;e vigentes - recebem não só uma sanção moral que seria a culpa, como&lt;br /&gt;também são penalizados pelo aparato do Estado.&lt;br /&gt;Os homossexuais são emissários da repressão sexual, sobre os quais&lt;br /&gt;recaem os castigos mais severos e imediatos. A Frente de Liberación&lt;br /&gt;Homosexual considera que é chegado o momento de propor e começar a realizar&lt;br /&gt;uma revolução que, simultaneamente com as bases econômicas e políticas do&lt;br /&gt;sistema, liquide suas bases ideológicas sexistas, tendo em conta que,&lt;br /&gt;do contrário, o sistema de opressão se reproduzirá automaticamente&lt;br /&gt;depois de um processo revolucionário que só altere as esferas políticas e&lt;br /&gt;econômicas. Nosso movimento surge como uma organização de homossexuais,&lt;br /&gt;de ambos os sexos, que não estão dispostos a seguir suportando uma&lt;br /&gt;situação de marginalização e perseguição pelo simples fato de exercer uma&lt;br /&gt;das formas de sexualidade. Como temos pretendido demonstrar, esta&lt;br /&gt;perseguição tem uma raiz claramente política. O sexo é uma questão política. E&lt;br /&gt;nesta, medida,a liberação que postulamos não pode ter lugar dentro de&lt;br /&gt;um sistema econômico de dominação, tal como é o capitalismo dependente&lt;br /&gt;argentino. Mas, partindo de nossa própria marginalização, questionamos a&lt;br /&gt;partir dela, a sociedade sexista, e chegamos a um questionamento global&lt;br /&gt;da sociedade. Os homossexuais são um setor do povo que sofre uma forma&lt;br /&gt;de repressão discriminada e específica, originada nos interesses mesmos&lt;br /&gt;do sistema, e internalizada pela maioria da população, inclusive por&lt;br /&gt;alguns setores que se pretendem revolucionários.&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRiT5aKL1I/AAAAAAAAAbQ/2MxHhSuOYdg/s1600-h/ny-gay2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045265576529375058" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRiT5aKL1I/AAAAAAAAAbQ/2MxHhSuOYdg/s200/ny-gay2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:blue;"   &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 153);font-family:Verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste sentido, permanecem intactas muitas formas de preconceito&lt;br /&gt;anti-homossexual (homofobia), disfarçados, por vezes de críticas políticas.&lt;br /&gt;Por exemplo, se coloca o título de objeção que a homossexualidade é&lt;br /&gt;produto do capitalismo decadente. Sem dúvida, sociedades que não eram capitalistas nem decadentes, como a Inca o praticavam e o louvavam. Temos visto além disso, que a libido humana original não despreza nenhuma das suas possibilidades. Por detrás desta colocação se esconde a incapacidade de formular uma ordem nova, uma cotidianidade verdadeiramente revolucionária.&lt;br /&gt;Outra objeção é que a FLH é um movimento sectário, na medida em que não&lt;br /&gt;se integra aos movimentos de liberação política. A razão é muito&lt;br /&gt;simples:a nós, como a todos os marginalizados, não iremos defender nada,&lt;br /&gt;salvo a nós mesmos. Na verdade, o argumento é uma falácia: de fato aqueles&lt;br /&gt;que nos marginalizam são eles. Algumas colocações tendem a considerar&lt;br /&gt;como contraditório o fato de que, enquanto postulamos a liberação&lt;br /&gt;sexual, nos organizemos como um grupo de homossexuais. Fazê-lo de outro modo&lt;br /&gt;significa dissolver nossa opressão específica, esquecendo que sobre nós&lt;br /&gt;pesa uma condenação explícita. Os oprimidos especificamente pelo&lt;br /&gt;sexismo do seio da sociedade capitalista somos nós, os homossexuais e as&lt;br /&gt;mulheres, e os varões heterossexuais adquirem objetivamente, socialmente&lt;br /&gt;falando, o caráter de grupo opressor. Sendo assim, este caráter de&lt;br /&gt;opressores não é eleito livremente por eles, mas lhe é culturalmente importo&lt;br /&gt;pela sociedade de dominação. Existe uma evidente defasagem entre a&lt;br /&gt;política como atividade externa, social, e a política como atividade&lt;br /&gt;privada, individual, interna. A ideologia não é só uma superestrutura&lt;br /&gt;intelectual montada sobre as bases afetivas do ser humano, estas bases estão&lt;br /&gt;estruturadas em um sentido político, a partir do berço, pela sociedade&lt;br /&gt;em que o indivíduo nasce.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 51);font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;A política é algo que se exerce em todos os&lt;br /&gt;movimentos da vida cotidiana e que transparece em todas as escolhas, por&lt;br /&gt;ínfimas que sejam.&lt;br /&gt;Também por isso o questionamento revolucionário da sociedade de&lt;br /&gt;dominação deve estender-se a todas a suas esferas de atividades. Um práxis&lt;br /&gt;revolucionária que não coloque em juízo de valor a moral burguesa, está&lt;br /&gt;aceitando-a objetivamente e perpetua por um lado o que pretende destruir&lt;br /&gt;pelo outro.A desintegração da vida privada e a ação política&lt;br /&gt;possibilita, além do mais, que muitas pessoas, depois de longos períodos de&lt;br /&gt;militância, sejam recapturadas pela burguesia através da formação de uma&lt;br /&gt;família, da construção de um "lar" e da criação dos filhos. A FLH é uma&lt;br /&gt;organização não verticalista nem centralista de homossexuais - e na qual&lt;br /&gt;também podem participar heterossexuais que renunciem seus privilégios -&lt;br /&gt;que se empenha na tarefa de integrar as reivindicações específicas do &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRiTZaKLyI/AAAAAAAAAa4/4ChlQ_SfXQk/s1600-h/393px-2004-GayPrideBrazil-45409.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045265567939440418" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRiTZaKLyI/AAAAAAAAAa4/4ChlQ_SfXQk/s200/393px-2004-GayPrideBrazil-45409.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;setor homossexual ao processo revolucionário global. É um movimento&lt;br /&gt;anti-capitalista, anti-imperalista e anti-autoritário, cuja contribuição&lt;br /&gt;pretende ser o resgate para a liberação de uma das áreas através das&lt;br /&gt;quais são possibilitadas e sustentadas a dominação da mulher e do homem&lt;br /&gt;pelo homem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-family:Verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estamos conscientes que o sistema maneja amplos setores do povo&lt;br /&gt;valendo-se da moral, ou seja, de mentiras interessadas. Estamos conscientes de&lt;br /&gt;que o povo abandonará seus preconceitos, que constituem uma trava&lt;br /&gt;concreta para o desenvolvimento revolucionário, na medida que nós, os&lt;br /&gt;homossexuais, tomemos parte ativa e militante de uma luta que também é nossa.&lt;br /&gt;Chamamos aos homossexuais, às mulheres, aos verdadeiros revolucionários&lt;br /&gt;a realizar o esforço que supões questionar as pautas originais do&lt;br /&gt;sistema de exploração, a fim de que recuperemos a nós mesmos como atores&lt;br /&gt;eficientes de uma revolução sem retrocesso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;b&gt;Enrique Asis&lt;/b&gt;, participante da Frente de Liberación Homosexual (Argentina), foi escrito entre 1973 e 1974.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;em&gt;"Tome partido. Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"   &gt;&lt;em&gt;Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado."&lt;br /&gt;Elie Wiesel&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38401484-5303764072880391941?l=hysterocracya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://hysterocracya.blogspot.com/feeds/5303764072880391941/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38401484&amp;postID=5303764072880391941&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5303764072880391941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38401484/posts/default/5303764072880391941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://hysterocracya.blogspot.com/2007/03/sexo-e-revoluo_23.html' title='SEXO E REVOLUÇÃO'/><author><name>Patriarkill ♀</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11887354474319378804</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://www.anarcha.org/pix/prop/women_free.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRi75aKL2I/AAAAAAAAAbY/LYgYd0CXzDQ/s72-c/stone2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38401484.post-6554076914625722830</id><published>2007-03-23T14:30:00.000-05:00</published><updated>2007-03-24T11:18:29.355-05:00</updated><title type='text'>porno-facismo: a pornografia como educação para a guerra</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRAVJaKLoI/AAAAAAAAAZo/sENftd5yhZA/s1600-h/_41982860_get416peta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045228214608866946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 281px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px; TEXT-ALIGN: center" height="136" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRAVJaKLoI/AAAAAAAAAZo/sENftd5yhZA/s200/_41982860_get416peta.jpg" width="281" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;***CENAS CHOCANTES*** &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ7GZaKLhI/AAAAAAAAAYw/901bQVBHSTI/s1600-h/abuse_rape4.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045222463647657490" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="126" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ7GZaKLhI/AAAAAAAAAYw/901bQVBHSTI/s200/abuse_rape4.jpg" width="167" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRBMZaKLpI/AAAAAAAAAZw/SORAZwxyL9Q/s1600-h/bush-face.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045229163796639378" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRBMZaKLpI/AAAAAAAAAZw/SORAZwxyL9Q/s200/bush-face.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Fotos dos abusos estadunidenses no iraque, primeiras exposições são fotos de estupros.&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt; &lt;a href="http://www.universalfriends.org/prisoners_abuses_Iraq2.htm"&gt;Clique aqui para ver.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;conversa minha no msn:&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;y diz:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;aquele link que você passou dos soldados estuprando as iraquianas&lt;br /&gt;tiraram fotos... eles &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;não&lt;/span&gt; estavam estuprando ali entre eles&lt;br /&gt;mas para a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;câmera&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;relação&lt;/span&gt; eu estou com o cara ou com uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;câmera&lt;/span&gt; na minha cabeça&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;x diz:&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;sei &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;lá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;é o modelo da pornografia&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;u&gt;y diz:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;mas o q quero &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;dizer&lt;/span&gt; é que tipo há sempre um terceiro participante&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;u&gt;x diz:&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;no capitalismo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;você&lt;/span&gt; vira expectador das suas fantasias (se eh q &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;aquilo&lt;/span&gt; pode ser chamado de fantasia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ7GpaKLiI/AAAAAAAAAY4/HERL-9zpnjo/s1600-h/7902135-2.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045222467942624802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ7GpaKLiI/AAAAAAAAAY4/HERL-9zpnjo/s200/7902135-2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;u&gt;y diz:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;um olho aí&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;x diz:&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;só&lt;/span&gt; o terceiro significa&lt;br /&gt;a coisa&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;só&lt;/span&gt; o outro ...nesse caso nem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;dá&lt;/span&gt; pra chamar de outro&lt;br /&gt;como conseguiu olhar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;aquelas&lt;/span&gt; fotos? aquilo me faz um mal psicológico...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;y diz:&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;acho &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;tão&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;mecânico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;claro q &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;não&lt;/span&gt; para a mulher q estava ali&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;u&gt;x diz:&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;a pornografia esvaziou&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;sim mas pro cara&lt;br /&gt;nesse sistema &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;só&lt;/span&gt; subsiste se a coisa for tornada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;autômata&lt;/span&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRBMpaKLrI/AAAAAAAAAaA/ntJQAgMUGoI/s1600-h/bush_binoculars.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045229168091606706" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="135" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRBMpaKLrI/AAAAAAAAAaA/ntJQAgMUGoI/s200/bush_binoculars.jpg" width="160" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;tipo os caras matando os bichos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;abatedouros&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;os soldados na guerra&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;pra mim eh a mesma coisa, educam-nos pra guerra e começa pelo paladar, como a capa do album meat is murder do smiths, um soldado com o capacete escrito meat is murder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;y diz:&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRDspaKLtI/AAAAAAAAAaQ/KLgYs7TQAaI/s1600-h/2160.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045231916870676178" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="96" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRDspaKLtI/AAAAAAAAAaQ/KLgYs7TQAaI/s200/2160.jpg" width="166" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;eu iria ficar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;muito&lt;/span&gt; mais perturbado se eles fizessem aquilo sem ser para a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;câmera&lt;/span&gt;, sabe?&lt;br /&gt;ia ser real aí&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;x diz:&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;de fato, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;há&lt;/span&gt; uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;virtualização&lt;/span&gt; das vidas e das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;ações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;e das pessoas e principalmente do outro&lt;br /&gt;das relações&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ74paKLjI/AAAAAAAAAZA/q6G1DNZNcGk/s1600-h/abuse_rape5.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045223326936084018" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="115" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ74paKLjI/AAAAAAAAAZA/q6G1DNZNcGk/s200/abuse_rape5.jpg" width="138" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ74paKLjI/AAAAAAAAAZA/q6G1DNZNcGk/s1600-h/abuse_rape5.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;Sabe, no fundo eu sou um sentimental&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;Todos nós herdamos no sangue lusitano uma boa dose de lirismo&lt;br /&gt;Mesmo quando as minhas mãos estão ocupadas em torturar, esganar,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;trucidar&lt;br /&gt;Meu coração fecha aos olhos e sinceramente chora...''&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ74paKLjI/AAAAAAAAAZA/q6G1DNZNcGk/s1600-h/abuse_rape5.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;''Meu coração tem um sereno jeito&lt;br /&gt;E as minhas mãos o golpe duro e presto &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRDsZaKLsI/AAAAAAAAAaI/otP6UEQg_2k/s1600-h/iraq-soldierWithCat.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045231912575708866" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="147" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRDsZaKLsI/AAAAAAAAAaI/otP6UEQg_2k/s200/iraq-soldierWithCat.jpg" width="137" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De tal maneira que, depois de feito&lt;br /&gt;Desencontrado, eu mesmo me contesto &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se trago as mãos distantes do meu peito&lt;br /&gt;É que há distância entre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;intencão&lt;/span&gt; e gesto&lt;br /&gt;E se o meu coração nas mãos estreito&lt;br /&gt;Me assombra a súbita impressão de incesto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando me encontro no calor da luta &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ78paKLkI/AAAAAAAAAZI/GYpqJod0sjQ/s1600-h/abuse_rape7.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045223395655560770" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 151px; CURSOR: hand; HEIGHT: 119px" height="107" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ78paKLkI/AAAAAAAAAZI/GYpqJod0sjQ/s200/abuse_rape7.jpg" width="157" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ostento a aguda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;empunhadura&lt;/span&gt; à proa&lt;br /&gt;Mas o meu peito se desabotoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se a sentença se anuncia bruta&lt;br /&gt;Mais que depressa a mão cega executa&lt;br /&gt;Pois que senão o coração perdoa'' &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;(chico buarque)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/span&gt;...................................................................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ7F5aKLfI/AAAAAAAAAYg/FwTAn-FuZYo/s1600-h/abuse_rape2.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045222455057722866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="165" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ7F5aKLfI/AAAAAAAAAYg/FwTAn-FuZYo/s200/abuse_rape2.jpg" width="115" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Mas pra mim o mais curioso é que qualquer semelhança com a pornografia não é mera coincidência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda tem quem fale que pornografia não estimula o ódio contra a mulher, sua utilitaridade física, seu esvaziamento de significação, a legitimação da necessidade do estupro pelos homens [porque eles são uns animais famintos, é isso que a pornografia quer fazer pensar], a levianização do uso sexual de uma pessoa [se o cara usa uma impressão gráfica de uma mulher que foi usada na frente de uma lente, porque não usaria um modelo real?? aliás esse modelo real vira virtual, porque educados na virtualidade do outro, os homens não sabem mais ter empatia e perceber que o outro não é uma coisa, mas uma pessoa, nem tem referenciais de realidade e principalmente: a pornografia vem a ser a educação sexual que o garoto leva e referencial de sexualidade], a esvaziação do ato sexual em si, a instauração do império falocrático da relação monológica e unilateral, segura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitalismo só sobrevive graças a estrategia da alienação dos individuos, de sua separação no processo produtivo. Dividir para dominar. Estamos alienados dos processos totais de produção. Chega um bife na sua mesa como se fosse algo abstrato, não se sabe de onde veio. A guerra fica distante. Fica nos campos, na periferia, nos terceiros mundos, no iraque, na sala de produção de filmes pornográficos, nas fábricas, no silêncio da História. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ79ZaKLnI/AAAAAAAAAZg/MBS8Nw71hHc/s1600-h/abuse_rape8.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045223408540462706" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="84" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ79ZaKLnI/AAAAAAAAAZg/MBS8Nw71hHc/s200/abuse_rape8.jpg" width="109" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Logo o Capitalismo só subsiste se as pessoas NÃO se relacionarem. As relações humanas estão cada vez mais virtualizadas, cada vez mais pausterizadas, nossas sensibilidades estão cada vez mais brutalizadas, e nossa acuidade crítica restringida. Cada vez mais voltados para o nosso núcleo individualizante produtivo, células &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ79JaKLmI/AAAAAAAAAZY/-_MNqdRu1Y0/s1600-h/abuse_rape8.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045223404245495394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 147px; CURSOR: hand; HEIGHT: 89px" height="112" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ79JaKLmI/AAAAAAAAAZY/-_MNqdRu1Y0/s200/abuse_rape8.jpg" width="159" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;isoladas de uma grande máquina de morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerra só vem se tornando possivel graças a um treinamento militar fascista que TODOS sem exceção recebemos. Cada vez mais os campos de batalha são ascépticos, o soldado é um profissional num tanque de guerra, olhando pelo visor, o cenário mais lembra um video game. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ7GJaKLgI/AAAAAAAAAYo/suK4Ykzsp9U/s1600-h/abuse_rape3.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045222459352690178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="113" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ7GJaKLgI/AAAAAAAAAYo/suK4Ykzsp9U/s200/abuse_rape3.jpg" width="142" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;O piloto do caça, olhando as figuras pequenas lá embaixo, depois vemdo uma grande explosão, aquilo não chega a sua percepção. Aquilo não é real. Parece uma cena de filme holiwoodiano, parece um game de guerra. Só ele é pessoa. Só estadunidenses brancos são pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animais não são pessoas.&lt;br /&gt;Eu não tenho nada haver com isso.&lt;br /&gt;Esse é meu dever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu como a carne, como se isso não tivesse nada haver comigo. É o que tá aí. É o que é normal. A guerra é normal. Matar é normal. Estuprar eh normal. Pornografia é normal. Não sómente são normais, como tb é bom. É conveniente. Omissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano se torna abstrato, o que é sólido desmancha no ar, nada mais é real. Tudo é entretenimento. Pornografia é entretenimento. Estupro é entreternimento. Estupro é profissão. Estupro é guerra. Guerra é entretenimento, é estética, estupro é tática militar, pornografia é tática militar. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ785aKLlI/AAAAAAAAAZQ/p3832ueYQSo/s1600-h/abuse_rape6.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045223399950528082" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgQ785aKLlI/AAAAAAAAAZQ/p3832ueYQSo/s200/abuse_rape6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estupro para me afirmar. Os homens temem a vagina, que lembra a ameaça castradora de reengolfamento da vagina de sua mãe. Homens se fazem homens com a rotina da penetração compulsiva, porque precisam estar sempre enfrentando aquilo que os amedontra e que pode retirá-los de seu estatus de macho. Toda vez que entra seu penis na vagina, e termina o trabalho, ele sai vitorioso. Mais uma batalha ganha. Fecha os olhos e estupra. A rotina da casa dos homens, a ritualização em memória a iniciação na casa dos homens, onde enfrentam o medo e são &lt;u&gt;afastados&lt;/u&gt; da mãe, pra poderem se tornam homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens são afastados de TODAS as mulheres num ritual existente na sociedade toda, afastados com frequencia. Afastados do real. Pra poderem se insensibilizar e poder matar. Matar eh a forma como afirmam-se a forma como afastam o medo. O &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRBMZaKLqI/AAAAAAAAAZ4/Tf5b5XUDSaU/s1600-h/nasty.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045229163796639394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="117" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AqUoHyH9oLw/RgRBMZaKLqI/AAAAAAAAAZ4/Tf5b5XUDSaU/s200/nasty.jpg" width="116" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;medo que os torna força de trabalho [de guerra] improdutiva. Afastados, distanciados em sensibilidade ao outro. O outro se torna um em-si objetal, algo que não responde, inanimado. A unica existência que existe é a minha, imponente, sem outras existências que me ameace. A segurança do egocentrismo. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;O mundo tornado assim, no processo de alienação que separa todo mundo de tudo e até de si mesmos, estuprar se torna mecanico e normativo. É tão simples, tão rotineiro, qto se masturbar. A dor do outro é apagada, ignora-se. Ignoro o que está por trás do bife no meu prato, pois preciso comer, e as coisas são assim. Ignoro a criança jogada na rua, as crianças se prostituindo, a guerra no terceiro mundo, a fome de milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ignoro pra sobreviver. Insensibilizo-me pra subsistir.&lt;br /&gt;Insensibiliza-se pra que esse sistema subsista. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#006600;"&gt;---------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;Em 25 de abril, é o dia de nos lembrarmos das mulheres violentadas em todas as guerras&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A maneira convencional de "lembrar-se" de alguém ou de algo seria fazer um momento de silêncio, mas, em vez disso, optamos por falar abertamente sobre o assunto. Nos recusamos a ser silenciadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas mulheres violentadas na mitologia, nas lendas e na literatura - as vítimas dos heróis estupradores da cultura ocidental: Zeus, os Cavaleiros da Távola Redonda, Jack o estripador, etc. ad nauseum; Pelas dezenas de milhares de mulheres violentadas pelas forças japonesas em Nanking, China 1937; Pelas mulheres judias violentadas pelos facistas; Pelas centenas de milhares de mulheres violentadas quando as forças aliadas "libertaram" Berlim; Pelas centenas de milhares de mulheres bengali violentadas durante a guerra de "independência" do Paquistão; Pelas mulheres violentadas pelas tropas Norte-americanas na Coréia e no Vietnã. Pela menina de 12 anos violentada pelos soldados norte-americanos em Okinawa, Japão; Pelas mulheres violentadas durante o genocídio de 1994 em Ruanda e que agora estão morrendo de Aids; Pelas dezenas de milhares de mulheres violentadas na Bósnia-Herzegovina, onde “campos de esturpo” aprisionavam quase 3 mil mulheres de cada vez como parte da campanha de limpeza étnica; Pelas mulheres violentadas em todas as guerras; Pelas mulheres violentadas durante os tempos de “paz”; Pelas mulheres que não puderam, não poderão e não podem contar suas histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denunciamos a ira, a violência e a dominação sobre cada mulher. Denunciamos as forças do patriarcado que usam o corpo das mulheres como campos de batalha do poder e da destruição. Não somos “homentropas”. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;O estupro não é revolucionário – é a mais antiga tática do patriarcado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Não é uma “ideologia vitimista” que nos faz parar para honrar as mulheres neste dia. Somos mulheres fortes, e mulheres fortes sorriem, mulheres fortes choram, mulheres fortes gritam, mulheres fortes sussurram, mulheres fortes se entregam, mulheres fortes sobrevivem, mulheres fortes morrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O General Patton afirmou o seguinte em suas memórias: “Então eu disse a eles que, em vez de meus esforços mais diligentes, deveria haver inquestionavelmente alguns estupros”. Conforme escreveu Susan Brownmiller em Against Our Will (Contra Nossa Vontade), é engraçado a atitude de um homem em relação ao estupro na guerra. Ele estupra porque a mulher é em si um inimigo do que ele deseja humilhar e aniquilar. Ele estupra porque a aquisição do corpo feminino significa um pedaço do território conquistado. Ele estupra para descontar em alguém a humilhação que sofreu. Ele estupra para se livrar dos seus medos. Ele estupra porque isso é apenas “se divertir” com os amigos. Ele estupra porque a guerra [revolução?], um negócio dos homens, despertou sua agressividade e ele a direciona àqueles que desempenham um papel de subordinação no mundo da guerra [revolução?].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta guerra não é “nossa”. Recusamos a “revolução” de nossos “irmãos”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como as mulheres não consentem com a violação de
